quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

A literacia Braille na idade pré-escolar

O Braille é um sistema que permite aos cegos ler e escrever. O método recebeu esse nome em homenagem a seu inventor, o francês Louis Braille.

Para que uma criança com deficiência da visão tenha um processo adequado de aprendizagem do Braille, em primeiro lugar deve contar com um profissional que o ensine de acordo com as suas necessidades e potencialidades.

A criação de contextos de literacia Braille emergente em idade pré-escolar é imprescindível para o desenvolvimento e aprendizagem da criança cega.

O tato ativo, ou sistema háptico, é o mais importante sistema sensorial de que a pessoa com cegueira dispõe para conseguir conhecer o mundo, por isso, é essencial provocar a estimulação sensório-percetual do tato, através do envolvimento precoce da criança em atividades de exploração e manipulação das características físicas dos objetos, nomeadamente das diferentes formas, tamanhos e texturas.

Assim, na idade precoce, as atividades de literacia braille emergente têm que contemplar uma componente motivacional e cativante, numa contínua e persistente descoberta da linguagem escrita e oral. Durante os anos que antecedem a escola, a base da literacia é construída à medida que a criança desenvolve atitudes positivas e isso inclui o desejo de ler e a crença de que o consegue fazer. Neste sentido, é da maior importância o desenvolvimento precoce do toque háptico e de competências de preparação para a aprendizagem do braille nos diversos contextos da criança. Famílias e profissionais têm, neste âmbito, um papel preponderante no desenvolvimento da leitura e da escrita. É fundamental implementar estratégias com vista à promoção da curiosidade e do prazer pelo toque e à criação de ambientes de literacia nos contextos naturais. Assim, é importante facilitar atitudes positivas face ao braille, indo ao encontro dos interesses da criança; respeitando a sua forma de percecionar o mundo e selecionando atividades de caráter lúdico.

Saliento duas ideias inspiradoras: que brincar à leitura é fazer do braille uma brincadeira que gera felicidade; e que os pontos braille são sementes de luz levados ao cérebro pelos dedos, para a germinação do saber. Porque o braille é promotor da inclusão, e nunca o contrário!

Em conclusão, o caminho para a alfabetização é desafiante e deverá assentar em alicerces bem construídos, que dotem a criança das competências essenciais tidas como pré-requisitos necessários para o sucesso na leitura e na escrita.

     

    


                                   

Fotografias: brincar à leitura com materiais diversificados

domingo, 24 de janeiro de 2021

Eleições para todos!

 Pela terceira vez em Portugal, depois das eleições Europeias e das legislativas, as eleições presidenciais contaram com uma matriz de voto em braille.  Conforme a Lei Orgânica 3/2018, que estabelece a criação de uma matriz de voto em braille


A matriz de voto consiste numa folha, um pouco maior que uma A4, onde se encontra, em braille, o número de cada candidato e recortado o quadrado à frente. Esta folha é colocada sobre o boletim de voto, o que permite que uma pessoa cega possa votar de forma autónoma. 


Para além da matriz, é disponibilizada uma folha A3, onde se encontra, em braille, o nome de cada candidato e o número correspondente. Desta forma a pessoa cega pode confirmar qual o número do candidato em quem pretende votar. 


Esta é, sem dúvida, uma excelente demonstração de inclusão que permite a uma pessoa cega exercer, plenamente, o seu direito a votar com autonomia.


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

ORIENTAÇÕES Ano letivo 2020/2021

 ORIENTAÇÕES Ano letivo 2020/2021

2.ª edição do MOOC Educação Inclusiva

 


A Direção-Geral da Educação vai lançar a 2.ª edição do MOOC Educação Inclusiva no próximo dia 28 de setembro de 2020, através da plataforma NAU.

Trata-se de uma versão revista e com caráter mais prático do MOOC realizado no início de 2019 e que pretende apoiar os professores na operacionalização do regime jurídico da Educação Inclusiva.

O MOOC Educação Inclusiva está estruturado em três módulos nucleares, cujos conteúdos incidem sobre opções metodológicas (abordagem multinível e desenho universal para a aprendizagem), recursos organizacionais específicos, avaliação e adaptações, entre outros.

O curso terá a duração de cerca de um mês, correspondendo 25 horas de trabalho.

Ao longo do curso, os participantes terão oportunidade de aprofundar o seu conhecimento sobre o atual quadro da Educação Inclusiva, refletir sobre as suas práticas pedagógicas, bem como partilhar ideias e atividades.

A conceção do curso foi orientada para os professores em geral, encontrando-se aberto à comunidade educativa.

Esta formação não está acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, mas a sua conclusão permite a obtenção de um Certificado de Conclusão do Curso.

Veja a vídeo de apresentação do MOOC Educação Inclusiva.

Inscrições: faça a sua inscrição neste endereço. Serão aceites inscrições até final do primeiro módulo de introdução ao curso (4 de outubro).

Contacto para dúvidas sobre a organização do curso - MOOC-EI@dge.mec.pt

Contacto para dúvidas sobre o acesso à Plataforma NAU – ajuda@nau.edu.pt 


Fonte DGE

quinta-feira, 25 de junho de 2020

APOIO ÀS AULAS À DISTÂNCIA DE ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE (OM) AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL (DV) FACE À SITUAÇÃO COVID-19

fonte: APOIO ÀS AULAS À DISTÂNCIA DE ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE (OM) AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL (DV) FACE À SITUAÇÃO COVID-19
por Júlio Damas Paiva






As escolas fecharam face ao Covid-19 e aos professores foi pedido que prepararassem aulas para virtualmente intervirem junto dos alunos e respetivas famílias procurando finalizar o ano escolar.



Esta mudança rápida obrigou os gestores, professores, alunos e pais a procurarem a melhor utilização das ferramentas digitais e todo um conjunto de auxiliares necessários para um bom funcionamento deste meio de ensino. A adaptação ao novo modelo foi difícil para todos, mas acentuou-se na área dos alunos com deficiência. Para os alunos com problemas de cognição, os alunos com autismo ou com multideficiência esta adaptação foi ainda mais complicada. Depois a dificuldade em saber o que, e o como ensinar.

Esta é uma situação nova em que todos os intervenientes necessitam de apoios específicos muito especialmente no domínio das novas tecnologias à distância.



Perante o problema, o Ministério da Educação divulgou um documento:

“Orientações para o trabalho das Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva na modalidade de E@D. Pedia-se à escola para orientar todos os recursos para assegurar a continuação do processo decorrente do ano escolar enquadrando-o em quatro eixos. No primeiro pedia para realizar e difundir um documento orientador da atuação das equipas de apoio no ensino à distância de forma a estas garantirem a continuidade do acompanhamento das aprendizagens dos alunos com necessidades especiais. No segundo pedia para identificar e implementar os apoios à aprendizagem nesta nova situação, colaborando com todos os professores e identificando os constrangimentos. No terceiro pedia para apoiar as famílias neste novo processo de E@D, planificando essas ações, acompanhando e verificando constrangimentos. No quarto pedia a articulação com outros serviços de apoio na comunidade.



Perante este documento, queixaram-se os professores de que deveria haver planificação mais específica para o seu trabalho. No mínimo, algumas sugestões. Compreendemos a posição dos serviços centrais. Não é possível realizar um plano específico. Há que, perante o plano educativo do aluno, definir novas estratégias, através da verificação de quais as competências: suscetíveis de serem realizadas à distância com pequenas ou grandes adaptações; com grandes dificuldades de se adaptar a um ensino à distância que irão exigir a ajuda da família e suscetíveis de serem realizadas única, direta e exclusivamente com o aluno face a face.



Tudo deverá ser realizado com grande sentido de investigação/experimentação de qual a melhor estratégia para cada uma das aprendizagens, pois não há grande prática do ensino à distância de crianças com necessidades educativas especiais, muito especialmente na área da deficiência visual/orientação e mobilidade. Nem mesmo os países considerados mais desenvolvidos nestas áreas, estavam preparados para este novo modelo. Portanto, não procurem uma certeza nestas sugestões estratégicas que iremos aqui apresentar, porque...não há certezas.



Dentro do apoio a alunos com DV aparece-nos  a área  de Orientação e Mobilidade.Tradicionalmente quando se fala de OM junto dos que trabalham com crianças com deficiência visual, pensa-se numa atividade que procura a autonomia nas deslocações dos nossos alunos, no sentido de:



- desenvolver competências no domínio sensorial,

- mostrar o mundo dos objetos e das pessoas,

- ensinar técnicas de proteção e exploração utilizando dominantemente uma bengala.



Estas atividades são feitas num serviço tradicionalmente prático e numa situação de um aluno para um professor progredindo do interior da habitação/escola para um exterior geográfico global. Ensinar OM à distância obriga a repensar e adaptar as estratégias.

Da nossa parte, e não havendo qualquer ensino estruturado nesta área, este repensar centrou-se no recordar duma dissertação de mestrado realizada há cerca de 35 anos “Treino de Visão. Análise comparativa de utilização do computador e do videotelefone no ensino à distância de população com resíduos de visão”: FMH, 1994, e a formação a distância para a Universidade de Cabo Verde, Março 2017 “Curso online de orientação e mobilidade para invisuais e normovisuais”.



Concluímos que seria possível encontrar algumas soluções para a concretização desta atividade, estando os alunos confinados à sua residência. As orientações que se seguem, são meras sugestões de trabalho, já que o afastamento há vários anos do trabalho direto com os alunos, não nos permite qualquer prévia experimentação.

Não estávamos à espera que fosse uma exigência do momento de que as aulas de OM pudessem vir a ser já dadas virtualmente. Há, portanto, que repensar as estratégias do ensino desta atividade.



Vai ser uma atividade diferente do atravessar ruas, utilizar os transportes públicos ou localizar objetivos.





SUGESTÕES GERAIS:

- Averiguar se a escola já definiu e aprovou todas as medidas para o ensino online através de um plano orientador que garanta a continuidade das aprendizagens dos alunos com deficiência visual.

- Verificar se os instrumentos que vão utilizar são ou não acessíveis aos nossos alunos.

- Analisar a disponibilidade e competência da família para poder receber este serviço.

- Analisar no decurso da intervenção educativa o comportamento da família, quer na prestação do serviço, quer na perceção do sentir que os seus filhos estão a progredir.

- Acompanhar os modelos de intervenção dos colegas desta área dos outros agrupamentos e ir adaptando no sentido de melhorar a sua prestação.

- Avaliar com cuidado os locais onde à distância, vão colocar os seus alunos para a sua aula. Verificar se há escadas, vãos de escadas, objetos salientes, vidros, etc. Cada casa de cada aluno é diferente de outra de outro aluno.



SUGESTÕES PARA PROMOVER A SEGURANÇA E A SAÚDE:

Procedimentos aquando da utilização de um guia:

- Usar corretamente a máscara facial pois é uma situação em que não há distância física.

- Ao contactar com o guia, ter em consideração que o braço do guia é uma zona suscetível de estar afetada pelo tossir ou espirrar e por isso a necessidade do uso de luvas ou o guia usar mangas descartáveis.

- Utilizar o cotovelo para contactar com os objetos.



Procedimentos ao realizar atividades de deslocação:

Porque são técnicas que obrigam a tocar em corrimões, portas, paredes, bengalas e, em algumas situações contacto com o público, deverão utilizar-se procedimentos de segurança:

- Verificar se os locais normalmente frequentados pelo aluno DV são limpos com frequência.

- Dar a conhecer ao aluno os métodos de limpeza e quais os procedimentos a utilizar.

- Conhecer o procedimento de inutilização das máscaras, luvas e mangas.

- Conhecer o procedimento de lavagem das mãos antes do uso destes objetos.

- Dar a conhecer os métodos alternativos à lavagem das mãos. Uso de desinfetante e lenços húmidos. Transportar sempre um pequeno frasco com desinfetante. Deitar fora os lenços de papel usando, para o efeito, um compartimento separado da sua mala.

- Cuidado em não tocar com as mãos ou luvas no rosto.

- Utilizar a face interior do cotovelo ao tossir ou espirrar.

- Lavar com frequência os óculos.

- Lavar a bengala com frequência e secar com pano limpo. Guardar a bengala em local limpo.

- Manter uma distância das outras pessoas entre 1,5m e 2m. Desenvolver este sentido da distância do volume à sua frente através da audição. Primeiro utilizar uma fita métrica. Depois pelo sentido volume e pela emissão da sua voz que se reflete nesse volume, verificando a sua perceção a diferentes distâncias desse objeto. (consultar as técnicas de Daniel Kish)

- Ao deslocar-se no espaço e se não está a usar bengala, utilizar um pequeno objeto (um pequeno pau, um livro, etc.) para evitar contacto direto.

- Ao deslizar a mão pelas superfícies, corrimões, mesas, paredes, interiores de transportes públicos com a intenção de tomar uma direção para localizar um objetivo (superfícies estas que deverão estar limpas), deverá fazê-lo com o cuidado de uso de luvas ou de um pequeno objeto conduzido na mão, procurando não levar as mãos à cara.

- Ao deslocar-se no espaço e se não quiser utilizar guia, porque desconfia da sua higiene, pode pedir-lhe para lhe dar indicações, verbais e orientadas do trajeto a efetuar.

- Ter a casa bem arejada, abrindo as janelas.



SUGESTÕES EM OM (orientação)

- Abordar a utilização dos transportes públicos. Modelos de viaturas. Portas de entrada e saída, diferentes interiores. Formas de contactar: taxis, UBER, etc. Conhecimento de preços.

- Construção de mapas táteis, com materiais caseiros (cartão, massa de esparguete, cola, ou outros materiais acessíveis ao professor e ao aluno). Pedir colaboração aos pais. Entregar em casa mapas táteis relacionados com as atividades do momento, colocando questões sobre o conteúdo deste material.

- Aprendizagem de escalas. Começar pela divisão onde recebe a emissão; escolher um móvel simples (mesa); medir com fita métrica; escolher uma escala acessível (1/10); suponhamos que um lado da mesa mede 1 m, logo a representação gráfica tátil no mapa do lado da mesa, será um esparguete com 10 cm.

- Alargar esta aprendizagem, à sala, quartos, cozinha, exterior, etc. fazendo um mapa analítico do espaço do aluno.

- Reforçar conceitos de orientação, (paralelo, perpendicular, etc). Orientação pelos pontos cardeais, pelo relógio, por graus, ângulos e por voltas, meias-voltas e quartos de volta, quer com representação no mapa entregue ou a confecionar pelo aluno, quer através da informação verbal de mapa mental.

- Com um mapa tátil, localizar pontos importantes; realizar trajetos; questionar quais os trajetos que o aluno realiza; questionar o aluno na ausência do mapa tátil.

- Colocar situações diversificadas e questionar o aluno que solução utilizaria (resolução de problemas). Por ex: O que faria se perdesse o autocarro? Se partir a bengala? etc.

- Com um mapa de cruzamento, ou rotunda,  realizar a aprendizagem dos procedimentos básicos. Não esquecer que a técnica a utilizar nestas situações é complexa, pelo menos na quantidade de itens que o aluno tem de memorizar (sentidos de trânsito, existência ou não de semáforos, etc.) e, portanto, a consistência desta aprendizagem é importante.

- Fazer um arquivo digital dos trajetos já realizados.

- Planear trajetos utilizando o telemóvel.

- Praticar a utilização das aplicações dos transportes públicos.

- Explorar ou dar a conhecer as várias aplicações de GPS adaptadas para DV.

- Identificar as técnicas a utilizar em vários tipos de restaurantes, cantinas, self-service, refeições rápidas (Mcdonalds); tipos de refeições a escolher.



SUGESTÕES EM OM (movimento no interior):

Procurar um espaço onde colocar a câmara (ao fundo de um corredor, no canto de uma sala, num pátio exterior ou pedir a pessoa de família para a segurar) e realizar a aprendizagem das:

- técnicas básicas do guia, localização de objetivos, passagens estreitas, localização de objetos caídos; diferentes tipos de cadeiras, etc.

- técnicas de deslizar e proteção

- técnicas de bengala no interior



SUGESTÕES EM OM (movimento no exterior)

Enquanto a atividade anterior de OM em interior já foi por nós realizada com sucesso, a seguinte, de exterior, é experimental. Portanto deverá ser realizada com aluno que ofereça competências seguras, com autorização dos pais, em locais bem conhecidos do aluno e com trânsito reduzido.

É necessário que o aluno possua um telemóvel com câmara e igualmente o professor. O telemóvel é colocado no peito do aluno numa bolsa, transportada ao pescoço, permitindo a visão do espaço em frente que o aluno vai seguir e que o professor à distância, vai observando. O uso de auricular é aconselhado. Ainda assim, apesar do professor acompanhar o trajeto do aluno através da câmara que este transporta, é obrigatório a presença de um acompanhante do aluno que pode e deve ser uma pessoa da família.

Gostaríamos de ter realizado esta experiência no decorrer da nossa atividade profissional, mas o tempo não nos permitiu. No entanto, podem consultar o trabalho feito na Austrália, sobre a mesma experiência: “The Roam Project - Exploring new frontiers in video conferencing to expand the delivery of remote O&M services in regional Western Australia” Amy Barret-Lennard, 2016.



Existem muitos vídeos sobre OM, especialmente em língua inglesa e espanhola que servirão para uma formação da família do aluno. Temos em nossa posse, vídeos por nós realizados recentemente, sobre aspetos referentes à utilização do guia e que temos muito gosto em ceder.



Esta prestação é um desafio. Julgamos haver grandes possibilidades de a realizar desde que tudo o que for feito implique que a segurança do nosso aluno e os seus interesses estejam em primeiro lugar.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Webinares da Escola Virtual - Encurtar @ Distância

É já na próxima quinta-feira, dia 4 de junho, que decorrerá mais uma edição do Ciclo de Webinares da Escola Virtual - Encurtar @ Distância
A transmissão será feita em direto, via Youtube, no canal da Escola Virtual. Mediante inscrição e participação no webinar, será emitido um certificado de participação.
Para participar, basta inscrever-se através desta newsletter e, antes da hora de início, abrir este linkhttps://bit.ly/webinar7ev

Para se inscrever clique aqui

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Guião Orientador da Resposta Social para Centro de Atividades Ocupacionais (CAO)

Divulga-se o Guião Orientador da Resposta Social para Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) que define um conjunto de regras a observar na reabertura da resposta social CAO, no sentido de orientar e harmonizar o processo, de modo seguro e informado, tendo em vista a segurança dos jovens/adultos com deficiência, das suas famílias e dos profissionais e voluntários afetos à resposta social.

Este Guião não dispensa a consulta do documento “COVID-19: 19 recomendações para adaptar os locais de trabalho | proteger os trabalhadores”, elaborado pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), bem como o cumprimento das regras de etiqueta respiratória, da lavagem correta das mãos, assim como as outras medidas de higienização e controlo ambiental descritas no Anexo I.

Todas as instituições deverão rever e adaptar os seus planos de contingência, elaborados de acordo com a Orientação 006/2020, de 26/04/2020, e a Norma 004/2020, atualizada a 25/04/2020, da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Pode consultar esta e outra documentação associada no microsite COVID–19 na página da internet da Segurança Social.

Fonte: INR