sábado, 16 de novembro de 2019
MOOC Tecnologias para a Inclusão e Acessibilidade
Tecnologias para a Inclusão e Acessibilidade é o tema do MOOC (Massive Open Online Course), desenvolvido pela Direção-Geral da Educação, com início a 13 de janeiro e término a 1 de março de 2020.
O curso pretende promover a utilização de tecnologias educativas e de acessibilidade junto dos professores e da comunidade educativa em geral.
O curso correspondendo a 30 horas de trabalho.
O MOOC Tecnologias para a Inclusão e Acessibilidade está estruturado em cinco módulos nucleares e incide nas seguintes temáticas: Desenho Universal para a Aprendizagem – Acessibilidade Digital – Tecnologias e Produtos de Apoio – Software e Recursos Livres – Tecnologias Móveis e APPs.
Esta formação não está acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores, sendo que a sua conclusão permite a obtenção de um Certificado de Conclusão do Curso.
Inscrições: até dia 17 de janeiro 2020, link para ficha de inscrição.
Fonte: DGE
SER SURDO (música)
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Dia do Cuidador Informal
O Estatuto do Cuidador Informal, publicado a 6 de setembro,
vem regular os direitos e os deveres do cuidador e da pessoa cuidada, estabelecendo
as respetivas medidas de apoio. Contudo, ainda não se sabe sobre o efeito e
impacto do estatuto aprovado em Setembro, que ainda tem de ser regulamentado. Apesar
do estatuto do cuidador informal ter sido publicado em Diário da República em setembro, e o Governo tem quatro meses para o regulamentar.
Com o novo estatuto, os cuidadores informais conseguiram o
reconhecimento jurídico, tendo sido criada uma estrutura na qual estão
contemplados alguns direitos e deveres, tanto para os cuidadores como para a
pessoa cuidada. Contudo, ainda falta
ainda muita informação sobre os detalhes desse estatuto e o impacto direto que
terá na vida de quem há já tanto tempo cuida de alguém.
A assinalar o dia do Cuidador Informal, Marcelo Rebelo de
Sousa publicou uma nota no site da Presidência, lembrando a importância deste
estatuto. "Uma causa que reuniu o apoio de todos os partidos políticos que
o aprovaram, e que o Presidente da República sempre defendeu e continuará a
defender."
Por enquanto ainda nada influencia diretamente a vida de um
cuidador informal, pois a lei n.º100/2019 publicada a 6 de Setembro só
produzirá efeitos depois da sua regulamentação, cujo prazo ainda está a
decorrer. Contudo, na Região Autónoma da Madeira o Estatuto Regional aprovado
entrará agora em vigor, faltando apenas a articulação com as entidades
regionais.
Quem é considerado cuidador informal?
A lei permite que seja considerado como cuidador informal o
cônjuge da pessoa dependente ou o unido de facto, bem como um parente ou afim
(familiar do cônjuge) até ao quarto grau (primo). Não poderá ser, por exemplo,
um vizinho ou um amigo que viva em economia comum com a pessoa cuidada.
Será considerado cuidador informal principal alguém se viver
com a pessoa dependente e dela cuidar de forma permanente e não principal se a
acompanhar regularmente, mas não de modo permanente.
Os cuidadores principais não podem ter remuneração de uma
atividade profissional, nem pelos “serviços” que prestam ao familiar. Podem ter
direito, entre outros, a um subsídio e, finda a assistência à pessoa, a medidas
de apoio à integração no mercado de trabalho.
Os cuidadores não principais têm os mesmos laços familiares,
mas podem ter ou não rendimento profissional e receber ou não pelos cuidados
prestados. Podem beneficiar de normas para conciliar a prestação de cuidados
com a atividade profissional, entre outras medidas “de reforço à proteção
laboral”.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
terça-feira, 29 de outubro de 2019
Miopia, Hipermetropia, Presbiopia e Astigmatismo -Erros de Refracção-
- Visão e Defeitos Visuais Instituto Penido Burnier
- Distúrbios Refractivos Manual Merck
- Compreender uma prescrição para lentes Magnivisão
- Miopia Degenerativa Manuel Monteiro Pereira
- Miopia Magna Instituto Português de Retina novo
- O que é a Miopia Patológica? Saúde | Novartis
- Cirurgia Laser da Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo Joaquim Mira
- Vídeo de uma cirurgia LASIK YouTube
- Lasik e efeitos adversos Jader da Silva Alves
- Lasik: indicações, riscos e cuidados Fly to Doc
- Presbylasik Instituto de Microcirurgia Ocular novo
- Correcção da visão com lentes fáquicas Fly to Doc
- Prevenção do Desenvolvimento da Miopia Rufino Ribeiro
- Lentes de contacto MiSight® diminuem progressão da miopia em crianças AlertLife
domingo, 27 de outubro de 2019
Dia do Terapeuta Ocupacional
O Terapeuta Ocupacional capacita a pessoa com estratégias que visem a autonomia nas suas rotinas diárias. Seja qual o contexto, o TO trabalha a autonomia das suas tarefas, aumentando a sua qualidade de vida
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
10 anos da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
Há 10 anos, no dia 23 de outubro de 2009, iniciou-se a vigência, em Portugal, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da Organização das Nações Unidas.
Todos os países que ratificaram esta Convenção, comprometeram-se a promover, proteger e garantir o pleno e igual gozo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade, nomeadamente a:
- Assegurar a igualdade perante a lei, incluindo o direito a possuir e a herdar bens, a controlar as suas finanças e a ter acesso a empréstimos, crédito e hipotecas;
- Promover a mobilidade pessoal, facilitando o acesso a produtos de apoio;
- Garantir o direito a uma vida autónoma, bem como o direito a casar e a constituir família;
- Incluir as crianças e jovens com deficiência no sistema educativo regular;
- Assegurar a igualdade de acesso à formação profissional, à educação para adultos e à educação permanente;
- Promover o emprego, o trabalho independente e o empreendedorismo;
- Garantir a participação na vida pública e política.
Fonte: INR
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
O que são os CAVI?
O que são os CAVI?
CAVI significa “Centro de Apoio à Vida Independente” e é o nome dado pelo Governo Português às delegações das organizações, que se queiram registar como Centros de Apoio à Vida Independente, para posteriormente se candidatarem aos projectos-piloto nacionais.
CAVI significa “Centro de Apoio à Vida Independente” e é o nome dado pelo Governo Português às delegações das organizações, que se queiram registar como Centros de Apoio à Vida Independente, para posteriormente se candidatarem aos projectos-piloto nacionais.
CAVI e CVI são a mesma coisa?
Não. CAVI, como referido antes, significa Centro de Apoio à Vida Independente e é a terminologia usada pelo Governo para se referir às delegações das organizações que querem concorrer aos projectos-piloto.
O CVI é o Centro de Vida Independente, e é uma associação independente de organismos estatais ou locais.
Não. CAVI, como referido antes, significa Centro de Apoio à Vida Independente e é a terminologia usada pelo Governo para se referir às delegações das organizações que querem concorrer aos projectos-piloto.
O CVI é o Centro de Vida Independente, e é uma associação independente de organismos estatais ou locais.
Como é a candidatura do CAVI?
Cada CAVI, após ter este estatuto no INR, terá de submeter uma candidatura aos fundos disponíveis para os projectos-piloto de Vida Independente. Estes fundos (do Portugal 2020 e outros) serão disponibilizados aos CAVI que sejam seleccionados após análise de todas as candidaturas submetidas.
Cada CAVI, após ter este estatuto no INR, terá de submeter uma candidatura aos fundos disponíveis para os projectos-piloto de Vida Independente. Estes fundos (do Portugal 2020 e outros) serão disponibilizados aos CAVI que sejam seleccionados após análise de todas as candidaturas submetidas.
No orçamento de cada CAVI estão suportados os custos com as despesas correntes (ex: água, luz, comunicações, rendas)? E o custo com os técnicos?Sim, nas verbas disponíveis para os CAVI serão contemplados os custos operacionais de cada CAVI, incluindo técnicos.
Quem gere estes pagamentos? E quem gere os pagamentos às ou aos assistentes pessoais?Todos os pagamentos têm de passar obrigatoriamente pelo CAVI e pela Associação devido às normas legais em vigor.
Os procedimentos exactos para os pagamentos às/aos assistentes pessoais ainda não estão definidos.
Os procedimentos exactos para os pagamentos às/aos assistentes pessoais ainda não estão definidos.
As candidaturas de cada CAVI serão realizadas regionalmente?Sim, cada Delegação terá de submeter a sua candidatura. (Ver penúltima questão)
Cada Delegação terá de se registar como CAVI, através de um formulário específico, disponibilizado pelo INR.
A submissão de candidaturas aos fundos ainda não está disponível.
Cada Delegação terá de se registar como CAVI, através de um formulário específico, disponibilizado pelo INR.
A submissão de candidaturas aos fundos ainda não está disponível.
A majoração relacionada com a empregabilidade de pessoas com deficiência na equipa técnica é de 10%?Não, o Governo não especifica o valor de majoração no caso das equipas técnicas terem pessoas com deficiência.
“…Os CAVI devem ser criados no seio de ONG-PD, quer sejam estas entidades com trabalho reconhecido na área da deficiência, quer se hajam constituído de raiz para efeitos de prestação de serviços de assistência pessoal. No primeiro caso, a entidade deverá constituir um núcleo/unidade autónoma para o efeito.” – Relatório de Auscultação Pública dos Modelos de Apoio à Vida Independente.
Sendo o CVI uma ONG-PD vai poder criar várias delegações a nível regional?O CVI irá criar Delegações em todas as regiões onde haja pessoas suficientes para se candidatar a CAVI.
Veja mais sobre as Delegações aqui.
Veja mais sobre as Delegações aqui.
Projeto MAVI
Conheça o Modelo de Apoio á Vida Independente:
O Decreto-Lei nº 129/2017 de 9 de outubro, aprova o programa "Modelo de Apoio à Vida Independente" (MAVI), definindo as regras e condições aplicáveis ao desenvolvimento da atividade de assistência pessoal, de criação, organização, reconhecimento e funcionamento de Centros de Apoio à Vida Independente, CAVI, bem como os requisitos de elegibilidade e o regime de concessão dos apoios técnicos e financeiros dos projetos-piloto de assistência pessoal. O programa MAVI assenta na disponibilização de assistência pessoal a pessoas com deficiência ou incapacidade, pelos CAVI, em contextos diversos, para a realização de atividades de vida diária e de mediação que estas, em razão das limitações decorrentes da sua interação com as condições do meio, não possam realizar por si próprias.
O programa MAVI tem como objetivo específico constituir-se como instrumento de garantia às pessoas com deficiência ou incapacidade das condições de acesso para o exercício dos seus direitos de cidadania e para participação nos diversos contextos de vida em igualdade com os demais.
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Google Maps introduz guia de voz para invisuais
Se a popular aplicação da Google se tornou numa ferramenta comum pela forma intuitiva como permite acompanhar as indicações do trajeto no ecrã, para pessoas invisuais ou com baixa visão esta ferramenta está agora mais completa, com o guia de voz com atualizações contínua, muitíssimo mais detalhado, incluindo sinais sonoros para a localização de passadeiras e alertas para a presença de todo o tipo de obstáculos no caminho. Como explica Wakana Sugiyama, analista de negócios na companhia, cega e com participação fundamental no processo de desenvolvimento do novo Guia de Voz.
Para já, apenas disponível para iOS e Android em inglês e japonês. Mais tarde, a versão atualizada da aplicação será introduzida a outros idiomas e geografias.
ação de formação “Desmistificar a deficiência: os desafios da comunicação”
A Plural&Singular vai ministrar uma ação de formação sobre comunicação acessível e inclusiva dirigida aos seus colaboradores e às escolas do concelho de Guimarães.
A ação de formação “Desmistificar a deficiência: os desafios da comunicação” é, neste primeiro momento, dirigida a 120 trabalhadores do município que terão a oportunidade de desconstruir mitos e preconceitos e perceber a influência que a utilização dos conceitos adequados poderá ter nas mudanças necessárias à construção de uma sociedade mais inclusiva.
Além disso, este encontro é uma oportunidade de perceber o que se deve ter em conta na produção de conteúdos e documentos acessíveis, na apresentação da informação em sites e de saber quais as tecnologias usadas por pessoas com deficiência para comunicar.
Os participantes terão, também, a possibilidade de conhecer alguns aspetos relacionados com a comunicação acessível, como atender este público e como tornar os ambientes acessíveis.
A formação dirigida aos elementos do Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência que se realizou a 26 de novembro de 2018 motivou o município a estender esta iniciativa aos seus colaboradores, mas também às escolas do concelho.
Estão previstas 14 ações de formação, uma por agrupamento escolar, o que vai permitir que 180 participantes, entre eles, professores, auxiliares da ação educativa e outros técnicos tenham mais uma oportunidade de “desmistificar a deficiência”, e de refletir sobre “os desafios da comunicação”.
Numa segunda fase, do total de 300 formandos serão selecionados 90 cuja atividade profissional se justifique para participar no nível II da ação de formação que incide na acessibilidade digital e no conhecimento de software gratuito e tecnologias de apoio que facilitem a comunicação de pessoas com diversidade funcional.
A Câmara Municipal de Guimarães, entendendo que o acesso à informação é um direito, com a aposta nesta formação quis proporcionar aos principais intervenientes nesta área uma oportunidade para comunicarem cada vez melhor e chegarem a mais pessoas.
Esta iniciativa conta com o apoio do Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência de Guimarães, que também identificou a necessidade de capacitar as pessoas para comunicar com todos os públicos independentemente da sua condição funcional.
Mais Informações
A ação de formação “Desmistificar a deficiência: os desafios da comunicação” é, neste primeiro momento, dirigida a 120 trabalhadores do município que terão a oportunidade de desconstruir mitos e preconceitos e perceber a influência que a utilização dos conceitos adequados poderá ter nas mudanças necessárias à construção de uma sociedade mais inclusiva.
Além disso, este encontro é uma oportunidade de perceber o que se deve ter em conta na produção de conteúdos e documentos acessíveis, na apresentação da informação em sites e de saber quais as tecnologias usadas por pessoas com deficiência para comunicar.
Os participantes terão, também, a possibilidade de conhecer alguns aspetos relacionados com a comunicação acessível, como atender este público e como tornar os ambientes acessíveis.
A formação dirigida aos elementos do Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência que se realizou a 26 de novembro de 2018 motivou o município a estender esta iniciativa aos seus colaboradores, mas também às escolas do concelho.
Estão previstas 14 ações de formação, uma por agrupamento escolar, o que vai permitir que 180 participantes, entre eles, professores, auxiliares da ação educativa e outros técnicos tenham mais uma oportunidade de “desmistificar a deficiência”, e de refletir sobre “os desafios da comunicação”.
Numa segunda fase, do total de 300 formandos serão selecionados 90 cuja atividade profissional se justifique para participar no nível II da ação de formação que incide na acessibilidade digital e no conhecimento de software gratuito e tecnologias de apoio que facilitem a comunicação de pessoas com diversidade funcional.
A Câmara Municipal de Guimarães, entendendo que o acesso à informação é um direito, com a aposta nesta formação quis proporcionar aos principais intervenientes nesta área uma oportunidade para comunicarem cada vez melhor e chegarem a mais pessoas.
Esta iniciativa conta com o apoio do Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência de Guimarães, que também identificou a necessidade de capacitar as pessoas para comunicar com todos os públicos independentemente da sua condição funcional.
Mais Informações
Chrome introduz funcionalidade para cegos “verem” imagens enquanto navegam na internet
Através de IA e machine learning, o browser vai passar a descrever as
imagens para ajudar cegos ou pessoas com problemas de visão a navegarem
com maior eficácia na internet.
Considerando que a componente multimédia, sobretudo as imagens, fazem
parte de toda a experiência online, quando se navega pela internet, as
pessoas com problemas de visão e os cegos passam ao lado dos conteúdos
ilustrados. A Google pretende oferecer uma solução baseada em
inteligência artificial e machine learning para gerar automaticamente
descrições para essas pessoas. Até aqui, as descrições mostradas em
Braille dependem sempre dos web designers em obedecer às normas e criar
o chamado texto alternativo para as imagens.
A equipa da Google, responsável pela divisão de acessibilidade do
Chrome, produziu uma funcionalidade que tira partido do sistema de
reconhecimento de imagens, ligando-o a um algoritmo para gerar as tais
descrições alternativas das imagens. Isto porque segundo Laura Allen,
programadora sénior e gestora da equipa, citada pela Fast Company,
existem muitos milhões de imagens online sem qualquer descrição, uma má
conduta que a afeta diretamente, visto que tem uma visão reduzida.
“Quando se está a navegar e se depara com estas imagens, basicamente
ouve-se “imagem” ou “gráfico” ou simplesmente um gigantesco número,
referente ao nome do ficheiro da imagem, que são totalmente irrelevantes”.
É explicado que a tecnologia vai permitir oferecer algumas descrições
mais detalhadas, nomeadamente explicar que uma imagem com bananas e
cocos numa bancada se trata de “uma banca de frutas e vegetais no
mercado”. Para tal recorre à sua base de dados do Google Photos,
reconhecendo os objetos e aprende a gerar descrições assertivas para os
utilizadores com visão reduzida. O importante da tecnologia parece ser a
contextualização das imagens, e não uma descrição direta dos elementos
que as compõem.
Invés de referir bananas e cocos, a ferramenta pode referer o contexto
"frutas e legumes numa banca de venda" aos utilizadores cegos.
Ainda assim, e considerando que o algoritmo não é perfeito, sempre que
tenha dúvida do teor da imagem, a decisão é fazer com que não a traduza,
de todo, para evitar confundir os utilizadores. E no processo de testes,
a Google afirma que a ferramenta já identificou 10 milhões de mensagens
em poucos meses.
Para já, o recurso começou a ser disponibilizado aos utilizadores de
forma faseada, sobretudo aos que utilizam os tais leitores de ecrã.
Esses utilizadores vão poder controlar o sistema, se apenas querem
utilizar numa página, ou manter ligado durante a navegação. A Google
adianta que neste momento apenas está disponível em inglês, mas em breve
vai chegar a outros idiomas.
Fonte:Sapo,10 out 2019 14:03
imagens para ajudar cegos ou pessoas com problemas de visão a navegarem
com maior eficácia na internet.
Considerando que a componente multimédia, sobretudo as imagens, fazem
parte de toda a experiência online, quando se navega pela internet, as
pessoas com problemas de visão e os cegos passam ao lado dos conteúdos
ilustrados. A Google pretende oferecer uma solução baseada em
inteligência artificial e machine learning para gerar automaticamente
descrições para essas pessoas. Até aqui, as descrições mostradas em
Braille dependem sempre dos web designers em obedecer às normas e criar
o chamado texto alternativo para as imagens.
A equipa da Google, responsável pela divisão de acessibilidade do
Chrome, produziu uma funcionalidade que tira partido do sistema de
reconhecimento de imagens, ligando-o a um algoritmo para gerar as tais
descrições alternativas das imagens. Isto porque segundo Laura Allen,
programadora sénior e gestora da equipa, citada pela Fast Company,
existem muitos milhões de imagens online sem qualquer descrição, uma má
conduta que a afeta diretamente, visto que tem uma visão reduzida.
“Quando se está a navegar e se depara com estas imagens, basicamente
ouve-se “imagem” ou “gráfico” ou simplesmente um gigantesco número,
referente ao nome do ficheiro da imagem, que são totalmente irrelevantes”.
É explicado que a tecnologia vai permitir oferecer algumas descrições
mais detalhadas, nomeadamente explicar que uma imagem com bananas e
cocos numa bancada se trata de “uma banca de frutas e vegetais no
mercado”. Para tal recorre à sua base de dados do Google Photos,
reconhecendo os objetos e aprende a gerar descrições assertivas para os
utilizadores com visão reduzida. O importante da tecnologia parece ser a
contextualização das imagens, e não uma descrição direta dos elementos
que as compõem.
Invés de referir bananas e cocos, a ferramenta pode referer o contexto
"frutas e legumes numa banca de venda" aos utilizadores cegos.
Ainda assim, e considerando que o algoritmo não é perfeito, sempre que
tenha dúvida do teor da imagem, a decisão é fazer com que não a traduza,
de todo, para evitar confundir os utilizadores. E no processo de testes,
a Google afirma que a ferramenta já identificou 10 milhões de mensagens
em poucos meses.
Para já, o recurso começou a ser disponibilizado aos utilizadores de
forma faseada, sobretudo aos que utilizam os tais leitores de ecrã.
Esses utilizadores vão poder controlar o sistema, se apenas querem
utilizar numa página, ou manter ligado durante a navegação. A Google
adianta que neste momento apenas está disponível em inglês, mas em breve
vai chegar a outros idiomas.
Fonte:Sapo,10 out 2019 14:03
Montepio lança cartão de débito especial para cegos
O Banco Montepio lançou esta segunda-feira um cartão de débito com uma marca “que faz toda a diferença no dia-a-dia das pessoas com deficiência visual”. Trata-se de uma pequena “ranhura”, em forma de meia-lua, posicionada num dos lados do cartão, que permite às pessoas cegas distinguir este cartão de outros, de uma forma simples e imediata, explica a instituição.
domingo, 20 de outubro de 2019
20 de outubro - Dia Mundial de Combate ao Bullying
BULLYING
Podemos definir bullying como um conjunto de comportamentos de carácter agressivo, adotados entre pares, de modo intencional e repetido, podendo afetar e causar dano – a nível físico, verbal, social/relacional, psicológico e/ou sexual – às crianças e jovens, envolvidos numa relação de desequilíbrio de poder entre o agressor e a vítima. As vítimas de bullying podem sentir maior tristeza, diminuição de autoestima, desmotivação e baixa de rendimento escolar, perturbações alimentares e de sono, e maior propensão para comportamentos depressivos.
sábado, 19 de outubro de 2019
Parque infantil inclusivo nasce em Porto de Mós
O parque infantil Almirante Vítor Trigueiro Crespo, em Porto de Mós, vai ser transformado num parque inclusivo, no âmbito de uma das candidaturas do Orçamento Participativo 2018 que a autarquia assumiu, apesar de não ser projeto vencedor.
"Além de ser exequível, o projeto estava dentro das nossas preocupações, que têm sido as acessibilidades. Aliás, temos procurado dotar todos os edifícios públicos dessas condições. Um parque infantil inclusivo era algo que não tínhamos e que seria importante para todas as crianças usufruírem", justificou à agência Lusa o presidente do Município de Porto de Mós, Jorge Vala.
Este projeto tinha ainda outra componente relacionada com as acessibilidades no castelo: "Já tínhamos realizado algumas obras no castelo, mas a proposta de criar um elevador para a torre não foi aceite pela Direção Geral do Património. A proposta do parque inclusivo pareceu-nos uma boa ideia e avançámos", explicou o autarca de Porto de Mós, no distrito de Leiria.
O atual espaço entra hoje em obras de remodelação, que incluem a acomodação de equipamentos adaptados para crianças com mobilidade reduzida, nomeadamente um carrossel e um baloiço.
"O parque é o mesmo. Já tínhamos colocado uma vela para fazer sombra e agora vamos redimensioná-lo para ser adaptado às crianças com mobilidade reduzida. Como o piso já não estava em grandes condições, vamos trocá-lo", revelou o autarca.
As obras, que têm um investimento de cerca de 40 mil euros, deverão estar concluídas no final do mês.
Fonte: RTP Noticias
18 de outubro: Dia internacional de consciencialização da Perturbação do Desenvolvimento da Linguagem (PDL)
Sabia que em Portugal cerca de 9% das crianças com necessidades educativas especiais apresentam PDL? Não é um diagnóstico raro, mas ainda é uma patologia relativamente desconhecida para população em geral.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



