Mostrar mensagens com a etiqueta fonte visão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fonte visão. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pessoas com deficiência:São mais de mil milhões em todo o mundo e debatem-se com barreiras diárias - OMS

Lisboa, 10 jun (Lusa) -- Mais de mil milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência e uma em cada cinco lida diariamente com barreiras intransponíveis, revela um relatório mundial divulgado hoje pela Organização Mundial de Saúde e Banco Mundial.

O primeiro relatório mundial sobre Deficiência (World Report on Disability) estima que entre 110 a 190 milhões de pessoas tenham a vida dificultada por falta de condições. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Banco Mundial (BM) apelam por isso aos governos para que tomem medidas que promovam a integração.

Os investigadores responsáveis pelo estudo consideram que poucos países têm mecanismos adequados para responder às necessidades. Além das barreiras físicas (transportes e edifícios inacessíveis), o relatório aponta o "estigma" e a "discriminação", a falta de cuidados de saúde e a inexistência de serviços de reabilitação adequados.

sábado, 6 de novembro de 2010

Chip promete devolver visão a pacientes cegos

Um paciente finlandês, que começou a ficar cego quando era adolescente, conseguiu, agora, aos 46 anos, voltar a ver letras, graças ao implante de um chip pioneiro

A experiência com Miikka Terho está a entusiasmar os investigadores alemães responsáveis pelo chip. O finlandês, de 46 anos, foi submetido a uma intervenção para colocar um pequeno dispositivo atrás da retina, após o que conseguiu identificar as letras que compõem o seu nome.

O chip permite aos doentes detetar objetos com os seus próprios olhos, ao contrário de outras técnicas que usam uma câmara externa.Para já, o chip foi testado em 11 pessoas: algumas não notaram qualquer diferença, mas outras puderam distinguir objetos brilhantes. Terho foi o paciente que mostrou melhores resultados: conseguiu distinguir talheres e uma caneca sobre a uma mesa, um relógio e sete cinzentos diferentes. Também conseguiu movimentar-se numa sala e aproximar-se de outras pessoas. Face a estes resultados promissores, a equipa de investigadores colocou-o perante um conjunto de letras que formavam o seu nome, embora mal escrito - "Mika", o que ele rapidamente reconheceu.