segunda-feira, 11 de junho de 2018

iSeaBlind, a bengala tecnológica que auxilia cegos

fonte: Exame Informática  |  06.06.2018

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Investigadores do INESC TEC estão a testar uma bengala e um sistema com tecnologia GPS, Wi-Fi, RFID e visão por computador para ajudar os cegos. A bengala liga-se ao tablet ou ao telemóvel para dar a localização e vibra em caso de deteção de obstáculos.

'Lente de contacto especial' reduz progressão de miopia em crianças

fonte: DN | Lusa |

10.01.2018
 

"É possível atrasar o crescimento do olho humano com dispositivos óticos", apontam investigadores Uma equipa internacional, que inclui cientistas da Universidade do Minho (UMinho), conseguiu reduzir em 59% a progressão da miopia em crianças dos oito aos 12 anos através de uma "lente de contacto especial", anunciou hoje a academia.
Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho explica que o ensaio clínico com uma nova lente de contacto decorreu desde 2012 e concluiu que o uso daquela lente na infância "traz benefícios claros para a saúde pública, porque é na infância que os valores da miopia mais agravam, podendo disparar na fase adulta a probabilidade de problemas severos de visão".
A miopia consiste em ver mal ao longe e deve-se ao crescimento excessivo do olho, sendo que a cada milímetro que este aumenta, ganha-se três dioptrias de miopia. A equipa internacional mostrou que, após três anos, as crianças com as lentes de contacto especiais tiveram 0,5 milímetros de crescimento ocular, isto é, menos de metade face às outras crianças do estudo.
"É possível atrasar o crescimento do olho humano com dispositivos óticos", aponta no texto diretor do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental (CEORLab) do Centro de Física da UMinho, José González-Méijome, que trata esta linha de estudo precursora há 15 anos.
Estas lentes de contacto "distinguem-se pela distribuição específica da potência, o seu desenho ótico, que vai alterar a imagem que se forma na retina, estimulando menos o crescimento do olho", refere o investigador.
Segundo a UMinho, "a miopia em menores de dez anos costuma alcançar valores elevados na idade adulta e pode levar a doenças da retina e nervo ótico, como glaucoma, desprendimento da retina, mácula e mesmo a cegueira", sendo que "a probabilidade de ter estas doenças é dez vezes maior em míopes com mais de três dioptrias e até cem vezes maior para aqueles com cinco ou mais dioptrias".
Aquela "anomalia visual" tornou-se uma pandemia em diversas partes do mundo e, refere o comunicado, "prevê-se que em 2050 mais de 50% da população mundial tenha este defeito ocular, 10% da qual com miopia alta".
A UMinho salienta que as Ciências da Visão são uma área de "importância extrema a nível social e científico", referindo que CEORLab tem em curso vários estudos epidemiológicos, ensaios e parcerias.
Por exemplo, enumera, "concluiu recentemente que a miopia afeta um terço dos que ingressaram no ensino superior de 2015 a 2017, com base numa amostra a 2.000 jovens da UMinho", uma proporção que quase duplicou nos últimos 15 anos.
A equipa liga também a investigação às neurociências, entendendo melhor os processos de crescimento e controlo do globo ocular e os mecanismos de ação destes e outros tratamentos, para desenvolver dispositivos mais eficazes.
A UMinho explica ainda que "é a única instituição em Portugal e das raras da Europa com formação de licenciatura, mestrado, doutoramento e ensino a distância em Optometria e Ciências da Visão, em particular na área da miopia".
O ensaio clínico com a nova lente de contacto envolveu ainda as universidades de Aston (Reino Unido), de Waterloo (Canadá) e o Hospital Universitário de Singapura.

Weihenmayer, o maior Aventureiro Cego do Mundo

Weihenmayer a escalar uma montanha coberta de neve

foto: Erik Weihenmayer

Erik Weihenmayer nasceu em 1968 com uma DDR - uma doença degenerativa da retina, que progressivamente lhe destruiu as retinas e o levou à cegueira, quando tinha 13 anos; no entanto este evento nunca realmente limitou a sua vida. Ele é um daqueles raros indivíduos que não apenas conseguiram superar uma deficiência, mas vivem como se ela nunca tivesse acontecido.
Ele também é a única pessoa cega no mundo a ter escalado o Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, depois de ter sido o primeiro cego a escalar o El Capitán e o Aconcagua na Argentina, o cume mais alto fora da Ásia.

vídeo com áudio em português (3min)
Erik é o mais extraordinário aventureiro cego do mundo. Ele é um modelo e um exemplo mesmo para pessoas com visão normal. Montanhismo, luta livre, ciclismo, esqui, caiaque, parapente e paraquedismo fazem parte da lista de atividades que Erik já praticou. Quando era mais jovem, Erik focou-se apenas num desporto – luta livre – e chegou a representar o seu estado no Campeonato Nacional dos EUA.
Formou-se em 1993, com um mestrado e começou por ser professor. Foi nessa época que começou a escalar e a fazer trekking. Rapidamente se tornou bom nisso também. Alcançou o cume do Monte McKinley, o pico mais alto dos EUA e, em seguida, o do Kilimanjaro, na Tanzânia, o pico mais alto de África.

vídeo com legendas em português (10min)

Em 2001, Erik escalou o Monte Everest (8.850 metros de altura). Desde então escalou todas as sete montanhas mais altas dos sete continentes, os chamados Sete Cumes. Erik Weihenmayer recebeu vários prémios, entre os quais o 'National Courage Award' pela sua coragem em perseverar além dos limites que a sua condição física lhe permitia.
Um dos objetivos mais recentes e desafiadores de Erik era tornar-se a única pessoa cega a percorrer de caiaque o Grand Canyon – um trecho de 364 km que inclui mais de meia dúzia de rápidos perigosos. Passou quatro anos treinando para o desafio, mas nada poderia realmente prepará-lo para a experiência. Foi terrível, mesmo para os padrões de Erik:
“Eu estava a remar, e, de repente, senti o rio ferver debaixo de mim. Remei pela minha vida. Estava hiperventilando, em pânico total, pois sabia o que estava para vir. O rio ia virar o meu barco, derrubar-me e sugar-me. Nesta primeira vez, eu tive a sorte suficiente para chegar a um barco de segurança. Mas da próxima vez, quem sabe? Quando sou sugado para um redemoínho, não sou como as outras pessoas. Eu não vejo a luz. Não sei qual é o caminho para cima”.
 

foto: Weihenmayer desce o Grand Canyon em kayak (2014)

Erik Weihenmayer também dá palestras motivacionais e é escritor. O seu primeiro livro chama-se “Touch the Top of the World”; foi publicado em dez países e seis idiomas (sem edição em português). Este livro de memórias cheio de acção foi transformado em filme em 2006. A missão de Erik ao Everest também foi amplamente registada no documentário premiado “Farther than the Eye Can See”:

Documentário “Farther than the Eye Can See" (50min)
 
Obras de Erik Weihenmayer:
Resultado de imagem para Touch the top of the world (2001)    Resultado de imagem para ADVERSITY ADVANTAGE, THE    Resultado de imagem para No Barriers: A Blind Man's Journey to Kayak the Grand Canyon (2017)
 
  • Touch the Top of the World: A Blind Man's Journey to Climb Farther Than the Eye can See (2002)
  • The Adversity Advantage: Turning Everyday Struggles Into Everyday Greatness (2007)
  • No Barriers: A Blind Man's Journey to Kayak the Grand Canyon (2017)

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Canoagem Adaptada promove inclusão social e desportiva


Durante a manhã desta sexta-feira, 39 utentes dos Centros de Atividades Ocupacionais da Secretaria Regional da Educação de São Pedro, Santo António, Machico, Santa Cruz, Camacha, São Vicente e Câmara de Lobos participaram no VI Encontro Regional de Canoagem.

A prova, organizada pelo CNF desde 2013, foi composta por provas de canoagem nas distâncias de 100 e 200 metros em kayaks monolugares e Kayaks bilugares.

Na prova de K1 Femininos, Ana Paula do Centro de Actividades Ocupacionais (Cao) de Câmara de Lobos foi a grande vencedora, seguida por Catarina Gonçalves do Cao de Santa Cruz e Ana Lisarda do Cao S. Pedro Já nos Masculinos, Paulo Lira foi o grande vencedor, utente do Cao Santo António, Décio Sá em segundo, também do mesmo centro e Sérgio Teixeira do Cao de Machico. Nas provas de K2 mistos ou femininos, a classificação foi a seguinte: 1.º lugar, Dúlio Aguiar e Paulo Lira do Cao de Santo António, 2.º lugar José Moniz e Sérgio Teixeira do Cao Machico e 3.º lugar Rodrigo Aguiar e Carlos Barradas do Cao S. Pedro.

A entrega de prémios decorreu no Centro Náutico de São Lázaro e contou com a presença da secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais, Rita Andrade que deu os “parabéns” a todos os participantes e realçou a importância do “trabalho em rede” e “do esforço de todas as partes envolvidas para concretizar este projeto”, onde espera que todos se tenham “divertido muito, sendo isso o mais importante”.

A organização teve a colaboração da Associação Regional de Canoagem da Madeira e da Secretaria Regional da Educação, Administração dos Portos da Madeira e AAPNEM Associação de Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais da Madeira.

Fonte: dnotícias

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Retinopatia Diabética

 Retinopatia Diabética

 Retinopatia diabética
 
        índice
  1. Diabetes e Visão  Dr. A. Augusto Magalhães
  2. Edema Macular Diabético  Dr.ª Joana Reis
  3. Como classificar o Edema Macular Diabético  Dr.ª Ângela Carneiro
  4. Retinopatia Diabética: diagnóstico e tratamento  Dr. Rufino Silva
  5. Retinopatia Diabética  GER Portugal  novo
  6. Perspetivas futuras no tratamento da Retinopatia Diabética  Dr. Rufino Silva
  7. Implante para o Edema Macular Diabético Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro
  8. Eylea supera outros medicamentos para o Edema Macular Diabético  National Institutes of Health  


    Җ
    </title="topo"></span></p> <h2 style="font-family: Tahoma;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Diabetes e visão</span></h2> <h3 style="font-family: Tahoma; text-align: justify;"> <a target="_blank" href="http://www.oftalmologia-pediatrica.eu/pagina,120,124.aspx" style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><font color="#000000">A. Augusto Magalhães</font></a></h3> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Introdução<br>A diabetes é uma doença decorrente da falta de insulina ou da sua incapacidade em exercer os efeitos metabólicos a que está destinada. A primeira descrição da doença remonta ao papiro de Ebers no antigo Egipto onde é descrita como “doença do excesso de urina doce associada a emagrecimento e morte”. Trata-se de uma doença das sociedades modernas em que existe uma adulteração dos hábitos alimentares e uma excessiva tendência ao sedentarismo.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Definição<br>Os principais sintomas de diabetes são a sede, a poliuria e a perda de peso; frequentemente existem queixas de visão esborratada. O diagnóstico é confirmado laboratorialmente com a presença de uma glicemia superior a 200 mg/dl, confirmada em segunda análise. Dependendo da idade de aparecimento e do quadro clínico consideram-se dois tipo fundamentais de diabetes (tipo I – insulino dependente e tipo II – não insulino dependente) com prognósticos muito diferentes.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Manifestações oftalmológicas<br>Do ponto de vista oftalmológico a consequência mais grave é a retinopatia diabética (RD); contudo é preciso dizer que todos os segmentos do aparelho visual podem estar afectados. Começando pela superfície ocular é frequente a diminuição da sensibilidade da córnea com propensão para o aparecimento de ceratites, úlceras neurotróficas e defeitos epiteliais persistentes; as alterações corneanas são sobretudo frequentes após cirurgia ocular muitas vezes complicada pela maior demora na cicatrização. A alteração do segmento anterior mais conhecida e com maior impacto social e económico é a catarata, a qual é 4 vezes mais frequente no diabético. O risco de catarata aumenta com a duração da doença e com o mau controlo metabólico. Para além da catarata o cristalino pode ser atingido por variações rápidas dos níveis de glicemia causando visão esborratada por alterações refractivas, muitas vezes flutuantes devidas à acumulação de sorbitol.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Porque cegam os diabéticos?<br>A grande causa de cegueira por diabetes é a RD. Inicia-se com uma alteração bioquímica única: o aumento da glicose sérica; seguem-se outras alterações bioquímicas que têm como resultado modificações estruturais da membrana basal dos capilares retinianos, das células endoteliais e dos pericitos. Desta forma acaba por haver ruptura da barreira hemato-retiniana com o aparecimento de edema macular e alterações da circulação, com isquemia, que tem como consequência o desenvolvimento de neovascularização. O edema macular e a neovascularização retiniana são as grandes causas de cegueira por diabetes.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Factores de risco para retinopatia diabética<br>A RD ao fim de 15 anos está presente em 97,5% dos diabéticos tipo 1 (67,5 % na forma proliferativa) e em 77,8% dos diabéticos tipo 2 (15,5 % na forma proliferativa); os factores de risco são: a duração da diabetes, a idade, o valor da hemoglobina glicosilada e a tensão arterial. O edema macular está presente ao fim de 20 anos em 29% dos diabéticos do tipo 1 e em 28% dos diabéticos tipo 2; os factores de risco são a duração da diabetes, os valores da hemoglobina glicosilada, a proteinuria e a tensão arterial.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><br>Tratamento<br>O tratamento da RD assenta em dois grandes pilares: o tratamento da doença sistémica e dos factores de risco e o tratamento das complicações retinianas.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Quanto ao tratamento da doença é fundamental um bom controlo metabólico: o tratamento intensivo reduz em 25 % o aparecimento de lesões e em 75% a sua progressão. É também fundamental tratar outros factores de risco conhecidos como a hipertensão arterial e as dislipidémias.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Relativamente ao tratamento da retinopatia propriamente dita, o método mais eficaz continua a ser a fotocoagulação Laser, que destruindo a retina isquémica diminui a produção de mediadores bioquímicos, fundamentalmente o “Vascular Endothelial Growth Factor” (VEGF), capazes de levar ao desenvolvimento de alterações estruturais e à cegueira. No caso de edema macular o tratamento Laser é localizado, e tem como objectivo atrasar a perda da acuidade visual; permite uma redução na diminuição da visão de 24 par 12%. Nos casos de isquemia e neovascularização da retina realiza-se panfotocoagulação (laser em grandes áreas entre as arcadas vasculares e o equador). Este procedimento permite uma redução superior a 50% no risco de cegueira nos doentes com RD proliferativa e uma regressão de 70-90% da neovascularizaçao pré-retiniana ou papilar.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Nos casos mais graves de RD com proliferação fibrovascular e/ou descolamento da retina, o tratamento é cirúrgico e deverá sempre ser efectuado em centros de referência com cirurgiões muito diferenciados neste tipo de cirurgia.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Com a crescente compreensão dos mecanismos fisiopatológicos da RD, e nomeadamente do papel fundamental do VEGF, começam a ser utilizados alguns fármacos muito promissores, capazes de inibir a proliferação vascular e as alterações da permeabilidade vascular. Os antiangiogénicos e nomeadamente um Aptamer – Pegaptanib e os anticorpos monoclonais- Bevacizumab (IgG) e Ranibizumab (antigen binding Fragment –Fab) têm-se mostrado eficazes no tratamento da neovascularização que ocorre na degenerescência macular senil e é provável que no futuro possam vir a ser muito úteis no tratamento da proliferação vascular por diabetes.</span></p> <p style="font-family: Tahoma; font-size: 18.6667px; text-align: justify;"> <span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Finalmente é necessário dizer que todos os diabéticos devem ser submetidos a exames oftalmológicos cuja periodicidade deve ser decidida em função dos achados clínicos. Na diabetes tipo 1 o início da doença é normalmente conhecido com precisão, e uma vez que a RD surge em média 7 anos depois, o exame inicial é menos urgente; contudo após 20 anos de evolução 90-95 % dos doentes apresentam RD pelo que devem ser rigorosamente vigiados. Nos diabéticos tipo 2, a data do início da doença é muitas vezes desconhecida pelo que o primeiro exame deve ser efectuado de imediato; de facto o primeiro exame pode revelar lesões de RD em 20% dos casos. Posteriormente a frequência dos exames deve ser decidida pelo oftalmologista em função do estado clínico de cada doente. É no entanto necessário referir que há períodos de risco acrescido de desenvolver RD que obrigam a maiores cuidados: na puberdade e adolescência (raramente se desenvolve RD antes deste período), na gravidez, durante o equilíbrio rápido da glicemia (o inicio de tratamento com insulina está muitas vezes relacionado com o aparecimento da RD), após a cirurgia de catarata e aquando de descompensação tensional ou renal.</span></p>

    "Terminei o 9.º ano, e agora?" Novo site ajuda alunos a decidir

    A poucos dias de terminarem as aulas, o Ministério da Educação lançou um novo portal para ajudar os alunos, em particular os do 9.º ano, a decidir qual a área que querem seguir. No portal, os alunos podem pesquisar os cursos e as áreas disponíveis a partir do 10.ª ano e por área geográfica.


    O estudante pode pesquisar pelo nome do curso ou área de interesse. Se escolher, por exemplo, a palavra "informática" o portal mostra-lhe todos os cursos desta área em todo o país. O lançamento do site é acompanhado de uma campanha de divulgação junto dos alunos deste grau de ensino nas próximas semana, convidando-os a conhecer o portal. A campanha é suportada, segundo o mesmo jornal, por cartazes e brochuras de divulgação, que vão passar também a ser distribuídas nos estabelecimentos de ensino.


    As escolas também estão a ser convidadas a usar o site nas suas estratégias de orientação vocacional dos alunos do 9.º ano, através dos psicólogos escolares.


    Especialmente destinado para os alunos que querem seguir para o ensino profissional, o Ministério apresenta o portal como um "complemento" da informação sobre os cursos profissionais. Contudo, no portal da oferta educativa estão elencados mais do que este tipo de cursos.


    Existem 2555 cursos, da oferta geral do ensino básico e cursos científico-humanísticos do ensino secundário, passando pelo ensino artístico especializado, até ofertas de Educação e Formação de Adultos.


    Fonte: DN