segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Guia da União Mundial de Cegos para o Tratado de Marraquexe


capa da publicação
A União Mundial de Cegos (UMC) tem acompanhado o Tratado de Marraquexe desde o seu início, e em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) tem liderado a campanha internacional para promoção e implementação do tratado.

No seguimento desta linha de atuação, a UMC publicou o Guia para o Tratado de Marraquexe com a intenção de ajudar os governos que ratificaram o tratado a incorporá-lo nos seus sistemas legais. Além disso, é também uma ferramenta útil para as organizações representativas dos direitos das pessoas com deficiência, para outros grupos da sociedade civil ou até para os próprios indivíduos ao advogar a ratificação e implementação do Tratado de Marraquexe.

A publicação encontra-se disponível em Inglês, Espanhol e Francês e pode ser descarregada em: Guia completo. Está também disponível a versão do Guia de bolso em Inglês.

fonte: http://www.acessibilidade.gov.pt/

Conferência Nacional INCoDe.2030


A Iniciativa INCoDe.2030, no âmbito do Eixo 2 da Educação, tem como principal objetivo assegurar a educação das camadas mais jovens da população através do estímulo e reforço nos domínios da literacia digital e das competências digitais em todos os ciclos de ensino e de aprendizagem ao longo da vida. Essas competências, projetadas até 2030, estão associadas ao próprio exercício da cidadania. Um país com cidadãos mais proficientes no mundo digital é também um país com pessoas mais incluídas, mais participativas e mais aptas a lidar com a sociedade da qual fazem parte.
No início de dezembro irá realizar-se o 1.º Fórum desta iniciativa que se materializará através da realização de uma conferência pública na qual serão expostos e comentados os relatórios de evolução por eixo, bem como apresentados casos nacionais e internacionais de sucesso e boas práticas.
Acompanhe os principais desenvolvimentos desta Iniciativa em: http://www.incode2030.gov.pt/
Fonte: DGE

Conheça o impacto dos dispositivos móveis na saúde visual


Com o objetivo de avaliar a perceção que os consumidores têm sobre o uso prolongado de dispositivos digitais e o impacto que o mesmo pode ter na saúde ocular e na visão a longo prazo, a Novartis em parceria com o Dr. Esen Akpek, Professor de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, EUA, implementou um estudo sobre a tensão ocular causada pelo uso de dispositivos digitais.
Nesta investigação, os consumidores relataram ter sintomas como olho seco, irritação, visão turva, fadiga ocular e dores de cabeça após duas horas a olhar para um ou mais dispositivos.
Apesar disso, o estudo revela que a maioria dos entrevistados (64%) ​​não estão familiarizados com os sintomas da síndrome visual do computador e não estão preocupados com os efeitos do uso prolongado de dispositivos:
51% dos consumidores afirmam que aumentaram a utilização de dispositivos digitais em relação ao ano anterior, com 32% a prever um aumento dessa utilização no ano seguinte.
A dor de cabeça foi o sintoma mais comum, apontado por 55% dos consumidores.
64% dos consumidores são obrigados a usar dispositivos digitais durante quatro ou mais horas diárias, mas 43% dizem que a produtividade diminui após mais de quatro horas de trabalho em frente ao ecrã.
A maioria dos consumidores (74%) referem que a entidade patronal não oferece qualquer formação para minimizar a síndrome visual do computador.
10% da população corresponde aos consumidores muito ativos, ou seja, aqueles que passam a maior parte do tempo a usar dispositivos digitais, mais de 23 horas diárias combinadas em todos os equipamentos (smartphone, tablet, televisão).
A síndrome visual dos computadores é um problema de saúde pública emergente, epidémico e global, com uma prevalência 60 a 90% nos utilizadores de computador e é uma das principais causas de olho seco. Esta doença engloba um conjunto de problemas visuais resultantes da exposição visual prolongada a computadores, tablet e telemóveis.
Habitualmente, esta patologia manifesta-se como um desconforto físico temporário que pode ser sentido após várias horas à frente de um ecrã digital. Outros sintomas podem incluir olhos vermelhos, irritados ou secos, visão turva e fadiga ocular, bem como dor nas costas e pescoço e dores de cabeça. O nível de desconforto parece aumentar com o número de horas de exposição visual a dispositivos digitais.
A Síndrome de Olho Seco afeta significativamente a qualidade de vida dos doentes. Manifesta-se em 25% da população mundial, sendo mais frequente na mulher e no idoso. Em Portugal, cerca de 33% das pessoas com mais de 65 anos sofrem de olho seco.
Existe uma grande variedade de dispositivos eletrónicos que podem causar a síndrome visual do computador, especialmente quando são usados ​​simultaneamente ou quando alternam repetidamente de um dispositivo para outro. Estudos revelam que o uso prolongado de dispositivos digitais pode causar alterações no pestanejar, levando a uma maior prevalência de olho seco. Esse movimento diminui cerca de 40 a 60%, durante a exposição visual prolongada a ecrãs digitais. Uma taxa de intermitência normal é considerada entre 10 a 16 piscar de olhos por minuto, no entanto, durante o uso do dispositivo esse movimento diminui para 5 a 9.
Existem opções terapêuticas para ajudar a aliviar os sintomas e a reduzir os efeitos do olho seco. O objetivo do tratamento é melhorar a qualidade de vida, os sintomas e a função visual. É importante a mudança no ambiente de trabalho de forma a evitar tabaco, fumo, vento, ambientes muito secos e adotar uma postura visual correta no computador e na leitura. É fundamental o uso de lágrimas artificiais fundamentalmente sem conservantes e nos casos mais graves, antibióticos gerais.
Sobre o estudo
O estudo sobre a síndrome visual dos computadores foi realizado entre fevereiro e março de 2017, junto de consumidores com mais de 18 anos oriundos dos seguintes países: E.U.A., Austrália, Brasil, China, Polónia e Reino Unido. A margem de erro dos resultados é maior ou menor que 1.27%, com um nível de confiança de 95%.
Sobre Esen Akpek
Professor de Oftalmologia no Wilmer Eye Institute, Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, e Diretor da OcularSurface Disease and Dry Eye Clinic. A sua consultoria neste estudo foi patrocinada pela Novartis. Todas as opiniões expressas nesta investigação não refletem os pontos de vista da Universidade Johns Hopkins ou do Sistema de Saúde Johns Hopkins.
Sobre o Institute for the Future (IFTF)
O IFTF é uma Organização Não Governamental e independente com mais de 45 anos de experiência em ajudar qualquer tipo de Instituição a alcançar o futuro que pretende. A equipa de investigação e o estúdio de design criativo do IFTF trabalham em conjunto para fornecer uma visão prática, num mundo em rápida mudança. A rede inclui afiliados que trazem uma variedade de perspetivas e experiências para a investigação. Desde professores universitários até influenciadores independentes e empreendedores, estes profissionais ajudam o IFTF a posicionar-se na vanguarda de novas ideias e práticas em todo o mundo.
Sobre a Novartis
A Novartis disponibiliza soluções de saúde inovadoras destinadas a dar resposta às necessidades em constante evolução dos doentes e da sociedade. Sediada em Basileia, na Suíça, a Novartis dispõe de um portefólio diversificado para responder de forma adequada a estas necessidades: medicamentos inovadores, genéricos e biossimilares económicos e cuidados oculares. A Novartis é a única empresa global com posições de liderança em todas estas áreas. Em 2016, o Grupo alcançou um volume total de vendas de 48.5 mil milhões de dólares e investiu 9 mil milhões de dólares em Investigação e Desenvolvimento. As empresas do Grupo Novartis empregam aproximadamente 118 mil colaboradores, desempenhando as suas atividades em mais de 155 países. Para obter mais informações, visite http://www.novartis.pt.

Fonte: Mais Algarve

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Cientistas revertem cegueira em ratos

A retinose pigmentar era considerada irreversível

 A retinose pigmentar era considerada irreversível


Cientistas da Universidade de Oxford conseguiram reverter em ratos a cegueira provocada pela retinose pigmentar. Um ano após o tratamento, as cobaias conseguiam localizar-se melhor no ambiente em que estavam e até conseguiram reconhecer objectos.

A retinose pigmentar é a causa de cegueira mais comum entre os jovens. Atinge uma em cada 4000 pessoas no planeta e era considerada como irreversível. Graças à terapia genética, foi possível reprogramar as células da visão que restaram e aumentar a sensibilidade dos olhos das cobaias à luz. O estudo foi publicado no jornal PNAS.

Os cientistas esperam que a técnica sirva para recuperar pacientes em estágios terminais de perda de visão.

“Os efeitos da retinose pigmentar para as famílias que têm de conviver com a doença é devastador, e estivemos anos a trabalhar em novas formas de reduzir as perdas e começar a restaurar a visão”, explicou Robert MacLaren, professor da Universidade de Oxford, que conseguiu que pacientes com uma forma rara de cegueira literalmente vissem as estrelas.

“Essa nova técnica é promissora porque, ao usar uma proteína humana que está presente no próprio olho, reduzimos a hipótese de causar uma resposta imune no organismo”, acrescenta o investigador. Mesmo após a morte dos foto-receptores, as outras células da retina que não são sensíveis à luz permanecem intactas.

Os investigadores estimularam então essas células a “copiarem” a habilidade das irmãs falecidas, injectando na retina das cobaias um vírus modificado, encarregado de despejar um dos seus genes no interior das células remanescentes. Esse gene permitiu às células sobreviventes começarem a expressar a melanopsina, proteína sensível à luz.

As células tornaram-se assim capazes de responder aos estímulos visuais e transmiti-los ao cérebro, o que permitiu aos ratos cegos recuperarem a visão.

Os roedores não só melhoraram significativamente a sua resposta a estímulos visuais, como se tornaram mais capazes de reconhecer objectos no seu ambiente, e ficaram mais atentos ao que se passa à sua volta, em comparação com ratos cegos que não tinham passado pelo tratamento.

“Há um grande número de pacientes nesta situação, e a possibilidade de lhes devolver pelo menos parte da visão – usando um procedimento genético simples – é animadora”, contou Samantha de Silva, que liderou o estudo. “O nosso próximo passo será iniciar os testes clínicos em pacientes humanos”, completa.

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÃO SOCIAL PARA A INCLUSÃO

O Instituto da Segurança Social acaba de disponibilizar o "Guia Prático – Prestação Social para a Inclusão – Componente Base".

O João precisa de um cão de assistência


A Associação Portuguesa de Cães de Assistência (APCA) tem ativa desde uma Campanha de crowdfunding com o objetivo de angariar fundos para ajudar um menino de cinco anos com autismo moderado, a ter um novo amigo: um cão de assistência.

A campanha de crowdfunding, uma forma de financiamento colaborativo na plataforma PPL, pretende angariar 2.500 euros para ajudar esta família a adquirir, treinar e certificar um cão de assistência. Lançada hoje, a campanha decorre até 7 de dezembro.

O caso de autismo moderado foi diagnosticado há um ano. Nesse momento a família teve o primeiro contratempo quando o pai pede o divórcio e abandona a casa da família. Desde essa altura a situação agravou-se porque a mãe, que não trabalhava para cuidar do João, acabou por não conseguir manter a habitação e tiveram de mudar-se para casa dos avós. As despesas com as terapias do menino são quase totalmente pagas pelos avós e familiares que acabam por ter recursos muito limitados.

A mãe do João vê no cão Sinatra – o primeiro cão para autismo em Portugal certificado pela APCA, uma fonte de inspiração e adorava que o filho pudesse ter um novo amigo de quatro patas.

Para mais informações e para ajudar clique AQUI

Fonte: Boas Notícias

ABERTAS CANDIDATURAS ÀS BOLSAS DE ESTUDO A PARALÍMPICOS E SURDOLÍMPICOS

Está aberto até 12 de novembro o processo de apresentação de candidaturas para mais uma edição das Bolsas de Estudo para atletas paralímpicos e surdolímpicos, numa parceria entre o Comité Paralímpico de Portugal e os Jogos Santa Casa.


Segundo o CPP, "este projeto insere-se no Programa de Responsabilidade Social na área da Educação e materializa-se na concessão de bolsas de estudo aos atletas integrados no Programa de Preparação Paralímpica Tóquio 2020 e no Programa de Preparação Surdolímpica 2021, para apoio à sua formação académica".


De acordo com o mesmo organismo, este ano, pela primeira vez, "as condições do programa são as mesmas para a dimensão olímpica e para a dimensão paralímpica".


Fonte: Record