A Direção-Geral da Educação vai realizar uma Sessão Pública de Apresentação do Estudo Avaliação das Políticas Públicas – Inclusão de Alunos com Necessidades Educativas Especiais: O Caso dos Centros de Recursos para a Inclusão, no auditório do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira, em Lisboa, hoje, dia 4 de março de 2015, das 14:00H às 17:00H.
quarta-feira, 4 de março de 2015
Investigador de Coimbra cria calculadora para criança com deficiência motora
José Cecílio © UC - Apesar de ser adaptada, a CalcZapper mantém todas as características de uma calculadora convencional e por isso pode ser utlizada por qualquer cidadão
José Cecílio, um investigador da Universidade de Coimbra (UC), desenvolveu uma calculadora adaptada para crianças com deficiências motoras. O aparelho já está a ser usado na Escola Básica Feliciano Oleiro, do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade, em Almada.
O desenvolvimento deste equipamento, que tem formato semelhante a um 'tablet', veio na sequência de um desafio de Cecília Tomás, uma professora de Educação Especial deste agrupamento de escolas que acompanha uma menina de oito anos, portadora de tetraparesia discinética (um tipo de paralisia cerebral).
A docente incentivou o Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologias da UC a desenvolver uma aplicação de cálculo numérico para o sistema operativo Android, especificada para crianças com incapacidades motoras graves, como a Inês, explica um comunicado da UC enviado ao Boas Notícias.
Desta forma, José Cecílio, aceitou o desafio e criou a 'CalcZapper' (fotografia à esquerda), uma calculadora adaptada constítuida por um sistema que percorre conjuntos de teclas.
Quando o utilizador pretende um determinado algarismo, basta apenas apertar um botão de pressão para ativar o grupo correspondente, passando o varrimento a ser feito dentro do conjunto de teclas selecionadas, permitindo chegar ao número desejado.
"Pressionando um simples botão, é possível aceder a qualquer elemento da calculadora. Além de possuir a funcionalidade para utilizadores com incapacidades motoras, a CalcZapper mantém todas as características de uma calculadora convencional e por isso pode ser utlizada por qualquer cidadão", explica o investigador, citado pelo mesmo comunicado.
Neste momento, a ideia de José Cecílio já está a ser usada no Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade, em Almada, o que deixa o investigador "muito feliz".
Veja AQUI o vídeo demonstrativo da 'CalcZapper'.
O desenvolvimento deste equipamento, que tem formato semelhante a um 'tablet', veio na sequência de um desafio de Cecília Tomás, uma professora de Educação Especial deste agrupamento de escolas que acompanha uma menina de oito anos, portadora de tetraparesia discinética (um tipo de paralisia cerebral).
A docente incentivou o Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologias da UC a desenvolver uma aplicação de cálculo numérico para o sistema operativo Android, especificada para crianças com incapacidades motoras graves, como a Inês, explica um comunicado da UC enviado ao Boas Notícias.
Desta forma, José Cecílio, aceitou o desafio e criou a 'CalcZapper' (fotografia à esquerda), uma calculadora adaptada constítuida por um sistema que percorre conjuntos de teclas.
Quando o utilizador pretende um determinado algarismo, basta apenas apertar um botão de pressão para ativar o grupo correspondente, passando o varrimento a ser feito dentro do conjunto de teclas selecionadas, permitindo chegar ao número desejado.
"Pressionando um simples botão, é possível aceder a qualquer elemento da calculadora. Além de possuir a funcionalidade para utilizadores com incapacidades motoras, a CalcZapper mantém todas as características de uma calculadora convencional e por isso pode ser utlizada por qualquer cidadão", explica o investigador, citado pelo mesmo comunicado.
Neste momento, a ideia de José Cecílio já está a ser usada no Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade, em Almada, o que deixa o investigador "muito feliz".
Veja AQUI o vídeo demonstrativo da 'CalcZapper'.
terça-feira, 3 de março de 2015
Lançada Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa para «quebrar barreiras»
A Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa da ASP traduz-se numa plataforma online - presente no endereço www.lgpescolavirtual.pt - que contém conteúdos sobre LGP desde a descrição desta língua a módulos sobre datilografia, numerais ou mesmo formas mais comuns de saudações e cumprimentos, entre outros.
«O maior problema da comunidade surda atualmente é a barreira de comunicação existente entre o mundo surdo e o mundo ouvinte», referiu à Lusa o responsável do Departamento de Formação da ASP, Armando Baltazar.
Diário Digital / Lusa
Dia Internacional do Cuidado Auditivo.
Celebra-se hoje o Dia Internacional do Cuidado Auditivo. Por isso mesmo, a Organização Mundial de Saúde fez uma lista de alguns hábitos que podem levar à perda de audição.
São eles:
- O uso inseguro de smartphones e leitores de MP3;
- A exposição a níveis prejudiciais de som, como em discotecas, bares e eventos desportivos;
- Ouvir música recorrentemente num volume demasiado elevado.
- A exposição a níveis prejudiciais de som, como em discotecas, bares e eventos desportivos;
- Ouvir música recorrentemente num volume demasiado elevado.
A GAES – Centros Auditivos realizou um estudo onde se conclui que 60% dos portugueses prefere ouvir música com headphones durante, em média, 1h40 por dia. Os sítios onde preferem ouvir música são os transportes públicos.
“São especialmente os jovens com idades entre os 18 e os 30 anos que mais admitem ouvir música com o volume muito alto”, lê-se no comunicado enviado pela empresa, que alerta ainda para o facto da exposição continuada a sons elevados (acima de 85 decibéis), poder levar à surdez.
Assim sendo, a OMS e a GAES recomenda uma “prevenção e educação auditiva”, chamando a atenção dos pais para as idas aos otorrinolaringologistas e para o controlo nos ‘hábitos auditivos’ dos filhos.
segunda-feira, 2 de março de 2015
Subsídio para Alunos de Educação Especial 2014/2015
A Segurança Social publicou recentemente um aviso sobre o Subsídio para Alunos de Educação Especial dando a indicação de que já é possível requerer o referido apoio.
Estão disponíveis os impressos de requisição do subsídio e de apresentação da declaração médica bem como indicações úteis sobre como atuar para completar o processo de requisição de acordo com cada grupo etário do jovem envolvido.
Reproduzimos em baixo a informação apresentada para maior comodidade dos nossos leitores:
Subsídio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial
Formulário de requerimento para o ano letivo 2014/2015
Os formulários para requerimento do Subsidio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial, para o ano letivo 2014/2015, já se encontram disponíveis no Portal da Segurança Social:
- Mod. RP 5020/2014-DGSS – Subsídio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial e
- Mod. RP 5020/1/2014-DGSS – Declaração Médica.
Onde são entregues os requerimentos com a declaração médica:
Crianças dos 0 aos 6 anosNas Equipas Locais de Intervenção do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância.Os contactos podem ser obtidos no microsite do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância selecionando a opção “Rede de Serviços”.Nos concelhos sem cobertura da Rede de Serviços do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância, os requerimentos devem ser entregues nos Serviços da Segurança Social, exceto nos casos de crianças dos 3 aos 6 anos, que frequentem estabelecimentos de educação pré-escolar da rede pública.Nestes casos, crianças dos 3 aos 6 anos que frequentem estabelecimentos de educação pré-escolar da rede pública, os requerimentos devem ser apresentados no respetivo agrupamento escolar.
Crianças e Jovens dos 6 aos 18 anos
No respetivo agrupamento escolar.Jovens dos 18 aos 24 anos
Nos Serviços da Segurança Social.
Músicos com síndrome de Down e autismo vão representar a Finlândia na Eurovisão
Formado em 2009, o grupo usa a música punk para contar as dificuldades que enfrenta no dia-a-dia. Este ano vão representar a Finlândia no Festival Eurovisão da Canção.
No próximo festival da Eurovisão, a Finlândia será representada por uma bandapunk Pertti Kurikan Nimipäivät cujos elementos sofrem de síndrome de Down e autismo. O grupo foi escolhido pelo público num programa televisivo finlandês e vai levar a Viena o tema “Aina mun pitää” (“Tenho sempre de”) que fala sobre de estarmos continuamente a fazer coisas. “Porque se uma pessoa não faz nada, cai no aborrecimento e na decadência”, disse Kari Aalto, um dos músicos, citadopelo jornal ABC.
Tudo começou em 2009 durante uma oficina cultural para pessoas com necessidades especiais. Pertti Kurikka, Kari Aalto, Sami Helle e Toni Välitalo, criaram uma banda com guitarrista, voz, baixo e bateria, respetivamente. Gostaram tanto da experiência que decidiram começar a fazer versões de outros grupos punk locais e a criar temas originais. O primeiro disco “Ei yhteiskunta yhtä miestä kaipaa” (que o ABC traduziu como “Ninguém é imprescindível na sociedade”) surgiu em 2010 com três versões e três originais.
Os temas dos músicos, cheios de energia nas atuações, incidem muitas vezes nas dificuldades que os próprios encontram no dia-a-dia. O punk é para os artistas a forma ideal de expressarem os sentimentos e a raiva, e “dizer as coisas como são”, diz Kari Aalto. “Fazer música é muito divertido. Se não existisse a música, o mundo seria um lugar totalmente estúpido.”
A Finlândia leva mais uma vez ao festival uma proposta de música alternativa. Lembre-se que em 2006, o grupo de hard rock Lordi venceu o festival com a música “Hard Rock Hallelujah” e que em 2014 a banda de rock alternativo Softengine conseguiu um décimo primeiro lugar.
“Hard Rock Hallelujah”, Lordi
“Something Better”, Softengine
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domingo, 1 de março de 2015
Guia de boas práticas na Educação Inclusiva
O “Guia de Boas Práticas na Educação Inclusiva” foi elaborado pela ONG Save the Children. Um documento que ao longo de suas 200 páginas traz uma visão que, em algumas partes do mundo, é agora uma realidade. Um guia indispensável para quem quer pensar e fazer educação inclusiva. O download gratuito e pode ser feito clicando aqui!
O texto a seguir, foi traduzido (tradução livre – o guia é em espanhol) retirado da apresentação do guia:
O direito à educação é universalmente reconhecido desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Além disso, a Convenção sobre os Direitos da Criança reconhece esse direito para todas as crianças. Em 2000, um relatório da UNESCO afirma que a inclusão de todas as crianças devem ser atingidas até 2015, incluindo: crianças de minorias étnicas desfavorecidas; com necessidades especiais; as que pertecem a populações de imigrantes, comunidades remotas, isoladas ou de extrema pobreza. Em 2008, durante a 48a Conferência Internacional de Educação da UNESCO, os Ministros da Educação e chefes de delegação de 153 Estados-membros afirmaram que a educação inclusiva e de qualidade é fundamental para alcançar o desenvolvimento humano, social e econômico.
Quer ler mais e ter acesso a todas as informações? Não deixe de acessar o guia. =)
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