sábado, 17 de fevereiro de 2018
Guia para Aplicação de Condições Especiais na Realização de Provas e Exames – JNE 2018.
Foi publicado o Guia para Aplicação de Condições Especiais na Realização de Provas e Exames – JNE 2018.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
“Lente de contacto especial” desenvolvida com ajuda da UMinho reduziu progressão de miopia em crianças
Uma equipa internacional, que inclui cientistas da Universidade do Minho (UMinho), conseguiu reduzir em 59% a progressão da miopia em crianças dos oito aos 12 anos através de uma “lente de contacto especial”, anunciou hoje a academia.
Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho explica que o ensaio clínico com uma nova lente de contacto decorreu desde 2012 e concluiu que o uso daquela lente na infância “traz benefícios claros para a saúde pública, porque é na infância que os valores da miopia mais agravam, podendo disparar na fase adulta a probabilidade de problemas severos de visão”.
A miopia consiste em ver mal ao longe e deve-se ao crescimento excessivo do olho, sendo que a cada milímetro que este aumenta, ganha-se três dioptrias de miopia. A equipa internacional mostrou que, após três anos, as crianças com as lentes de contacto especiais tiveram 0,5 milímetros de crescimento ocular, isto é, menos de metade face às outras crianças do estudo.
“É possível atrasar o crescimento do olho humano com dispositivos óticos”, aponta no texto diretor do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental (CEORLab) do Centro de Física da UMinho, José González-Méijome, que trata esta linha de estudo precursora há 15 anos.
Estas lentes de contacto “distinguem-se pela distribuição específica da potência, o seu desenho ótico, que vai alterar a imagem que se forma na retina, estimulando menos o crescimento do olho”, refere o investigador.
Segundo a UMinho, “a miopia em menores de dez anos costuma alcançar valores elevados na idade adulta e pode levar a doenças da retina e nervo ótico, como glaucoma, desprendimento da retina, mácula e mesmo a cegueira”, sendo que “a probabilidade de ter estas doenças é dez vezes maior em míopes com mais de três dioptrias e até cem vezes maior para aqueles com cinco ou mais dioptrias”.
Aquela “anomalia visual” tornou-se uma pandemia em diversas partes do mundo e, refere o comunicado, “prevê-se que em 2050 mais de 50% da população mundial tenha este defeito ocular, 10% da qual com miopia alta”.
A UMinho salienta que as Ciências da Visão são uma área de “importância extrema a nível social e científico”, referindo que CEORLab tem em curso vários estudos epidemiológicos, ensaios e parcerias.
Por exemplo, enumera, “concluiu recentemente que a miopia afeta um terço dos que ingressaram no ensino superior de 2015 a 2017, com base numa amostra a 2.000 jovens da UMinho”, uma proporção que quase duplicou nos últimos 15 anos.
A equipa liga também a investigação às neurociências, entendendo melhor os processos de crescimento e controlo do globo ocular e os mecanismos de ação destes e outros tratamentos, para desenvolver dispositivos mais eficazes.
A UMinho explica ainda que “é a única instituição em Portugal e das raras da Europa com formação de licenciatura, mestrado, doutoramento e ensino a distância em Optometria e Ciências da Visão, em particular na área da miopia”.
O ensaio clínico com a nova lente de contacto envolveu ainda as universidades de Aston (Reino Unido), de Waterloo (Canadá) e o Hospital Universitário de Singapura.
fonte
Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho explica que o ensaio clínico com uma nova lente de contacto decorreu desde 2012 e concluiu que o uso daquela lente na infância “traz benefícios claros para a saúde pública, porque é na infância que os valores da miopia mais agravam, podendo disparar na fase adulta a probabilidade de problemas severos de visão”.
A miopia consiste em ver mal ao longe e deve-se ao crescimento excessivo do olho, sendo que a cada milímetro que este aumenta, ganha-se três dioptrias de miopia. A equipa internacional mostrou que, após três anos, as crianças com as lentes de contacto especiais tiveram 0,5 milímetros de crescimento ocular, isto é, menos de metade face às outras crianças do estudo.
“É possível atrasar o crescimento do olho humano com dispositivos óticos”, aponta no texto diretor do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental (CEORLab) do Centro de Física da UMinho, José González-Méijome, que trata esta linha de estudo precursora há 15 anos.
Estas lentes de contacto “distinguem-se pela distribuição específica da potência, o seu desenho ótico, que vai alterar a imagem que se forma na retina, estimulando menos o crescimento do olho”, refere o investigador.
Segundo a UMinho, “a miopia em menores de dez anos costuma alcançar valores elevados na idade adulta e pode levar a doenças da retina e nervo ótico, como glaucoma, desprendimento da retina, mácula e mesmo a cegueira”, sendo que “a probabilidade de ter estas doenças é dez vezes maior em míopes com mais de três dioptrias e até cem vezes maior para aqueles com cinco ou mais dioptrias”.
Aquela “anomalia visual” tornou-se uma pandemia em diversas partes do mundo e, refere o comunicado, “prevê-se que em 2050 mais de 50% da população mundial tenha este defeito ocular, 10% da qual com miopia alta”.
A UMinho salienta que as Ciências da Visão são uma área de “importância extrema a nível social e científico”, referindo que CEORLab tem em curso vários estudos epidemiológicos, ensaios e parcerias.
Por exemplo, enumera, “concluiu recentemente que a miopia afeta um terço dos que ingressaram no ensino superior de 2015 a 2017, com base numa amostra a 2.000 jovens da UMinho”, uma proporção que quase duplicou nos últimos 15 anos.
A equipa liga também a investigação às neurociências, entendendo melhor os processos de crescimento e controlo do globo ocular e os mecanismos de ação destes e outros tratamentos, para desenvolver dispositivos mais eficazes.
A UMinho explica ainda que “é a única instituição em Portugal e das raras da Europa com formação de licenciatura, mestrado, doutoramento e ensino a distância em Optometria e Ciências da Visão, em particular na área da miopia”.
O ensaio clínico com a nova lente de contacto envolveu ainda as universidades de Aston (Reino Unido), de Waterloo (Canadá) e o Hospital Universitário de Singapura.
fonte
Voto em braille estará disponível em breve
Jornal i

A proposta prevê que existam boletins de voto com matriz em braille.
O voto em braille poderá ser uma realidade já em 2019. António Costa assegurou que só falta a Assembleia da República aprovar a proposta “em tempo útil” para que o voto em braille esteja disponível já no próximo ano.
Caso a proposta seja aprovada a tempo, haverá “condições para, no próximo ano, poder ter eleições legislativas e europeias com o boletim de voto com a matriz em braille”, garantiu o primeiro-ministro no debate quinzenal desta terça-feira.
André Silva, deputado do PAN, pediu ainda a presença de intérpretes de língua gestual nos serviços do Serviço Nacional de Saúde para que os pacientes surdos se possam expressar.
Tipografia de 1956 não deixa morrer o braille com produção industrial
O Centro Professor Albuquerque e Castro, da Santa Casa da Misericórdia do Porto, funciona desde 1956.
Concurso para atribuição de bolsa no âmbito das TIC
O Fórum Europeu das Pessoas com Deficiência e a Oracle promovem um concurso para a atribuição de uma bolsa no âmbito das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para pessoas com incapacidade, que estejam inscritos num programa de ensino superior desta área.
A bolsa será atribuída com base num projeto (ou tese) onde as necessidades de pessoas com incapacidade, em termos de acessibilidade às TIC, sejam tidas em consideração e onde sejam promovidas soluções inovadoras para melhorar o seu acesso.
As candidaturas deverão ser submetidas até ao dia 31 de janeiro e cumprir os seguintes critérios de elegibilidade:
• Ser cidadão da União Europeia e residente na UE;
• Estar matriculado numa universidade da UE durante o ano letivo 2017-2018, incluindo universidades virtuais;
• Estudar Ciências Informáticas, Engenharia Informática, Experiência do Utilizador ou algo relacionado;
• Manter um registo académico forte;
• Ter uma incapacidade.
Para mais informação visite a página da Eurocid.
Fonte: INR
Lentes de contacto inovadoras travam a miopia das crianças
Uma equipa internacional, que inclui o Centro de Física da Universidade do Minho, conseguiu reduzir em 59% a progressão da miopia em crianças dos 8 aos 12 anos. O ensaio clínico com uma nova lente de contacto decorreu desde 2012 e envolveu ainda as universidades de Aston (Reino Unido), de Waterloo (Canadá) e o Hospital Universitário de Singapura. O trabalho traz benefícios claros para a saúde pública, porque é na infância que os valores da miopia mais agravam, podendo disparar na fase adulta a probabilidade de problemas severos de visão.
A miopia consiste em ver mal ao longe e deve-se ao crescimento excessivo do olho. Por cada milímetro que este aumenta, ganha-se três dioptrias de miopia. A equipa internacional mostrou que, após três anos, as crianças com as lentes de contacto especiais tiveram 0.5 milímetros de crescimento ocular, isto é, menos de metade face às outras crianças do estudo. “É possível atrasar o crescimento do olho humano com dispositivos óticos”, diz José González-Méijome, diretor do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental (CEORLab) do Centro de Física da UMinho, que trata esta linha de estudo precursora há 15 anos. Estas lentes de contacto “distinguem-se pela distribuição específica da potência, o seu desenho ótico, que vai alterar a imagem que se forma na retina, estimulando menos o crescimento do olho”, vinca.
A miopia em menores de 10 anos costuma alcançar valores elevados na idade adulta e pode levar a doenças da retina e nervo ótico, como glaucoma, desprendimento da retina, mácula e mesmo a cegueira. A probabilidade de ter estas doenças é dez vezes maior em míopes com mais de três dioptrias e até cem vezes maior para aqueles com cinco ou mais dioptrias. Esta anomalia visual tornou-se uma pandemia em diversas partes do mundo. Prevê-se que em 2050 mais de 50% da população mundial tenha este defeito ocular, 10% da qual com miopia alta.
Projeto pioneiro
Esta área é de uma importância extrema a nível social e científico. O CEORLab tem em curso vários estudos epidemiológicos, ensaios e parcerias. Por exemplo, concluiu recentemente que a miopia afeta um terço dos que ingressaram no ensino superior de 2015 a 2017, com base numa amostra a 2000 jovens da UMinho. Essa proporção quase duplicou nos últimos 15 anos. A equipa liga também a investigação às neurociências, entendendo melhor os processos de crescimento e controlo do globo ocular e os mecanismos de ação destes e outros tratamentos, para desenvolver dispositivos mais eficazes. A UMinho é a única instituição em Portugal e das raras da Europa com formação de licenciatura, mestrado, doutoramento e ensino a distância em Optometria e Ciências da Visão, em particular na área da miopia.
José González-Méijome, Optometrista Internacional do Ano 2016, refere que todas as crianças devem realizar consultas de Optometria e Oftalmologia antes dos 6 anos e avaliações visuais periódicas desde essa idade. Já os pais e professores devem estar “especialmente atentos” para possíveis dificuldades de visão em casa e na sala de aula. Os filhos de pais míopes ou que passam pouco tempo em atividades ao ar livre podem ter um maior risco de aparecimento e desenvolvimento da miopia, realça o professor catedrático da Escola de Ciências da UMinho.
Fonte: Boas Notícias
A miopia consiste em ver mal ao longe e deve-se ao crescimento excessivo do olho. Por cada milímetro que este aumenta, ganha-se três dioptrias de miopia. A equipa internacional mostrou que, após três anos, as crianças com as lentes de contacto especiais tiveram 0.5 milímetros de crescimento ocular, isto é, menos de metade face às outras crianças do estudo. “É possível atrasar o crescimento do olho humano com dispositivos óticos”, diz José González-Méijome, diretor do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental (CEORLab) do Centro de Física da UMinho, que trata esta linha de estudo precursora há 15 anos. Estas lentes de contacto “distinguem-se pela distribuição específica da potência, o seu desenho ótico, que vai alterar a imagem que se forma na retina, estimulando menos o crescimento do olho”, vinca.
A miopia em menores de 10 anos costuma alcançar valores elevados na idade adulta e pode levar a doenças da retina e nervo ótico, como glaucoma, desprendimento da retina, mácula e mesmo a cegueira. A probabilidade de ter estas doenças é dez vezes maior em míopes com mais de três dioptrias e até cem vezes maior para aqueles com cinco ou mais dioptrias. Esta anomalia visual tornou-se uma pandemia em diversas partes do mundo. Prevê-se que em 2050 mais de 50% da população mundial tenha este defeito ocular, 10% da qual com miopia alta.
Projeto pioneiro
Esta área é de uma importância extrema a nível social e científico. O CEORLab tem em curso vários estudos epidemiológicos, ensaios e parcerias. Por exemplo, concluiu recentemente que a miopia afeta um terço dos que ingressaram no ensino superior de 2015 a 2017, com base numa amostra a 2000 jovens da UMinho. Essa proporção quase duplicou nos últimos 15 anos. A equipa liga também a investigação às neurociências, entendendo melhor os processos de crescimento e controlo do globo ocular e os mecanismos de ação destes e outros tratamentos, para desenvolver dispositivos mais eficazes. A UMinho é a única instituição em Portugal e das raras da Europa com formação de licenciatura, mestrado, doutoramento e ensino a distância em Optometria e Ciências da Visão, em particular na área da miopia.
José González-Méijome, Optometrista Internacional do Ano 2016, refere que todas as crianças devem realizar consultas de Optometria e Oftalmologia antes dos 6 anos e avaliações visuais periódicas desde essa idade. Já os pais e professores devem estar “especialmente atentos” para possíveis dificuldades de visão em casa e na sala de aula. Os filhos de pais míopes ou que passam pouco tempo em atividades ao ar livre podem ter um maior risco de aparecimento e desenvolvimento da miopia, realça o professor catedrático da Escola de Ciências da UMinho.
Fonte: Boas Notícias
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