quarta-feira, 6 de junho de 2018

Retinopatia Diabética

 Retinopatia Diabética

 Retinopatia diabética
 
        índice
  1. Diabetes e Visão  Dr. A. Augusto Magalhães
  2. Edema Macular Diabético  Dr.ª Joana Reis
  3. Como classificar o Edema Macular Diabético  Dr.ª Ângela Carneiro
  4. Retinopatia Diabética: diagnóstico e tratamento  Dr. Rufino Silva
  5. Retinopatia Diabética  GER Portugal  novo
  6. Perspetivas futuras no tratamento da Retinopatia Diabética  Dr. Rufino Silva
  7. Implante para o Edema Macular Diabético Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro
  8. Eylea supera outros medicamentos para o Edema Macular Diabético  National Institutes of Health  


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    </title="topo"></span></p> <h2 style="font-family: Tahoma;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Diabetes e visão</span></h2> <h3 style="font-family: Tahoma; text-align: justify;"> <a target="_blank" href="http://www.oftalmologia-pediatrica.eu/pagina,120,124.aspx" style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><font color="#000000">A. Augusto Magalhães</font></a></h3> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Introdução<br>A diabetes é uma doença decorrente da falta de insulina ou da sua incapacidade em exercer os efeitos metabólicos a que está destinada. A primeira descrição da doença remonta ao papiro de Ebers no antigo Egipto onde é descrita como “doença do excesso de urina doce associada a emagrecimento e morte”. Trata-se de uma doença das sociedades modernas em que existe uma adulteração dos hábitos alimentares e uma excessiva tendência ao sedentarismo.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Definição<br>Os principais sintomas de diabetes são a sede, a poliuria e a perda de peso; frequentemente existem queixas de visão esborratada. O diagnóstico é confirmado laboratorialmente com a presença de uma glicemia superior a 200 mg/dl, confirmada em segunda análise. Dependendo da idade de aparecimento e do quadro clínico consideram-se dois tipo fundamentais de diabetes (tipo I – insulino dependente e tipo II – não insulino dependente) com prognósticos muito diferentes.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Manifestações oftalmológicas<br>Do ponto de vista oftalmológico a consequência mais grave é a retinopatia diabética (RD); contudo é preciso dizer que todos os segmentos do aparelho visual podem estar afectados. Começando pela superfície ocular é frequente a diminuição da sensibilidade da córnea com propensão para o aparecimento de ceratites, úlceras neurotróficas e defeitos epiteliais persistentes; as alterações corneanas são sobretudo frequentes após cirurgia ocular muitas vezes complicada pela maior demora na cicatrização. A alteração do segmento anterior mais conhecida e com maior impacto social e económico é a catarata, a qual é 4 vezes mais frequente no diabético. O risco de catarata aumenta com a duração da doença e com o mau controlo metabólico. Para além da catarata o cristalino pode ser atingido por variações rápidas dos níveis de glicemia causando visão esborratada por alterações refractivas, muitas vezes flutuantes devidas à acumulação de sorbitol.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Porque cegam os diabéticos?<br>A grande causa de cegueira por diabetes é a RD. Inicia-se com uma alteração bioquímica única: o aumento da glicose sérica; seguem-se outras alterações bioquímicas que têm como resultado modificações estruturais da membrana basal dos capilares retinianos, das células endoteliais e dos pericitos. Desta forma acaba por haver ruptura da barreira hemato-retiniana com o aparecimento de edema macular e alterações da circulação, com isquemia, que tem como consequência o desenvolvimento de neovascularização. O edema macular e a neovascularização retiniana são as grandes causas de cegueira por diabetes.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Factores de risco para retinopatia diabética<br>A RD ao fim de 15 anos está presente em 97,5% dos diabéticos tipo 1 (67,5 % na forma proliferativa) e em 77,8% dos diabéticos tipo 2 (15,5 % na forma proliferativa); os factores de risco são: a duração da diabetes, a idade, o valor da hemoglobina glicosilada e a tensão arterial. O edema macular está presente ao fim de 20 anos em 29% dos diabéticos do tipo 1 e em 28% dos diabéticos tipo 2; os factores de risco são a duração da diabetes, os valores da hemoglobina glicosilada, a proteinuria e a tensão arterial.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Tratamento<br>O tratamento da RD assenta em dois grandes pilares: o tratamento da doença sistémica e dos factores de risco e o tratamento das complicações retinianas.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Quanto ao tratamento da doença é fundamental um bom controlo metabólico: o tratamento intensivo reduz em 25 % o aparecimento de lesões e em 75% a sua progressão. É também fundamental tratar outros factores de risco conhecidos como a hipertensão arterial e as dislipidémias.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Relativamente ao tratamento da retinopatia propriamente dita, o método mais eficaz continua a ser a fotocoagulação Laser, que destruindo a retina isquémica diminui a produção de mediadores bioquímicos, fundamentalmente o “Vascular Endothelial Growth Factor” (VEGF), capazes de levar ao desenvolvimento de alterações estruturais e à cegueira. No caso de edema macular o tratamento Laser é localizado, e tem como objectivo atrasar a perda da acuidade visual; permite uma redução na diminuição da visão de 24 par 12%. Nos casos de isquemia e neovascularização da retina realiza-se panfotocoagulação (laser em grandes áreas entre as arcadas vasculares e o equador). Este procedimento permite uma redução superior a 50% no risco de cegueira nos doentes com RD proliferativa e uma regressão de 70-90% da neovascularizaçao pré-retiniana ou papilar.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Nos casos mais graves de RD com proliferação fibrovascular e/ou descolamento da retina, o tratamento é cirúrgico e deverá sempre ser efectuado em centros de referência com cirurgiões muito diferenciados neste tipo de cirurgia.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Com a crescente compreensão dos mecanismos fisiopatológicos da RD, e nomeadamente do papel fundamental do VEGF, começam a ser utilizados alguns fármacos muito promissores, capazes de inibir a proliferação vascular e as alterações da permeabilidade vascular. Os antiangiogénicos e nomeadamente um Aptamer – Pegaptanib e os anticorpos monoclonais- Bevacizumab (IgG) e Ranibizumab (antigen binding Fragment –Fab) têm-se mostrado eficazes no tratamento da neovascularização que ocorre na degenerescência macular senil e é provável que no futuro possam vir a ser muito úteis no tratamento da proliferação vascular por diabetes.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Finalmente é necessário dizer que todos os diabéticos devem ser submetidos a exames oftalmológicos cuja periodicidade deve ser decidida em função dos achados clínicos. Na diabetes tipo 1 o início da doença é normalmente conhecido com precisão, e uma vez que a RD surge em média 7 anos depois, o exame inicial é menos urgente; contudo após 20 anos de evolução 90-95 % dos doentes apresentam RD pelo que devem ser rigorosamente vigiados. Nos diabéticos tipo 2, a data do início da doença é muitas vezes desconhecida pelo que o primeiro exame deve ser efectuado de imediato; de facto o primeiro exame pode revelar lesões de RD em 20% dos casos. Posteriormente a frequência dos exames deve ser decidida pelo oftalmologista em função do estado clínico de cada doente. É no entanto necessário referir que há períodos de risco acrescido de desenvolver RD que obrigam a maiores cuidados: na puberdade e adolescência (raramente se desenvolve RD antes deste período), na gravidez, durante o equilíbrio rápido da glicemia (o inicio de tratamento com insulina está muitas vezes relacionado com o aparecimento da RD), após a cirurgia de catarata e aquando de descompensação tensional ou renal.</span></p>

    "Terminei o 9.º ano, e agora?" Novo site ajuda alunos a decidir

    A poucos dias de terminarem as aulas, o Ministério da Educação lançou um novo portal para ajudar os alunos, em particular os do 9.º ano, a decidir qual a área que querem seguir. No portal, os alunos podem pesquisar os cursos e as áreas disponíveis a partir do 10.ª ano e por área geográfica.


    O estudante pode pesquisar pelo nome do curso ou área de interesse. Se escolher, por exemplo, a palavra "informática" o portal mostra-lhe todos os cursos desta área em todo o país. O lançamento do site é acompanhado de uma campanha de divulgação junto dos alunos deste grau de ensino nas próximas semana, convidando-os a conhecer o portal. A campanha é suportada, segundo o mesmo jornal, por cartazes e brochuras de divulgação, que vão passar também a ser distribuídas nos estabelecimentos de ensino.


    As escolas também estão a ser convidadas a usar o site nas suas estratégias de orientação vocacional dos alunos do 9.º ano, através dos psicólogos escolares.


    Especialmente destinado para os alunos que querem seguir para o ensino profissional, o Ministério apresenta o portal como um "complemento" da informação sobre os cursos profissionais. Contudo, no portal da oferta educativa estão elencados mais do que este tipo de cursos.


    Existem 2555 cursos, da oferta geral do ensino básico e cursos científico-humanísticos do ensino secundário, passando pelo ensino artístico especializado, até ofertas de Educação e Formação de Adultos.


    Fonte: DN

    Lista retificada dos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI)

    Publica-se a lista retificada dos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI) com reconhecimento definitivo, nos termos do artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 129/2017, de 9 de outubro, que institui o programa "Modelo de Apoio à Vida Independente".

    1.ª Edição do Curso “Literacia Digital para o Mercado de Trabalho” para Jovens com Necessidades Educativas Especiais

    O acesso de jovens com Necessidades Educativas Especiais ao Ensino Superior e o enquadramento dos estudantes com Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental (DID), apresentam-se como dois dos aspetos mais desafiadores do sistema de educação inclusiva em Portugal.
    Tornar o ensino superior acessível a todos e mais democrático é uma tarefa do Estado e da Sociedade e exige medidas positivas no sentido de criar condições, não apenas para o acesso, mas para a sua frequência em condições de efetiva igualdade no sucesso educativo. Todas as iniciativas inclusivas, facilitadoras do acesso e da frequência de todos os estudantes no ensino superior, devem ser apoiadas.
    É neste enquadramento que surge a 1ª Edição da formação “Literacia Digital para o Mercado de Trabalho” da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, adaptada à realidade portuguesa e com a duração de quatro semestres (dois anos letivos), não conferente a grau. Há nesta formação a preocupação de responder também, à necessidade de aumentar o número de estudantes em Tecnologias no contexto nacional.
    Com início em setembro/outubro 2018 e conclusão prevista para junho de 2020, a formação destina-se a jovens com dificuldade intelectual e desenvolvimental com um grau de incapacidade até 60%. É um programa inovador e solidário e é o primeiro modelo de formação de educação inclusiva em contexto de ensino superior para deficiência intelectual a ser realizado em Portugal.
    Para mais informações sobre a formação “Literacia Digital para o Mercado de Trabalho” contacte a ESE/IPS através dos seguintes endereços de email: geral@ese.ipsantarem.pt | S. Académicos - sa@ese.ipsantarem.pt | HelpDesk - helpdesk@ese.ipsantarem.pt
    Fonte: Portugal INCoDe.2030

    segunda-feira, 4 de junho de 2018

    Inclusão no Ensino Superior: Reflexões Portugal-Brasil

    SEMINÁRIO 
    Inclusão no Ensino Superior: Evidências, Experiências, e Reflexões Portugal-Brasil

    17:00 Palestra: “Inclusão educacional na educação superior no Brasil: Políticas governamentais à permanência”, por Fabiane Adela Tonetto Costas, da Universidade Federal de Santa Maria, Brasil.

    17:45m Reflexões em torno da Universidade do Minho

    Moderadora: Anabela Cruz-Santos (Instituto de Educação, CIEd, Universidade do Minho)

    Leandro S. Almeida (Instituto de Educação, CIEd, Universidade do Minho)
    Carlos Barbosa (Gabinete para a Inclusão -GPI, Universidade do Minho)

    18.30 Encerramento



    Organização: 
    Departamento de Psicologia da Educação e Educação Especial do Instituto de Educação (DPEEE) e Gabinete para a Inclusão (GPI) da UMinho.

    Entrada livre. Será entregue um certificado de participação no final do seminário.

    Portugal sagrou-se este domingo vice-campeão de Torneio Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas

    Portugal sagrou-se este domingo vice-campeão de Torneio Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas

    Matosinhos vai ter parque aquático para crianças com necessidades especiais

    Matosinhos vai ter parque aquático para crianças com necessidades especiais - JN