terça-feira, 17 de setembro de 2019
Plano de desinstitucionalização para pessoas com deficiência
Pela Resolução da Assembleia da República n.º 163/2019, de 9 de setembro, a Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que adote uma estratégia política que garanta às pessoas com deficiência o direito a viverem de forma independente e a serem incluídas na comunidade, baseada no Comentário Geral n.º 5 do Comité sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 54/2018
Foi publicada a Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, que procede à primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva.
App para daltónicos criada por jovens vence prémio
Alunos do 11.º ano dos Pupilos do Exército desenvolveram aplicação que facilita a vida a quem não identifica cores. Participaram mais de 300 escolas.
"Color You", uma aplicação que visa integrar e facilitar o quotidiano das pessoas daltónicas, ganhou esta sexta-feira o 1.º prémio do ensino secundário do concurso Apps for Good. A final, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa atribuiu 10 prémios e contou com a participação de 22 equipas de escolas de todo o país.
Priscila Andrade, da organização do evento, explicou ao JN que a Apps for Good tem como objetivo "juntar professores e alunos para resolverem problemas sociais através do desenvolvimento e da criação de aplicações para smartphones e tablets", uma iniciativa que vai já na 5.ª edição.
Os cinco alunos do Instituto dos Pupilos do Exército, com 17 e 18 anos, explicam que a "Color You" "permite [aos daltónicos] obter informação da cor através de uma imagem retirada da galeria ou de uma fotografia". No futuro, pretendem "continuar a desenvolver a aplicação, melhorar com novas funcionalidades e incluí-la no Google Play". Cada um recebeu um tablet e uma powerbank.
Inicialmente estavam em competição mais de mil alunos, tendo sido eliminados ao longo dos quatro encontros regionais. Além do 1.º prémio do ensino secundário, foram atribuídos mais nove: 2.º e 3.º prémio do secundário, 1.º,2.º e 3.º do básico, prémio Jovem Aluna.pt, prémio do público e prémio Cooler Planet, que receberam computadores e vales.
No concurso participaram 323 escolas de todo o país, com o envolvimento de 836 professores.
Fonte: JN
"Color You", uma aplicação que visa integrar e facilitar o quotidiano das pessoas daltónicas, ganhou esta sexta-feira o 1.º prémio do ensino secundário do concurso Apps for Good. A final, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa atribuiu 10 prémios e contou com a participação de 22 equipas de escolas de todo o país.
Priscila Andrade, da organização do evento, explicou ao JN que a Apps for Good tem como objetivo "juntar professores e alunos para resolverem problemas sociais através do desenvolvimento e da criação de aplicações para smartphones e tablets", uma iniciativa que vai já na 5.ª edição.
Os cinco alunos do Instituto dos Pupilos do Exército, com 17 e 18 anos, explicam que a "Color You" "permite [aos daltónicos] obter informação da cor através de uma imagem retirada da galeria ou de uma fotografia". No futuro, pretendem "continuar a desenvolver a aplicação, melhorar com novas funcionalidades e incluí-la no Google Play". Cada um recebeu um tablet e uma powerbank.
Inicialmente estavam em competição mais de mil alunos, tendo sido eliminados ao longo dos quatro encontros regionais. Além do 1.º prémio do ensino secundário, foram atribuídos mais nove: 2.º e 3.º prémio do secundário, 1.º,2.º e 3.º do básico, prémio Jovem Aluna.pt, prémio do público e prémio Cooler Planet, que receberam computadores e vales.
No concurso participaram 323 escolas de todo o país, com o envolvimento de 836 professores.
Fonte: JN
sábado, 18 de maio de 2019
Pessoas cegas já vão poder votar nas próximas eleições em braille
Pessoas cegas já vão poder votar nas próximas eleições em braille: Pessoas cegas já vão poder votar nas próximas eleições em braille
terça-feira, 2 de abril de 2019
Mini-olimpíadas de Braga promoveram a Educação Inclusiva
A quinta edição das Mini-olimpíadas Escolares traduziu-se numa festa do desporto inclusivo que juntou, esta manhã, 254 alunos no Pavilhão da Universidade do Minho, no Campus de Gualtar. Nesta iniciativa participaram alunos do ensino básico de 12 Agrupamentos de Escolas do concelho de Braga, mas também de escolas de Vila Verde, Prado, Amares, Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho.
Vaivém com obstáculos, lançamento de bola medicinal, saltos steps, lançamento do peso, corrida de velocidade, estafetas, voleibol sentado, lançamento de precisão e Boccia, foram as modalidades em evidência nesta jornada desportiva que promoveu a educação inclusiva nas escolas.
Lídia Dias, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, marcou presença na cerimónia de abertura desta iniciativa que decorreu no âmbito do programa “Aprender com a Diferença”. “Independentemente da complexidade de cada necessidade, todos são importantes e o respeito pela diversidade humana e pela individualidade de cada um são os alicerces fundamentais de uma educação para todos”, referiu a vereadora, destacando a grande adesão das escolas a esta iniciativa, “na primeira edição estiveram presentes 112 alunos, passados cinco anos temos 254 participantes e mais escolas envolvidas”, continuou.
Durante a manhã de provas, os participantes tiveram a oportunidade de ouvir os testemunhos do presidente do Comité Paralímpico de Portugal, José Manuel Lourenço, do presidente da Federação Portuguesa de Desporto para a Pessoa com Deficiência, Mário Jorge Ribeiro Lopes, e do atleta Paralímpico do SC Braga, Luís Caravana, padrinho do evento.
“A inclusão é um direito de todos, e, como cidadãos é nosso dever estarmos conscientes das possibilidades desta inclusão nas escolas. A inclusão possibilita que todos, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade”, concluiu Lídia Dias.
Estas Mini-olimpíadas foram realizadas em colaboração com a Coordenação Local do Desporto Escolar de Braga, a Coordenação da Escola do Boccia do SC Braga, Coop21, Universidade do Minho e Escola Profissional de Braga, parceiros sociais da autarquia bracarense.
Nós estivemos lá!



Companhia de tecnologia cria Kindle em braile para cegos

O Canute 360: leitor eletrónico em Braille
Uma companhia britânica - Braille Technology - planeja lançar este ano um leitor eletrônico de livros em braile que promete melhorar a experiência de leitura para deficientes visuais. Desde que foi desenvolvido por Louis Braille no século 19, o alfabeto de pontos em relevo permitiu que milhões de pessoas com deficiência visual pudessem ler. Mas a forma impressa em papel da linguagem não é exatamente conveniente ou portátil: uma cópia da bíblia em braile pode tomar cerca de 1,5 metro de uma prateleira.
A companhia britânica Braille Technology espera mudar isso com o Canute 360, um aparelho chamado pela empresa de primeiro leitor digital multilinha de braile do mundo, capaz de mostrar nove linhas de texto por vez, ou cerca de um terço de uma página impressa. Qualquer texto que tenha sido traduzido para o braile pode ser utilizado no Canute, afirmou a companhia.
“Isso significa que você só precisa apertar o botão para avançar a cada 360 caracteres, em vez de a cada 20”, disse Stephanie Sergeant, cuja companhia Vision Through Sound fornece treinamento para pessoas cegas e tem trabalhado com a Bristol Braille. “O aparelho atualiza a linha sozinho, começando pelo topo. Então, enquanto leva um tempo para todas as linhas atualizarem, você pode começar a ler assim que pressionar o botão para avançar.”
O protótipo final do dispositivo vai entrar em produção em massa neste ano, com preço semelhante ao de notebook de alto padrão.
fonte: FORBES
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