A Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão irão realizar, no dia 9 de Outubro de 2010, as 2as Jornadas da Deficiência “SER (IN)DIFERENTE – A deficiência na sociedade” que terá lugar na Casa das Artes – Vila Nova de Famalicão.
Objectivo:
Sensibilizar a comunidade para a temática da deficiência mental em jovens e adultos, assim como discutir temas actuais que preocupam os pais e profissionais ligados à área da deficiência.
Serão abordados temas como: Direitos do Cidadão Portador de Deficiência, a Sexualidade na Deficiência, Escolaridade – Ensino e Aprendizagem e Transição para a Idade Adulta.
Pretende-se assim explorar e responder a novos desafios e partilhar experiências entre profissionais e investigadores que possam contribuir para a divulgação de boas práticas de intervenção junto de pessoas com Deficiência Mental.
Público alvo:
Familiares de pessoas com deficiência, Profissionais de Saúde, Técnicos de Reabilitação, Técnicos de Inserção Laboral, Assistentes Sociais, Sociólogos, Psicólogos, Educadores de Infância, Professores, Fisioterapeutas, Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, Animadores Socio-Culturais e outros interessados.
Temas abordados:
Direitos do cidadão portador de deficiência
Sexualidade na deficiência
Escolaridade – ensino e aprendizagem
Transição para idade adulta
Inscrição:
20 euros – público em geral
10 euros – sócios da AFPAD, estudantes e desempregados
Formas de inscrição:
Directamente na secretaria da sede da AFPAD
Correio (morada da sede da AFPAD)
FAX
E-mail: jornadas@afpad.org
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Ensaio sobre a cegueira. Ver de olhos bem fechados
"Devem-lhe estar a fazer alguma surpresa", diz um homem ao meu lado como se me falasse directamente ao ouvido. Calculei, pelo tom de voz, que teria cerca de 30 anos, mas não sei, não lhe vi a cara. Imaginei que fosse alto e ligeiramente careca. Quando não se vê, o cérebro bombardeia-nos com imagens instantâneas para colorir uma realidade negra e todos os sons parecem mais próximos do que são. Esse homem não falava comigo, comentava com alguém a venda que eu tinha nos olhos e seguiu a sua vida. Sei que atravessou a passadeira sem problemas - mas eu não. Tropecei num degrau com pouco mais de um centímetro e assustei-me com o barulho dos carros que passavam rente aos pés. Pensei que em vez de sandálias teria sido melhor ter calçado um par de ténis antes de sair de casa.
O sol do Rossio, em Lisboa, ficou vendado há uns minutos e os outros sentidos começam a despertar do entorpecimento habitual. Percebi que tenho um péssimo olfacto. Nunca precisei dele para identificar os estabelecimentos que àquela hora da manhã começam a retomar a actividade dos dias anteriores. "Consegue identificar que loja é esta pelo cheiro?", pergunta entusiasmado Peter Colwell, 52 anos, técnico de Acessibilidades da ACAPO - que ainda deve ter os dedos da minha mão marcados no braço, com tanta força o agarrava para atravessar as ruas. "É uma livraria. Cheira a livros velhos", arrisco. Não era. Era uma sapataria. "E aqui?", pergunta novamente, com menos esperanças. "Cheira a flores..." Também não era uma florista; era uma farmácia. O barulho de garrafas a tilintar dentro de grades e a serem transportadas para dentro de uma qualquer porta é inconfundível. Estou perto de um café, pensei. Desta vez correu bem.
Estamos na Semana Europeia da Mobilidade e Peter, que conhece mais Portugal e os portugueses do que a Inglaterra (está cá há 30 anos), não poupa críticas no ainda cerrado sotaque britânico. "Há atrocidades arquitectónicas por toda a cidade. Isto não devia acontecer no centro histórico de Lisboa", reclama. "Por exemplo, aqui não há diferenciação de piso, contudo, temos duas passadeiras e um passeio. Se para nós, que vemos, se torna complicado distinguir por onde devemos andar, imagine para um cego. Parece tudo a mesma coisa."
Os sinais sonoros que ouvimos quando está verde para os peões também estão longe de servir. São ineficazes e poucos. De olhos vendados começo a atravessar a rua a ouvir o som, quando chego ao outro lado já não ouço coisa alguma. "Pedimos para aumentar o som, mas a Câmara de Lisboa veio com a desculpa de que não podia fazê-lo porque os residentes queixavam-se do barulho. E eu pergunto-me: ''Que residentes? Não mora ninguém no Rossio''." Uma passadeira que dá acesso à Rua Augusta, na Baixa lisboeta - uma das mais movimentadas da cidade - precisa deste sistema. Como se faz então?, pergunto. "Tenta-se perceber quando os carros estão parados, ou simplesmente fica-se à espera de ajuda", desabafa, acrescentando que mais de duas mil pessoas são atropeladas anualmente em passagens sinalizadas.
Mariana Rocha, vice-presidente da instituição, vive no Porto e como tantos outros não vê. "Quando em 1997 saiu a primeira legislação [em que foram instituídos os sinais sonoros e a diferenciação de piso] houve uma grande evolução. Mas estamos a desacelerar. O mais importante continuam a ser os problemas mais simples. É necessário tapar buracos, remover os obstáculos cívicos, como postes no meio dos passeios", diz, acrescentando que coisas simples como horários dos transportes públicos ainda não existem em braile.
Tiro a venda e o Rossio volta a ter luz. Ganhei um novo sentido: o da consciencialização.
O sol do Rossio, em Lisboa, ficou vendado há uns minutos e os outros sentidos começam a despertar do entorpecimento habitual. Percebi que tenho um péssimo olfacto. Nunca precisei dele para identificar os estabelecimentos que àquela hora da manhã começam a retomar a actividade dos dias anteriores. "Consegue identificar que loja é esta pelo cheiro?", pergunta entusiasmado Peter Colwell, 52 anos, técnico de Acessibilidades da ACAPO - que ainda deve ter os dedos da minha mão marcados no braço, com tanta força o agarrava para atravessar as ruas. "É uma livraria. Cheira a livros velhos", arrisco. Não era. Era uma sapataria. "E aqui?", pergunta novamente, com menos esperanças. "Cheira a flores..." Também não era uma florista; era uma farmácia. O barulho de garrafas a tilintar dentro de grades e a serem transportadas para dentro de uma qualquer porta é inconfundível. Estou perto de um café, pensei. Desta vez correu bem.
Estamos na Semana Europeia da Mobilidade e Peter, que conhece mais Portugal e os portugueses do que a Inglaterra (está cá há 30 anos), não poupa críticas no ainda cerrado sotaque britânico. "Há atrocidades arquitectónicas por toda a cidade. Isto não devia acontecer no centro histórico de Lisboa", reclama. "Por exemplo, aqui não há diferenciação de piso, contudo, temos duas passadeiras e um passeio. Se para nós, que vemos, se torna complicado distinguir por onde devemos andar, imagine para um cego. Parece tudo a mesma coisa."
Os sinais sonoros que ouvimos quando está verde para os peões também estão longe de servir. São ineficazes e poucos. De olhos vendados começo a atravessar a rua a ouvir o som, quando chego ao outro lado já não ouço coisa alguma. "Pedimos para aumentar o som, mas a Câmara de Lisboa veio com a desculpa de que não podia fazê-lo porque os residentes queixavam-se do barulho. E eu pergunto-me: ''Que residentes? Não mora ninguém no Rossio''." Uma passadeira que dá acesso à Rua Augusta, na Baixa lisboeta - uma das mais movimentadas da cidade - precisa deste sistema. Como se faz então?, pergunto. "Tenta-se perceber quando os carros estão parados, ou simplesmente fica-se à espera de ajuda", desabafa, acrescentando que mais de duas mil pessoas são atropeladas anualmente em passagens sinalizadas.
Mariana Rocha, vice-presidente da instituição, vive no Porto e como tantos outros não vê. "Quando em 1997 saiu a primeira legislação [em que foram instituídos os sinais sonoros e a diferenciação de piso] houve uma grande evolução. Mas estamos a desacelerar. O mais importante continuam a ser os problemas mais simples. É necessário tapar buracos, remover os obstáculos cívicos, como postes no meio dos passeios", diz, acrescentando que coisas simples como horários dos transportes públicos ainda não existem em braile.
Tiro a venda e o Rossio volta a ter luz. Ganhei um novo sentido: o da consciencialização.
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fonte I online
Miopia: Esperança na genética
Gene RASGRF1 implicado no desenvolvimento da doença
Miopia impede de ver nitidamente ao longeDuas equipas internacionais, uma sediada em Londres e outra em Roterdão, publicaram recentemente um estudo, na Nature Genetics, sobre a identificação do gene do cromossoma 15 – o RASGRF1 –, implicado no desenvolvimento da miopia forte. Os cientistas têm esperança de conseguir a longo termo que esta novidade venha abrir portas para criar novos medicamentos ou terapias genéticas que travem o seu desenvolvimento.Com o progresso da investigação genética poderá prevenir-se o desenvolvimento da doença daqui por dez anos, segundo estimam os investigadores. O gene RASGRF1 já era conhecido por influenciar as células nervosas da retina. Os especialistas acordam que não apenas um, mas sim vários genes intervêm no desenvolvimento da miopia.Uma das investigações, levada a cabo pela equipa de Pirro Hysi, do King's College, foi realizada em 4200 gémeos e a outra, do grupo de Caroline Klaver, do Erasmus Medical Center, abrangeu 15 mil pessoas. Um dos objectivos é determinar a influência respectiva da hereditariedade e dos hábitos de vida no aparecimento da deformação do olho e conseguir bloqueá-la.Este problema impede o afectado de ver nitidamente ao longe. A maioria das pessoas sofre de miopia fraca e estabiliza por volta dos 25 anos, mas 2,5 por cento são atingidas por miopia forte e evolutiva, que as acompanha praticamente toda a vida. Quem sofre desta maleita corre igualmente o risco de vir a ter outras patologias graves do olho, como glaucoma, problemas da retina ou cataratas precoces.
Miopia impede de ver nitidamente ao longeDuas equipas internacionais, uma sediada em Londres e outra em Roterdão, publicaram recentemente um estudo, na Nature Genetics, sobre a identificação do gene do cromossoma 15 – o RASGRF1 –, implicado no desenvolvimento da miopia forte. Os cientistas têm esperança de conseguir a longo termo que esta novidade venha abrir portas para criar novos medicamentos ou terapias genéticas que travem o seu desenvolvimento.Com o progresso da investigação genética poderá prevenir-se o desenvolvimento da doença daqui por dez anos, segundo estimam os investigadores. O gene RASGRF1 já era conhecido por influenciar as células nervosas da retina. Os especialistas acordam que não apenas um, mas sim vários genes intervêm no desenvolvimento da miopia.Uma das investigações, levada a cabo pela equipa de Pirro Hysi, do King's College, foi realizada em 4200 gémeos e a outra, do grupo de Caroline Klaver, do Erasmus Medical Center, abrangeu 15 mil pessoas. Um dos objectivos é determinar a influência respectiva da hereditariedade e dos hábitos de vida no aparecimento da deformação do olho e conseguir bloqueá-la.Este problema impede o afectado de ver nitidamente ao longe. A maioria das pessoas sofre de miopia fraca e estabiliza por volta dos 25 anos, mas 2,5 por cento são atingidas por miopia forte e evolutiva, que as acompanha praticamente toda a vida. Quem sofre desta maleita corre igualmente o risco de vir a ter outras patologias graves do olho, como glaucoma, problemas da retina ou cataratas precoces.
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Fonte ciencia hoje
Dicionário de Língua Gestual Portuguesa - Apresentação
A Porto Editora tem a honra de apresentar o Dicionário de Língua Gestual Portuguesa, uma obra que procura auxiliar uma comunidade cada vez mais vasta de utilizadores, quer a título pessoal ou profissional, preenchendo uma lacuna há muito sentida no mercado editorial português.
O Dicionário de Língua Gestual Portuguesa representa, tanto do ponto de vista social, como cultural, um marco na valorização desta forma de expressão que é, desde 1997, uma das línguas oficiais de Portugal. Foi organizado especificamente para o contexto português por Ana Bela Baltazar, especialista em Língua Gestual, que exerce funções de intérprete na Rádio Televisão Portuguesa e na Associação de Surdos do Porto e é presidente do Centro de Tradutores e Intérpretes de Língua Gestual, para além de ter a seu cargo a docência de várias disciplinas do âmbito da Língua Gestual.
Para marcar este lançamento, a Porto Editora e o Agrupamento de Escolas de Eugénio de Andrade têm o prazer de convidá-lo para a apresentação desta obra de referência. A apresentação decorrerá no próximo dia 21 de Setembro, terça-feira, às 15:00, no auditório da E. B. 2/3 de Paranhos, sito na Rua Augusto Lessa, no Porto.
Dicionário de Língua Gestual Portuguesa- Mais de 5200 entradas com instruções para a execução dos gestos- Cerca de 15 000 imagens ilustrativas- Organização acessível e clara- Anexos com as principais configurações usadas na obra- Lista de todos os vocábulos que sofrem alterações do Acordo Ortográfico, com indicação da nova grafia- Vídeos de todas as entradas reunidos no DVD que acompanha o dicionário- Obra de referência na área da Língua Gestual Portuguesa
SABER MAIS
Em caso de dúvida ou para qualquer contacto adicional, dirija-se ao nosso Centro de Contactos do Professor:http://www.portoeditora.pt/espacoprofessor/formulario-de-contacto
O Dicionário de Língua Gestual Portuguesa representa, tanto do ponto de vista social, como cultural, um marco na valorização desta forma de expressão que é, desde 1997, uma das línguas oficiais de Portugal. Foi organizado especificamente para o contexto português por Ana Bela Baltazar, especialista em Língua Gestual, que exerce funções de intérprete na Rádio Televisão Portuguesa e na Associação de Surdos do Porto e é presidente do Centro de Tradutores e Intérpretes de Língua Gestual, para além de ter a seu cargo a docência de várias disciplinas do âmbito da Língua Gestual.
Para marcar este lançamento, a Porto Editora e o Agrupamento de Escolas de Eugénio de Andrade têm o prazer de convidá-lo para a apresentação desta obra de referência. A apresentação decorrerá no próximo dia 21 de Setembro, terça-feira, às 15:00, no auditório da E. B. 2/3 de Paranhos, sito na Rua Augusto Lessa, no Porto.
Dicionário de Língua Gestual Portuguesa- Mais de 5200 entradas com instruções para a execução dos gestos- Cerca de 15 000 imagens ilustrativas- Organização acessível e clara- Anexos com as principais configurações usadas na obra- Lista de todos os vocábulos que sofrem alterações do Acordo Ortográfico, com indicação da nova grafia- Vídeos de todas as entradas reunidos no DVD que acompanha o dicionário- Obra de referência na área da Língua Gestual Portuguesa
SABER MAIS
Em caso de dúvida ou para qualquer contacto adicional, dirija-se ao nosso Centro de Contactos do Professor:http://www.portoeditora.pt/espacoprofessor/formulario-de-contacto
terça-feira, 24 de agosto de 2010
ME não cumpre legislação e inviabiliza o início do ano lectivo nos Centros de Recursos para a Inclusão
Ao não deferir a mobilidade dos docentes para os Centros de Recursos para a Inclusão conforme estabelece a legislação em vigor o Ministério da Educação inviabiliza a abertura do ano lectivo dos Centros de Recursos para a Inclusão.
Os Centros de Recursos para a Inclusão funcionam com os técnicos necessários para apoiar o sucesso educativo de alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente tendo o ME, através da Portaria nº 1102/97, estabelecido o rácio professor/aluno para o seu funcionamento.
Este diploma legal prevê a implementação de parcerias educativas entre as escolas de educação especial e os estabelecimentos de ensino públicos, estabelecendo as regras para a construção e desenvolvimento de projectos educativos, onde os alunos da escola pública com necessidades educativas especiais de carácter permanente beneficiam de todos os apoios técnicos nos Centros de Recursos para a Inclusão.
Ao legislar as regras para a implementação destas parcerias o ME estabelece, também, o rácio docente/ aluno que deverá existir, responsabilizando-se pela colocação de um docente para cada cinco alunos portadores de necessidades educativas especiais de carácter permanente.
A não autorização de mobilidades destes docentes pelo ME, conforme o rácio estabelecido na legislação,
inviabiliza a abertura do ano lectivo dos Centros de Recursos para a Inclusão
compromete a possibilidade de sucesso educativo dos alunos portadores de necessidades educativas especiais que frequentam as escolas públicas
O SPGL lamenta que medidas economicistas prejudiquem o sucesso educativo de alunos portadores de necessidades educativas especiais de carácter permanente e assim comprometam a garantia da universalidade da escolarização e exige o respeito pelo que está legislado nesta matéria, nomeadamente a colocação atempada, através da figura jurídica da mobilidade, dos docentes em falta nos Centros de Recursos para a Inclusão.
O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
FENPROF A Direcção
Os Centros de Recursos para a Inclusão funcionam com os técnicos necessários para apoiar o sucesso educativo de alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente tendo o ME, através da Portaria nº 1102/97, estabelecido o rácio professor/aluno para o seu funcionamento.
Este diploma legal prevê a implementação de parcerias educativas entre as escolas de educação especial e os estabelecimentos de ensino públicos, estabelecendo as regras para a construção e desenvolvimento de projectos educativos, onde os alunos da escola pública com necessidades educativas especiais de carácter permanente beneficiam de todos os apoios técnicos nos Centros de Recursos para a Inclusão.
Ao legislar as regras para a implementação destas parcerias o ME estabelece, também, o rácio docente/ aluno que deverá existir, responsabilizando-se pela colocação de um docente para cada cinco alunos portadores de necessidades educativas especiais de carácter permanente.
A não autorização de mobilidades destes docentes pelo ME, conforme o rácio estabelecido na legislação,
inviabiliza a abertura do ano lectivo dos Centros de Recursos para a Inclusão
compromete a possibilidade de sucesso educativo dos alunos portadores de necessidades educativas especiais que frequentam as escolas públicas
O SPGL lamenta que medidas economicistas prejudiquem o sucesso educativo de alunos portadores de necessidades educativas especiais de carácter permanente e assim comprometam a garantia da universalidade da escolarização e exige o respeito pelo que está legislado nesta matéria, nomeadamente a colocação atempada, através da figura jurídica da mobilidade, dos docentes em falta nos Centros de Recursos para a Inclusão.
O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
FENPROF A Direcção
Jornadas de Educação em São João da madeira
O Município de S. João da Madeira organiza Jornadas da Educação para assinalar o início do novo ano lectivo com o debate e a reflexão em torno das novas e persistentes questões sociais e humanas enfrentadas pela Escola nos dias de hoje. Este é o mote para as Jornadas da Educação, organizadas pelo Municipio de S. João da Madeira, nos dias 7 e 8 de Setembro, no auditório do Museu da Chapelaria.
Dos temas em debate, destaca-se no dia 7, de manhã: “Violência em meio escolar: quando a incivilidade impera” por João Mateus Figueiredo, psicólogo; “O Professor como mediador na resolução de conflitos”, por Elisabete Pinto da Costa, docente da Universidade Lusófona; “Factores indutores de stress nos docentes”, por Anabela Pereira, docente da Universidade de Aveiro.
Na mesma data, à tarde, Manuela Queirós, professora da EB 2,3 de S. João da Madeira, desenvolve o tema “Como dar às crianças uma educação para a inteligência emocional”. Por seu lado, a investigadora Ivete Azevedo aborda “A inteligência emocional como facilitador do sucesso educativo”.
O programa do dia 8 arranca com a conferência de Rui Matias Lima, da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, sobre “Escolhas Alimentares saudáveis”, como mote para apresentação de uma investigação realizada junto das crianças de S. João da Madeira.
Os trabalhos das jornadas continuam com o painel “Educação para a saúde na escola”, por Virgínia Monteiro, médica do Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga. “A (im)pertinência da Educação Sexual das Escolas” será abordada por Paula Allen, psicóloga da Associação para o Planeamento da Família.
Pedro Rosário, docente da Universidade do Minho, estará em foco como orador do tema “Estratégias para combater o insucesso escolar” e Diana Alves, docente da Universidade do Porto, encerrará as jornadas abordando o tema “Dificuldades de Aprendizagem de leitura e escrita”.
As inscrições são gratuitas, mas limitadas, e podem ser feitas para o e-mail: professores@cm-sjm.pt.
http://www.cm-sjm.pt/index.php?oid=14234&op=all
Dos temas em debate, destaca-se no dia 7, de manhã: “Violência em meio escolar: quando a incivilidade impera” por João Mateus Figueiredo, psicólogo; “O Professor como mediador na resolução de conflitos”, por Elisabete Pinto da Costa, docente da Universidade Lusófona; “Factores indutores de stress nos docentes”, por Anabela Pereira, docente da Universidade de Aveiro.
Na mesma data, à tarde, Manuela Queirós, professora da EB 2,3 de S. João da Madeira, desenvolve o tema “Como dar às crianças uma educação para a inteligência emocional”. Por seu lado, a investigadora Ivete Azevedo aborda “A inteligência emocional como facilitador do sucesso educativo”.
O programa do dia 8 arranca com a conferência de Rui Matias Lima, da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, sobre “Escolhas Alimentares saudáveis”, como mote para apresentação de uma investigação realizada junto das crianças de S. João da Madeira.
Os trabalhos das jornadas continuam com o painel “Educação para a saúde na escola”, por Virgínia Monteiro, médica do Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga. “A (im)pertinência da Educação Sexual das Escolas” será abordada por Paula Allen, psicóloga da Associação para o Planeamento da Família.
Pedro Rosário, docente da Universidade do Minho, estará em foco como orador do tema “Estratégias para combater o insucesso escolar” e Diana Alves, docente da Universidade do Porto, encerrará as jornadas abordando o tema “Dificuldades de Aprendizagem de leitura e escrita”.
As inscrições são gratuitas, mas limitadas, e podem ser feitas para o e-mail: professores@cm-sjm.pt.
http://www.cm-sjm.pt/index.php?oid=14234&op=all
Workshop "Perturbação do Défice de Atenção e HIPERACTIVIDADE (PDAH) - Estratégias de Intervenção"
Data: 25 Set. 2010 (sábado)
Local: Lisboa (Parque das Nações)
A Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção é uma perturbação neurológica que interfere significativamente no sucesso escolar e pessoal das crianças. Com maior prevalência no sexo masculino, esta perturbação afecta 4-12% das crianças em idade escolar e é fonte de angústia para estas, seus pais, professores e educadores. Felizmente, nos últimos anos, a PHDA tem sido alvo de inúmeros estudos que têm ajudado a melhorar a sua compreensão e a desenvolver terapias eficazes para minorar os seus impactos nas crianças e seu ambiente social.
Formadoras:
Dra. Constança Carvalho - Psicóloga Clínica - Licenciada em Psicologia pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada; - Exerce a sua actividade profissional no Hospital CUF Descobertas na Consulta de Desenvolvimento Infantil e em clínica privada.
Prof. Inês Pestana - Professora - Licenciada em Ensino Básico do 1º ciclo pelo Instituto Superior de Educação e Ciências; - Exerceu a sua actividade profissional em contexto de sala de aula, actualmente trabalha em regime privado em apoios pedagógicos a crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem.
Objectivos
- Compreender a PDAH na sua vertente neurobiológica e comportamental; - Identificar sinais de alarme e critérios de diagnóstico; - Analisar as várias abordagens terapêuticas actualmente existentes; - Desenvolver estratégias de intervenção na sala de aula; - Desenvolver estratégias de intervenção familiar.
Conteúdos Programáticos - Breve explicação da PDAH enfatizando as alterações neurobiológicas e comportamentais;
- Discussão aberta sobre as várias terapêuticas conhecidas: contributos e limitações; - Apresentação de estratégias e metodologias de intervenção na sala de aula e em família; - Exercícios práticos sobre a problemática.
Destinatários: - Profissionais com intervenção na área da Educação ou da Saúde da Criança e/ou do Adolescente;
- Estudantes de cursos das áreas da Educação ou Saúde; - Pais e Encarregados de Educação.
Local: Hospital CUF Descobertas - Lisboa (Parque das Nações)
Data e Horário: 25 Setembro de 2010 (sábado), das 10:00 às 17:00 horas
Nº de Vagas - 35 (Admissão por Ordem de Chegada das Fichas de Inscrição)
Preço de Inscrição Até 19/09/2010 - € 75 ; Após 19/09/2010 - € 100
Possibilidade de efectuar o pagamento com 2 cheques pré-datados (19 Set. e 30 Out. 2010).
Nota: O cheque deve ser passado à ordem de Oficina Didáctica e enviado juntamente com a ficha de inscrição. Se preferir efectuar o pagamento por transferência bancária, por favor solicite-nos o NIB. Caso a inscrição não seja aceite, os valores pagos serão devolvidos.
Secretariado
Oficina DidácticaRua D. João V, nº 6 B (ao Rato)1250-090 LisboaTel.: 21 387 24 58 - Email: info@oficinadidactica.pt
www.oficinadidactica.pt
------------------------------------------------------------------------------------------------- Ficha de Inscrição
(De acordo com o Decreto Regulamentar nº 35/2002, de 23 de Abril) (Copie esta ficha de inscrição para o Word, preencha-a e envie juntamente com o cheque)
Nome:Morada:Localidade:Cod. Postal:Email:Tel.: Telemóvel: Profissão:Bilhete de Identidade Data de Nascimento ___/___/___ Naturalidade:Nacionalidade: Local trabalho: Tel. :
Pretendo inscrever-me no Workshop: "Perturbação do Défice de Atenção e HIPERACTIVIDADE (PDAH) - Estratégias de Intervenção" - (25 Set. ’10)
Junto envio Cheque(s) Cheque nº: do Banco: no valor de: € de / /20___ Cheque nº: do Banco: no valor de: € de / /20___Li e aceito as condições de frequência indicadas em baixoData: / / 20___ Assinatura:
Local: Lisboa (Parque das Nações)
A Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção é uma perturbação neurológica que interfere significativamente no sucesso escolar e pessoal das crianças. Com maior prevalência no sexo masculino, esta perturbação afecta 4-12% das crianças em idade escolar e é fonte de angústia para estas, seus pais, professores e educadores. Felizmente, nos últimos anos, a PHDA tem sido alvo de inúmeros estudos que têm ajudado a melhorar a sua compreensão e a desenvolver terapias eficazes para minorar os seus impactos nas crianças e seu ambiente social.
Formadoras:
Dra. Constança Carvalho - Psicóloga Clínica - Licenciada em Psicologia pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada; - Exerce a sua actividade profissional no Hospital CUF Descobertas na Consulta de Desenvolvimento Infantil e em clínica privada.
Prof. Inês Pestana - Professora - Licenciada em Ensino Básico do 1º ciclo pelo Instituto Superior de Educação e Ciências; - Exerceu a sua actividade profissional em contexto de sala de aula, actualmente trabalha em regime privado em apoios pedagógicos a crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem.
Objectivos
- Compreender a PDAH na sua vertente neurobiológica e comportamental; - Identificar sinais de alarme e critérios de diagnóstico; - Analisar as várias abordagens terapêuticas actualmente existentes; - Desenvolver estratégias de intervenção na sala de aula; - Desenvolver estratégias de intervenção familiar.
Conteúdos Programáticos - Breve explicação da PDAH enfatizando as alterações neurobiológicas e comportamentais;
- Discussão aberta sobre as várias terapêuticas conhecidas: contributos e limitações; - Apresentação de estratégias e metodologias de intervenção na sala de aula e em família; - Exercícios práticos sobre a problemática.
Destinatários: - Profissionais com intervenção na área da Educação ou da Saúde da Criança e/ou do Adolescente;
- Estudantes de cursos das áreas da Educação ou Saúde; - Pais e Encarregados de Educação.
Local: Hospital CUF Descobertas - Lisboa (Parque das Nações)
Data e Horário: 25 Setembro de 2010 (sábado), das 10:00 às 17:00 horas
Nº de Vagas - 35 (Admissão por Ordem de Chegada das Fichas de Inscrição)
Preço de Inscrição Até 19/09/2010 - € 75 ; Após 19/09/2010 - € 100
Possibilidade de efectuar o pagamento com 2 cheques pré-datados (19 Set. e 30 Out. 2010).
Nota: O cheque deve ser passado à ordem de Oficina Didáctica e enviado juntamente com a ficha de inscrição. Se preferir efectuar o pagamento por transferência bancária, por favor solicite-nos o NIB. Caso a inscrição não seja aceite, os valores pagos serão devolvidos.
Secretariado
Oficina DidácticaRua D. João V, nº 6 B (ao Rato)1250-090 LisboaTel.: 21 387 24 58 - Email: info@oficinadidactica.pt
www.oficinadidactica.pt
------------------------------------------------------------------------------------------------- Ficha de Inscrição
(De acordo com o Decreto Regulamentar nº 35/2002, de 23 de Abril) (Copie esta ficha de inscrição para o Word, preencha-a e envie juntamente com o cheque)
Nome:Morada:Localidade:Cod. Postal:Email:Tel.: Telemóvel: Profissão:Bilhete de Identidade Data de Nascimento ___/___/___ Naturalidade:Nacionalidade: Local trabalho: Tel. :
Pretendo inscrever-me no Workshop: "Perturbação do Défice de Atenção e HIPERACTIVIDADE (PDAH) - Estratégias de Intervenção" - (25 Set. ’10)
Junto envio Cheque(s) Cheque nº: do Banco: no valor de: € de / /20___ Cheque nº: do Banco: no valor de: € de / /20___Li e aceito as condições de frequência indicadas em baixoData: / / 20___ Assinatura:
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