quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Congresso Internacional Escola Inclusiva

Tema - Escola Inclusiva: Educar e Formar para a Vida Independente


Local - Casa das Histórias Paula Rego (Cascais)

Programa
08:30 – Registo dos participantes

09:30 – Mesa de abertura
• Secretário de Estado da Educação, João Marques da Costa
• Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras
• Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Artur Santos Silva (a confirmar)
• Diretor do Centro de Formação de Escolas de Cascais, José Marcelino
• Vice-Presidente da Direção da CERCICA, Rosa Maria Lucas Neto

10:15 – Conferência “Advancing Inclusive Education: Transformative Steps on the Path”
Gordon L. Porter, Inclusive Education Canada, Education Training Group, University of New Brunswick

11:00 – Coffee break

11:30 – Conferência “Educação Inclusiva: resistir pela escola que queremos”
David Rodrigues, Associação de Professores de Educação Especial, Centro de Investigação do IE/UL, Conselho Nacional de Educação
Moderador: Pedro Cunha, Direção-Geral da Educação

12:15 – Debate

12:45 – Almoço livre

14:00 – Conferência “Formação de professores para a inclusão”
Teresa Leite, Escola Superior de Educação de Lisboa, Conselho Nacional de Educação

15:00 – Painel “Escola Inclusiva de 2ª Geração”
Luísa Ucha, Secretaria de Estado da Educação - Grupo de Trabalho Escola Inclusiva
Manuela Tender, Assembleia da República - Grupo de Trabalho Educação Especial (a confirmar)
Moderadora: Filomena Pereira, Direção-Geral da Educação

16:00 – Debate

16:30 – Mesa de encerramento
• Vereador da Câmara Municipal de Cascais, Frederico Pinho de Almeida
• Diretor do Centro de Formação de Escolas de Cascais, José Marcelino
• Vice-Presidente da Direção da CERCICA, Rosa Maria Lucas Neto
Inscrições
Inscrições através do email cercica@cercica.pt
1 a 20 de novembro – 20,00€
21 de novembro a 2 de dezembro – 30,00€
A conferência terá tradução bilingue (PT/EN) e língua gestual.
 

Grupo de Trabalho para o desenvolvimento da Escola Inclusiva Despacho n.º 7617, 8 de Junho"

O relatório pode ser acedido aqui.

domingo, 20 de novembro de 2016

Centro de Marcha e Corrida de Torres Novas com treinos para deficientes visuais


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A partir de novembro, o Centro de Marcha e Corrida de Torres Novas vai promover treinos específicos para deficientes visuais, num ação pioneira ao nível dos centros atualmente em funcionamento.

Os treinos irão decorrer nesta fase inicial às terças e quintas, das 18h às 19h30, no Estádio Municipal Dr. António Alves Vieira. O objetivo é, com o decorrer da atividade, transitar para dois percursos urbanos já identificados e «amigáveis» no que se refere a obstáculos e acessibilidade.

Desta forma, o Município de Torres Novas, através do seu Centro de Marcha e Corrida, pretende promover a prática desportiva para todos, fomentando também uma melhor integração da pessoa portadora de deficiência.

De salientar que o Centro de Marcha e Corrida de Torres Novas, criado em 2014, conta atualmente com 38 atletas inscritos, distribuídos por 3 pólos no concelho – Piscinas Municipais Fernando Cunha, Pedrogão, Casais Castelos (este ultimo a iniciar a sua atividade no dia 4 de Novembro). Tem como principais objetivos promover e incentivar a prática regular de atividade física da população, combater o sedentarismo e aumentar a oferta no que a possibilidades de prática de atividade física diz respeito.
 

Alunos com necessidades especiais também têm direito ao Erasmus


Os alunos com necessidades especiais podem ir estudar para o estrangeiro através do programa Erasmus e receber ajudas financeiras para necessidades tão variadas como ter alguém que os acompanhe durante as viagens ou mesmo durante toda a estadia.


"O programa Erasmus dá apoio a todos os alunos independentemente do seu tipo de necessidade, desde um jovem celíaco ou diabético até alunos com problemas mais graves. Agora é preciso espalhar a palavra", disse Pilar Bravo, da Agência Nacional Erasmus +, durante um seminário realizado nesta quarta-feira em Lisboa sobre o tema.


Pilar Bravo lançou o repto de "espalhar a palavra" numa tentativa de alterar a atual realidade que mostra que são raríssimos os alunos com necessidades especiais que estudam uns meses no estrangeiro.


O programa Erasmus está pensado de forma a garantir que todos têm os mesmos direitos, estando por isso previstos apoios financeiros destinados a garantir que terão direito a alojamento adaptado, assistência durante a viagem, despesas com assistentes ou ajudantes, assistência médica, consultas ou adaptação do manual didático, enumerou a responsável.


Questionada por uma aluna presente no seminário, Pilar Bravo garantiu que "as despesas com o acompanhante podem ser durante todo o tempo em que o aluno está no Programa Erasmus". "As ajudas são muito amplas e flexíveis, basta justificar as necessidades. O valor atribuído é adaptado ao gasto real do estudante", sublinhou.


Um ano de antecedência


Apesar de estarem previstas ajudas, são poucos os alunos que concorrem ao Erasmus e menos ainda os que têm necessidades especiais, lamentou por seu turno o vice-reitor da Universidade de Lisboa, Luís Ferreira, também presente no seminário organizado pela Erasmus Student Network, em colaboração com a Universidade de Lisboa."Tudo é motivo para desmotivar estes estudantes, que são muitas vezes talentosos. Às vezes é logo na própria família - que tem aquela vontade de proteger - que eles encontram a primeira barreira", disse Luís Ferreira, alertando para a "tendência de as mães 'hiper-protegerem' os seus filhos".


Assim, além da tradicional bolsa para estudar e verba para as viagens, os alunos com necessidades especiais podem ter apoio financeiro adicional, bastando para isso preencher o habitual formulário de candidatura, no qual os alunos fazem uma estimativa dos custos que vai ter.


"Um aluno que quer ir estudar para a universidade da Holanda e precisa de ir de táxi para as aulas, tem de calcular esse custo e apresentar a estimativa", exemplificou Pilar Bravo.


Rita Monteiro, do Departamento de Avaliação e Garantia de Qualidade, lembrou que as candidaturas ao programa Erasmus devem ser feitas com um ano de antecedência e, no caso dos alunos com necessidades especiais, ainda devem começar mais cedo, uma vez que são necessários mais documentos.


O primeiro passo, sublinhou Rita Monteiro, "é contactar o Gabinete de Relações Internacionais/Erasmus da escola" que frequentam e a partir dai iniciar todo o processo.


Fonte: Público

Diário da República acessível a cidadãos com deficiência visual

Segundo noticia o jornal Público, com as alterações introduzidas nas funcionalidades do Diário da República online, em 2017, os cidadãos portadores de deficiência visual vão passar a ouvir “as legendas dos ecrãs de pesquisa”, o que lhes permite entrar nos diplomas que pretendem.

7 coisas que não sabes sobre a língua gestual


A 15 de novembro, assinalou-se o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa. A VISÃO Júnior conta-te alguns factos super fixes sobre esta forma de comunicação tão especial!


Já reparaste naquela senhora que ocupa um pequeno quadradinho, no canto inferior da tua televisão, e que passa o noticiário a fazer gestos com as mãos? Ela é uma intérprete: está lá para ajudar as pessoas surdas a perceber o que se está a dizer na televisão, através da língua gestual.


A língua gestual é a forma de comunicação utilizada pelas pessoas surdas e por quem comunica com elas. Em vez de palavras sonoras, esta língua usa os movimentos das mãos e expressões faciais para "falar". É uma língua especial, com palavras e gramática próprias, diferentes das que usamos na linguagem oral (a linguagem falada).


DESCOBRE SETE CURIOSIDADES SUPER FIXES SOBRE A LÍNGUA GESTUAL!


1. Assim como em diferentes países se falam línguas diferentes, também a língua gestual varia com o país. Cada país pode ter os seus gestos para a mesma palavra.


2. Quem inventou o alfabeto manual (em que que cada gesto corresponde a uma letra do alfabeto) foi um sueco chamado Pär Aron Borg que era professor. Teve a ideia ao ver uma peça de teatro em que um menino surdo comunicava por gestos. Foi também ele quem trouxe o alfabeto manual para Portugal


3. Apesar de existir um alfabeto manual, habitualmente os surdos não o usam. Costumam comunicar por gestos que correspondem a palavras inteiras ou expressões completas (já imaginaste como era difícil se tivesses que dizer letra-a-letra todas as palavras que falas?),


4. A primeira escola de surdos portuguesa nasceu na Casa Pia de Lisboa, em 1823, por ordem do rei D. João VI.


5. Portugal foi o 6º país do mundo a reconhecer uma língua gestual nacional. Desde 15 de novembro de 1997 que a Constituição da República reconhece a Língua Gestual Portuguesa (data quem se assinala o dia nacional desta língua).


6. A Língua Gestual Portuguesa também é aprendida em África. É ensinada em vários países, como Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.


7. Cada pessoa tem um nome especial em língua gestual. O nome gestual é uma espécie de alcunha e costuma depender de uma característica física ou psicológica da pessoa.


QUERES APRENDER LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA?

Na Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa - uma iniciativa da Associação de Surdos do Porto e da Escola Superior de Educação de Coimbra - podes aprender língua gestual online de forma gratuita! Só tens de fazer o teu registo no site e utilizar os materiais disponíveis para começar a aprender!


Fonte: Visão 

A pasteleira invisual que confeciona doces premiados

A pasteleira invisual que confeciona doces premiados: Na cozinha da associação Aurora Social, em Ponta Delgada, Manuela Bulhão dedica-se há duas décadas 'de corpo e alma' à confeção de doces, muitos dos quais já lhe valeram prémios, apesar de ser invisual desde os 21 anos.