A Direção-Geral de Educação vai realizar, durante o ano de 2012, ações de formação na área da educação especial acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua de Professores.
Uma das ações terá como temática O Braille e a Orientação e Mobilidade.
A informação detalhada sobre esta acção e o resoetivo processo de candidatura encontra-se disponível em http://www.dgidc.min-edu.pt/index.php?s=noticias¬icia=282
Divulguem e participem.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Informação e Sensibilização sobre as Doenças Neuromusculares
A Equipa de Educação Especial /SPO do Agrupamento de Escolas de Águas Santas e o CFAE maiatrofa convidam os Professores a participar num encontro de reflexão que decorrerá de acordo com as seguintes informações:
Designação? Passo a Passo? Informação e Sensibilização sobre as Doenças Neuromusculares
Calendário/horário 07/03/2012 (4.ª Feira) das 18:45 às 20:00
Local de realização ? Escola S/2.3 de Águas Santas (Rua Nova do Corim - 4425-151 Águas Santas) - Auditório
Dinamizadores: Técnicos da APN (Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares)
Organização: Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares, Equipa de Educação Especial/SPO do AE Águas Santas e CFAE maiatrofa.
Objetivos:
- Identificar Doenças Neuromusculares;
-.Reconhecer as doenças Neuromusculares como doenças raras;
- Conhecer a Distrofia Muscular de Duchenne;
- Conhecer o trabalho realizado pela APN.
Destinatários: Educadores de Infância, Docentes de Educação Especial e Docentes do Ensino Básico e Secundário.
Critérios de seleção: Ordem de chegada, até se esgotar a capacidade da sala.
Inscrição: gratuita mas sujeita a formalização.
Modo de Formalização de inscrição: Até ao dia 29 de fevereiro de 2012, por e-mail (cfaemaiatrofa@mail.telepac.pt), com indicação de:
Designação ? Passo a Passo ? Informação e Sensibilização sobre as Doenças Neuromusculares
Nome completo -
Escola em que exerce funções -
Grupo de Recrutamento ?
Ciclo de Ensino -
Telefone/telemóvel -
e-mail ?
Centro de Formação de Associação de Escolas maiatrofa
Agrupamento de Escolas de Águas Santas
Escola S/2,3 de Águas Santas - Rua Nova do Corim
4425-151 Águas Santas - MAIA
Tel.: 22 973 84 22 - 93 836 84 68- Fax: 22 973 84 21
Horário de Funcionamento: das 9:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00
www.cfaemaiatrofa.org/
Designação? Passo a Passo? Informação e Sensibilização sobre as Doenças Neuromusculares
Calendário/horário 07/03/2012 (4.ª Feira) das 18:45 às 20:00
Local de realização ? Escola S/2.3 de Águas Santas (Rua Nova do Corim - 4425-151 Águas Santas) - Auditório
Dinamizadores: Técnicos da APN (Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares)
Organização: Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares, Equipa de Educação Especial/SPO do AE Águas Santas e CFAE maiatrofa.
Objetivos:
- Identificar Doenças Neuromusculares;
-.Reconhecer as doenças Neuromusculares como doenças raras;
- Conhecer a Distrofia Muscular de Duchenne;
- Conhecer o trabalho realizado pela APN.
Destinatários: Educadores de Infância, Docentes de Educação Especial e Docentes do Ensino Básico e Secundário.
Critérios de seleção: Ordem de chegada, até se esgotar a capacidade da sala.
Inscrição: gratuita mas sujeita a formalização.
Modo de Formalização de inscrição: Até ao dia 29 de fevereiro de 2012, por e-mail (cfaemaiatrofa@mail.telepac.pt), com indicação de:
Designação ? Passo a Passo ? Informação e Sensibilização sobre as Doenças Neuromusculares
Nome completo -
Escola em que exerce funções -
Grupo de Recrutamento ?
Ciclo de Ensino -
Telefone/telemóvel -
e-mail ?
Centro de Formação de Associação de Escolas maiatrofa
Agrupamento de Escolas de Águas Santas
Escola S/2,3 de Águas Santas - Rua Nova do Corim
4425-151 Águas Santas - MAIA
Tel.: 22 973 84 22 - 93 836 84 68- Fax: 22 973 84 21
Horário de Funcionamento: das 9:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00
www.cfaemaiatrofa.org/
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
"A Inclusão do aluno cego na comunidade escolar"
Data: 08.03.2012 - das 17.30 h às 19.30 h
Local: Auditório da Esc. Sec. Padre Alberto Neto em Queluz
O Centro de Recursos de Tecnologia de Informaçao e Comunicação de Sintra, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra e diversas Associações, entre as quais a ACAPO, promovem, no âmbito da Educação Especial, vários Seminários intitulados "Formação para a comunidade – Educação Especial” a decorrer entre os dias 29 de Fevereiro e 21 de Março de 2012, em Queluz, no auditório da Escola Secundária Padre Alberto Neto.
Este ciclo de formações dirige-se à comunidade em geral, no que se incluem especialmente os pais/encarregados de educação, diretores de turma, docentes do ensino regular de diferentes áreas disciplinares, técnicos, assistentes operacionais e todos aqueles que manifestem interesse na área da educação especial, encontrando-se a sua dinamização, a cargo de especialistas em cada um dos temas, nomeadamente professores de educação especial de referência e associações com intervenção ao nível nacional.
O Seminário sobre "A inclusão do aluno cego na comunicada escolar" que se realiza no dia 2 de Março tem como orador o técnico da ACAPO, Peter Colwell e terá como conteúdos: o perfil do aluno cego, pré-requisitos para a inclusão, a autonomia pessoal e social na escola e na famíla - orientação e mobilidade, atividades de vida diária, aprendizagem - estratégias a ter em conta".
Não falte. A inscrição é gratuita. Mais informações sobre este e os restantes seminários AQUI.
Local: Auditório da Esc. Sec. Padre Alberto Neto em Queluz
O Centro de Recursos de Tecnologia de Informaçao e Comunicação de Sintra, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra e diversas Associações, entre as quais a ACAPO, promovem, no âmbito da Educação Especial, vários Seminários intitulados "Formação para a comunidade – Educação Especial” a decorrer entre os dias 29 de Fevereiro e 21 de Março de 2012, em Queluz, no auditório da Escola Secundária Padre Alberto Neto.
Este ciclo de formações dirige-se à comunidade em geral, no que se incluem especialmente os pais/encarregados de educação, diretores de turma, docentes do ensino regular de diferentes áreas disciplinares, técnicos, assistentes operacionais e todos aqueles que manifestem interesse na área da educação especial, encontrando-se a sua dinamização, a cargo de especialistas em cada um dos temas, nomeadamente professores de educação especial de referência e associações com intervenção ao nível nacional.
O Seminário sobre "A inclusão do aluno cego na comunicada escolar" que se realiza no dia 2 de Março tem como orador o técnico da ACAPO, Peter Colwell e terá como conteúdos: o perfil do aluno cego, pré-requisitos para a inclusão, a autonomia pessoal e social na escola e na famíla - orientação e mobilidade, atividades de vida diária, aprendizagem - estratégias a ter em conta".
Não falte. A inscrição é gratuita. Mais informações sobre este e os restantes seminários AQUI.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Congresso Português Reabilitação Visual
Os olhos, nas suas múltiplas funções e capacidades, constituem, na espécie humana, o mecanismo mais excelente e privilegiado do cérebro para a avaliação do meio exterior.
Ver, o poder ver, o poder retirar das capacidades funcionais do “aparelho visual” por menor que seja o contributo do componente ocular, não tem discussão. Merece todo o nosso empenho, até aos limites indizíveis da “devoção cega”, do querer e da paixão científica e humana consoladora.
O que se progrediu nos campos tecnológicos e pedagógicos no tema da reabilitação de funções visuais reduzidas ou mesmo perdidas, desde os tempos pioneiros de esplendor criativo do nosso inesquecível Engenheiro Técnico Jaime Magalhães Filipe, é um mundo de deslumbramento.
Permitir ao cérebro humano através dos mais diversos meios elaborar sobre o mundo exterior e interior, fornecendo-lhe algo de semelhante ao que o sistema visual lhe proporciona em condições normais, é um desafio para todo o investigador cientista, técnico ou pedagogo que saiba e goste de transpor obstáculos.
É para tentar responder a esse desafio que aqui nos encontramos junto ao grandioso Farol orientador da Barra de Aveiro.
Não viremos as costas ao chamamento.
Professor Doutor Ferraz de Oliveira
16 e 17 de março de 2012, em Aveiro
O Congresso Português de Reabilitação Visual (CPRV2012) é um congresso organizado por pessoas que trabalham, investigam ou têm forte interesse pela reabilitação visual. Se partilha dos mesmos interesses, este congresso dirige-se a si.
Os três vetores deste evento são:
(1) Reunião e valorização dos profissionais e recursos existentes em Portugal;
(2) Formação e desenvolvimento contínuo;
(3) Preparação dos recursos para a organização de eventos nacionais regulares e/ou eventos internacionais.
Para atingir estes objetivos a organização preparou um evento multidisciplinar repleto de palestras sobre os temas mais acuais proferidas por personalidades de referência. Tivemos a cuidado de criar espaços de discussão e de sociabilização para promover a troca de experiências e o estabelecimento de colaborações.
Para mais informações, aqui.
Ver, o poder ver, o poder retirar das capacidades funcionais do “aparelho visual” por menor que seja o contributo do componente ocular, não tem discussão. Merece todo o nosso empenho, até aos limites indizíveis da “devoção cega”, do querer e da paixão científica e humana consoladora.
O que se progrediu nos campos tecnológicos e pedagógicos no tema da reabilitação de funções visuais reduzidas ou mesmo perdidas, desde os tempos pioneiros de esplendor criativo do nosso inesquecível Engenheiro Técnico Jaime Magalhães Filipe, é um mundo de deslumbramento.
Permitir ao cérebro humano através dos mais diversos meios elaborar sobre o mundo exterior e interior, fornecendo-lhe algo de semelhante ao que o sistema visual lhe proporciona em condições normais, é um desafio para todo o investigador cientista, técnico ou pedagogo que saiba e goste de transpor obstáculos.
É para tentar responder a esse desafio que aqui nos encontramos junto ao grandioso Farol orientador da Barra de Aveiro.
Não viremos as costas ao chamamento.
Professor Doutor Ferraz de Oliveira
16 e 17 de março de 2012, em Aveiro
O Congresso Português de Reabilitação Visual (CPRV2012) é um congresso organizado por pessoas que trabalham, investigam ou têm forte interesse pela reabilitação visual. Se partilha dos mesmos interesses, este congresso dirige-se a si.
Os três vetores deste evento são:
(1) Reunião e valorização dos profissionais e recursos existentes em Portugal;
(2) Formação e desenvolvimento contínuo;
(3) Preparação dos recursos para a organização de eventos nacionais regulares e/ou eventos internacionais.
Para atingir estes objetivos a organização preparou um evento multidisciplinar repleto de palestras sobre os temas mais acuais proferidas por personalidades de referência. Tivemos a cuidado de criar espaços de discussão e de sociabilização para promover a troca de experiências e o estabelecimento de colaborações.
Para mais informações, aqui.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Respostas para pessoas surdocegas
A Casa Pia de Lisboa, através do Centro de Educação e Desenvolvimento (CED) António Aurélio da Costa Ferreira, tem vindo a disponibilizar - às pessoas surdocegas - um conjunto de respostas específicas e respostas especializadas de apoio à participação social e comunitária. No domínio das respostas específicas o CED no âmbito da Educação, Reabilitação e Inserção apoia 30 pessoas surdocegas visando promover a sua autonomia, qualidade de vida e inserção social.
Enquanto serviço especializado de apoio à participação social e comunitária são disponibilizadas as seguintes respostas:
Apoio especializado a pessoas surdocegas adultas nas suas comunidades e espaços de vida, suas famílias e organizações locais, visando a manutenção da inserção social, profissional e comunitária, designadamente das pessoas que adquiriram surdocegueira na vida adulta. Neste âmbito são apoiadas cerca de 45 pessoas adultas a nível nacional.
Atendimento avaliação e encaminhamento de pessoas com deficiência sensorial e problemas graves de comunicação que necessitem de intervenções específicas e especializadas visando melhorar a sua atividade, participação e inserção social. Esta resposta destina-se a crianças jovens e adultos que, inseridas nas suas comunidades, necessitem de apoio complementar especializado.
Informação sobre os produtos de apoio (Ajudas Técnicas) necessários à sua funcionalidade e participação, promover a sua utilização e apoiar o acesso à informação, disponibilizando-a sempre que necessário em suporte e formato acessível.
Estimulação sensorial e cognitiva visando potenciar o desenvolvimento utilizando, designadamente a sala de snoozleen.
Reconhecimento, Validação e Certificação Competências para pessoas com deficiências sensoriais, limitações de atividade e restrições de participação (surdas, cegas ou com baixa visão e surdocegas), assegurando que todas as pessoas maiores de 18 anos tenham possibilidade de elevar os seus níveis de qualificação, com vista à obtenção de uma certificação de nível básico ou secundário.
Apoio familiar, destinada a apoiar pais e familiares de pessoas surdocegas quer no domínio da organização dos espaços familiares de molde a que promovam a autonomia da pessoa surdocega quer através do funcionamento de grupos de suporte e apoio ou dotando os familiares de adequados códigos e modos de comunicação.
Residência de Apoio ou acolhimento destinada a acolher crianças, jovens e adultos surdocegos que necessitem de frequentar estruturas de acolhimento especializado afastadas da sua residência habitual, ou que, por comprovadas necessidades familiares precisem de resposta substitutiva da família.
Uma resposta nacional às pessoas surdocegas, considerando as suas diferentes características e necessidades de apoio, é ainda claramente insuficiente e sobretudo desarticulada. As pessoas surdocegas, para além da Casa Pia de Lisboa, vão encontrando respostas no âmbito do Ministério da Educação, no contexto das respostas existentes para a multideficiência, e em algumas organizações locais da área da deficiência e da reabilitação e do apoio social.
Urge, por isso, definir um modelo de intervenção articulado que potencie as várias sinergias existentes a nível nacional de modo a desenvolver e implementar um conjunto de resposta de qualidade para as pessoas surdocegas no contexto das mais recentes orientações internacionais sobre a deficiência e a reabilitação, designadamente a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU e os princípios subjacentes à Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde das Nações Unidas.
Enquanto serviço especializado de apoio à participação social e comunitária são disponibilizadas as seguintes respostas:
Apoio especializado a pessoas surdocegas adultas nas suas comunidades e espaços de vida, suas famílias e organizações locais, visando a manutenção da inserção social, profissional e comunitária, designadamente das pessoas que adquiriram surdocegueira na vida adulta. Neste âmbito são apoiadas cerca de 45 pessoas adultas a nível nacional.
Atendimento avaliação e encaminhamento de pessoas com deficiência sensorial e problemas graves de comunicação que necessitem de intervenções específicas e especializadas visando melhorar a sua atividade, participação e inserção social. Esta resposta destina-se a crianças jovens e adultos que, inseridas nas suas comunidades, necessitem de apoio complementar especializado.
Informação sobre os produtos de apoio (Ajudas Técnicas) necessários à sua funcionalidade e participação, promover a sua utilização e apoiar o acesso à informação, disponibilizando-a sempre que necessário em suporte e formato acessível.
Estimulação sensorial e cognitiva visando potenciar o desenvolvimento utilizando, designadamente a sala de snoozleen.
Reconhecimento, Validação e Certificação Competências para pessoas com deficiências sensoriais, limitações de atividade e restrições de participação (surdas, cegas ou com baixa visão e surdocegas), assegurando que todas as pessoas maiores de 18 anos tenham possibilidade de elevar os seus níveis de qualificação, com vista à obtenção de uma certificação de nível básico ou secundário.
Apoio familiar, destinada a apoiar pais e familiares de pessoas surdocegas quer no domínio da organização dos espaços familiares de molde a que promovam a autonomia da pessoa surdocega quer através do funcionamento de grupos de suporte e apoio ou dotando os familiares de adequados códigos e modos de comunicação.
Residência de Apoio ou acolhimento destinada a acolher crianças, jovens e adultos surdocegos que necessitem de frequentar estruturas de acolhimento especializado afastadas da sua residência habitual, ou que, por comprovadas necessidades familiares precisem de resposta substitutiva da família.
Uma resposta nacional às pessoas surdocegas, considerando as suas diferentes características e necessidades de apoio, é ainda claramente insuficiente e sobretudo desarticulada. As pessoas surdocegas, para além da Casa Pia de Lisboa, vão encontrando respostas no âmbito do Ministério da Educação, no contexto das respostas existentes para a multideficiência, e em algumas organizações locais da área da deficiência e da reabilitação e do apoio social.
Urge, por isso, definir um modelo de intervenção articulado que potencie as várias sinergias existentes a nível nacional de modo a desenvolver e implementar um conjunto de resposta de qualidade para as pessoas surdocegas no contexto das mais recentes orientações internacionais sobre a deficiência e a reabilitação, designadamente a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU e os princípios subjacentes à Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde das Nações Unidas.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Livros falados acessíveis através da Internet
Navegar na Internet não é tarefa fácil para quem tem deficiências visuais. Também o acesso à Cultura nem sempre é simples quando se fala de cidadãos cegos ou amblíopes. Para facilitar o acesso a obras literárias por parte deste tipo de utilizadores, a Biblioteca Pública Municipal do Porto resolveu colocar on-line a Biblioteca Sonora Digital.
Lançada no final do ano passado, a Biblioteca Sonora Digital é um novo serviço on-line, disponível através do site do Catálogo Público de Acesso em Linha das Bibliotecas Municipais do Porto, exclusivo para cidadãos com deficiências visuais. Neste site, estes cibernautas podem aceder a um repositório electrónico que inclui diversas obras em formato áudio livro existentes no acervo da Biblioteca Sonora da Biblioteca Pública Municipal do Porto (BPMP).
Segundo explicou ao iGOV o responsável da Biblioteca Sonora da BPMP, Júlio Costa, este projecto foi lançado com o intuito de contribuir «para a modernização do serviço existente nesta área (Biblioteca Sonora), facilidade de pesquisa e acesso aos conteúdos por parte do público-alvo, redução de custos de contexto, preservação de conteúdos áudio e fomentar a inclusão nas bibliotecas municipais».
A iniciativa pode ser considerada como um passo em frente da Biblioteca Sonora, um serviço da BMPB criado em 1972 destinado a ser uma alternativa de acesso a documentos e obras literárias, que passaram a estar disponíveis também em formato áudio, para que quem não pudesse ler não ficasse sem acesso a esses conteúdos. Tal como na altura a Biblioteca Sonora foi considerada pioneira no país, também hoje a Biblioteca Sonora Digital é vista por Júlio Costa da mesma forma, ao afirmar que «esta valência de disponibilização de livros falados em suporte eletrónico, designadamente na integração com o sistema integrado de gestão das bibliotecas, é, tanto quanto sabemos, pioneira em bibliotecas públicas portuguesas, constituindo mais um passo na interação com os utilizadores e garantindo bibliotecas municipais inclusivas».
Cerca de 500 obras disponíveis até Março
Baseado em SQL e num Sistema Integrado de Gestão de Bibliotecas Horizon, módulos Horizon Information Portal e Arquivo Digital, este serviço on-line permite aos utilizadores registados fazerem o download de «algumas dezenas de obras em suporte digital», revelou na altura da apresentação do projecto a autarquia portuense. Com actualizações semanais em curso, a meta traçada pela instituição é ter na Biblioteca Sonora Digital cerca de 500 obras até ao final de Março, o correspondente a mais de 2.500 horas de gravações.
Segundo Júlio Costa, durante o processo de implementação ainda surgiram algumas dificuldades, nomedamente «as decorrentes do pioneirismo e inovação da solução desenvolvida e adoptada, designadamente no que concerne à articulação com o SIGB Horizon», explica.
Mesmo com esses percalços iniciais, para o responsável pela Biblioteca Sonora já é possível apontar alguns aspectos positivos deste projecto, desde a «comodidade e facilidade de acesso remoto a conteúdos áudio digital/livros falados em modo transacional» à «redução da chamada pegada ecológica, evitando a repetição de trabalhos e custos (administrativos, de gravação e duplicação de suportes, portes de correio, etc.) e reforço da coesão e inclusão proporcionando a cidadãos deficientes visuais o acesso e fruição de leitura gravada», sublinha.
Quanto ao futuro do serviço, ainda há algum trabalho pela frente e os próximos passos já foram definidos, revela o responsável: «várias funcionalidades e aperfeiçoamentos complementares estão ainda em estudo, tendo sido já equacionada uma evolução futura no sentido da implementação das Directivas para a acessibilidade do conteúdo Web - 2.0 do W3C».
Projecto:Biblioteca Sonora Digital
Entidade: Câmara Municipal do Porto
Responsável pelo projecto:Pelouro do Conhecimento e Coesão Social - Direcção Municipal de Cultura / Departamento Municipal de Bibliotecas; Direcção Municipal de Sistemas de Informação / Departamento Municipal de Desenvolvimento de Aplicações
Tempo de Implementação: Dezembro de 2011
Tipo de Desenvolvimento: Interno e Externo (aquisição de serviços)
Parceiros de desenvolvimento: Novabase, S.A.
Contactos - Tel: 225 193 480; E-mail: bpmp@cm-porto.pt
Lançada no final do ano passado, a Biblioteca Sonora Digital é um novo serviço on-line, disponível através do site do Catálogo Público de Acesso em Linha das Bibliotecas Municipais do Porto, exclusivo para cidadãos com deficiências visuais. Neste site, estes cibernautas podem aceder a um repositório electrónico que inclui diversas obras em formato áudio livro existentes no acervo da Biblioteca Sonora da Biblioteca Pública Municipal do Porto (BPMP).
Segundo explicou ao iGOV o responsável da Biblioteca Sonora da BPMP, Júlio Costa, este projecto foi lançado com o intuito de contribuir «para a modernização do serviço existente nesta área (Biblioteca Sonora), facilidade de pesquisa e acesso aos conteúdos por parte do público-alvo, redução de custos de contexto, preservação de conteúdos áudio e fomentar a inclusão nas bibliotecas municipais».
A iniciativa pode ser considerada como um passo em frente da Biblioteca Sonora, um serviço da BMPB criado em 1972 destinado a ser uma alternativa de acesso a documentos e obras literárias, que passaram a estar disponíveis também em formato áudio, para que quem não pudesse ler não ficasse sem acesso a esses conteúdos. Tal como na altura a Biblioteca Sonora foi considerada pioneira no país, também hoje a Biblioteca Sonora Digital é vista por Júlio Costa da mesma forma, ao afirmar que «esta valência de disponibilização de livros falados em suporte eletrónico, designadamente na integração com o sistema integrado de gestão das bibliotecas, é, tanto quanto sabemos, pioneira em bibliotecas públicas portuguesas, constituindo mais um passo na interação com os utilizadores e garantindo bibliotecas municipais inclusivas».
Cerca de 500 obras disponíveis até Março
Baseado em SQL e num Sistema Integrado de Gestão de Bibliotecas Horizon, módulos Horizon Information Portal e Arquivo Digital, este serviço on-line permite aos utilizadores registados fazerem o download de «algumas dezenas de obras em suporte digital», revelou na altura da apresentação do projecto a autarquia portuense. Com actualizações semanais em curso, a meta traçada pela instituição é ter na Biblioteca Sonora Digital cerca de 500 obras até ao final de Março, o correspondente a mais de 2.500 horas de gravações.
Segundo Júlio Costa, durante o processo de implementação ainda surgiram algumas dificuldades, nomedamente «as decorrentes do pioneirismo e inovação da solução desenvolvida e adoptada, designadamente no que concerne à articulação com o SIGB Horizon», explica.
Mesmo com esses percalços iniciais, para o responsável pela Biblioteca Sonora já é possível apontar alguns aspectos positivos deste projecto, desde a «comodidade e facilidade de acesso remoto a conteúdos áudio digital/livros falados em modo transacional» à «redução da chamada pegada ecológica, evitando a repetição de trabalhos e custos (administrativos, de gravação e duplicação de suportes, portes de correio, etc.) e reforço da coesão e inclusão proporcionando a cidadãos deficientes visuais o acesso e fruição de leitura gravada», sublinha.
Quanto ao futuro do serviço, ainda há algum trabalho pela frente e os próximos passos já foram definidos, revela o responsável: «várias funcionalidades e aperfeiçoamentos complementares estão ainda em estudo, tendo sido já equacionada uma evolução futura no sentido da implementação das Directivas para a acessibilidade do conteúdo Web - 2.0 do W3C».
Projecto:Biblioteca Sonora Digital
Entidade: Câmara Municipal do Porto
Responsável pelo projecto:Pelouro do Conhecimento e Coesão Social - Direcção Municipal de Cultura / Departamento Municipal de Bibliotecas; Direcção Municipal de Sistemas de Informação / Departamento Municipal de Desenvolvimento de Aplicações
Tempo de Implementação: Dezembro de 2011
Tipo de Desenvolvimento: Interno e Externo (aquisição de serviços)
Parceiros de desenvolvimento: Novabase, S.A.
Contactos - Tel: 225 193 480; E-mail: bpmp@cm-porto.pt
Produtos de apoio para pessoas com deficiência (ajudas técnicas)
Pela publicação do Despacho n.º 894/2012, de 23 de janeiro, o Diretor do Instituto Nacional para a Reabilitação determina e regulamenta a atribuição de produtos de apoio para pessoas deficientes (tecnologias de apoio).
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