segunda-feira, 23 de maio de 2016
A Suta: ESEPF: Educação especial em tese: 25 anos a formar...
A Suta: ESEPF: Educação especial em tese: 25 anos a formar...: O Departamento de Educação Especial e Psicologia da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti comemorou ontem os 25 anos a forma...
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Cegueira e amputações são drama crescente entre diabéticos
fonte: RTP

As doenças associadas à diabetes são uma preocupação crescente em Portugal, como constatou num trabalho de investigação a jornalista da Antena 1 Arlinda Brandão.
A maioria dos casos de cegueira em Portugal por causa da diabetes pode ser evitada, como revelou o presidente da Associação Protetora dos Diabéticos, Luís Gardete Correia.
Apesar de não haver números oficiais de pessoas cegas por causa da diabetes, a Direção-Geral da Saúde não hesita em apontar a doença como a principal causa de cegueira no país.
O diretor do Programa Nacional para a Diabetes, José Manuel Boavida, lamenta que muitos destes casos não tenham sido evitados por não ter ainda avançado no país um rastreio anual à população diabética e acusa as administrações regionais de saúde pelos sucessivos atrasos.
Um despacho do Ministério da Saúde dá às administrações regionais até ao final do ano para avançarem com o rastreio à retinopatia diabética.
Também o pé diabético é motivo de preocupação. Há pelo menos quatro amputações por dia em Portugal por causa da diabetes. Metade dos casos podia ser evitado se já tivesse avançado a via verde do pé diabético, prevista há mais de quatro anos.
José Manuel Boavida defende na Antena 1 que as cerca de 1.500 amputações por ano provocadas pelo pé diabético podiam baixar para metade se fossem criadas equipas especializadas em todos os hospitais.
Pretende-se evitar que nos hospitais qualquer serviço de urgência possa submeter de imediato uma pessoa a uma amputação sem que seja chamada a equipa especializada.
Esta touca vibra para ajudar os nadadores cegos | P3
Esta touca vibra para ajudar os nadadores cegos | P3: A Blind Cap, desenvolvida pela Samsung em parceria com o Comité Paralímpico de Espanha, quer mudar a forma como os nadadores cegos são avisados para dar a volta no fim da piscina
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Sala nº11: Língua Gestual Portuguesa
Obrigada meus queridos!
Sala nº11: Língua Gestual Portuguesa: Continuamos a treinar o alfabeto em Língua Gestual Portuguesa !
Sala nº11: Língua Gestual Portuguesa: Continuamos a treinar o alfabeto em Língua Gestual Portuguesa !
sábado, 14 de maio de 2016
Governo estuda prestação única para a deficiência
fonte: JN

O Governo espera incluir a prestação social única para a deficiência no Orçamento do Estado para 2017, segundo indicou a secretária de Estado Ana Sofia Antunes.
A prestação única para a deficiência está ainda em fase "de análise e de estudo de vários modelos", mas a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, tem a "expectativa" de que esta medida seja já incluída no Orçamento do Estado para 2017.
Apesar de já terem sido incluídas "um conjunto de iniciativas já neste orçamento", estas não são suficientes, sendo que a prestação social única para a deficiência poderá "reforçar um pouco os rendimentos das pessoas com deficiência", disse à agência Lusa a secretária de Estado.
De acordo com a governante, esta medida visa responder, "acima de tudo", às pessoas "com uma situação de maior debilidade, em razão do desemprego, discriminação e pobreza".
"É importante dar aqui um rendimento extra", sublinhou, recordando que "muitas pessoas com deficiência viviam exclusivamente da pensão social de invalidez, que tinha um valor exclusivo de 200 euros. 200 euros não tiram ninguém de uma situação de pobreza e muito menos permitem fazer face a despesas específicas que advêm somente da situação de deficiência".
A secretária de Estado falava à agência Lusa à margem da cerimónia de inauguração do centro de atividades ocupacionais (CAO) do Centro de Apoio a Deficientes Profundos João Paulo II, em Fátima, concelho de Ourém.
Ana Sofia Antunes realçou que o país já tem uma "resposta bastante completa" a nível de CAO - espaços destinados a pessoas com graus de funcionalidade "inferiores a 30%".
Para a governante, o problema que se enfrenta prende-se com "situações concretas de pessoas com deficiência encaminhadas para os CAO e que, provavelmente, não precisavam de estar neste tipo de resposta".
Nesse sentido, o Governo vai começar no segundo semestre "uma reavaliação de situações que estão enquadradas em CAO e que poderão ser estimuladas para outro tipo de atividade", avançou.
Face à possibilidade de encaminhar alguns desses utentes para "candidaturas a atividades socialmente úteis" ou para o mercado de trabalho, através dos incentivos à contratação de pessoas com deficiência, será possível "flexibilizar algumas vagas" nos centros de ocupação para casos mais profundos "que eventualmente possam ainda estar sem resposta", notou.
O CAO do Centro de Apoio a Deficientes Profundos João Paulo II custou cerca de "650 mil euros", sendo "fundamental para algumas das pessoas com deficiência" que estão naquele espaço, sublinhou o presidente da União das Misericórdias de Portugal (UMP), Manuel de Lemos.
O centro de atividades ocupacionais conta com 60 vagas, num espaço com salas de relaxamento, ludoteca, fisioterapia, ginásio e outros espaços para terapia ocupacional.
A prestação única para a deficiência está ainda em fase "de análise e de estudo de vários modelos", mas a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, tem a "expectativa" de que esta medida seja já incluída no Orçamento do Estado para 2017.
Apesar de já terem sido incluídas "um conjunto de iniciativas já neste orçamento", estas não são suficientes, sendo que a prestação social única para a deficiência poderá "reforçar um pouco os rendimentos das pessoas com deficiência", disse à agência Lusa a secretária de Estado.
De acordo com a governante, esta medida visa responder, "acima de tudo", às pessoas "com uma situação de maior debilidade, em razão do desemprego, discriminação e pobreza".
"É importante dar aqui um rendimento extra", sublinhou, recordando que "muitas pessoas com deficiência viviam exclusivamente da pensão social de invalidez, que tinha um valor exclusivo de 200 euros. 200 euros não tiram ninguém de uma situação de pobreza e muito menos permitem fazer face a despesas específicas que advêm somente da situação de deficiência".
A secretária de Estado falava à agência Lusa à margem da cerimónia de inauguração do centro de atividades ocupacionais (CAO) do Centro de Apoio a Deficientes Profundos João Paulo II, em Fátima, concelho de Ourém.
Ana Sofia Antunes realçou que o país já tem uma "resposta bastante completa" a nível de CAO - espaços destinados a pessoas com graus de funcionalidade "inferiores a 30%".
Para a governante, o problema que se enfrenta prende-se com "situações concretas de pessoas com deficiência encaminhadas para os CAO e que, provavelmente, não precisavam de estar neste tipo de resposta".
Nesse sentido, o Governo vai começar no segundo semestre "uma reavaliação de situações que estão enquadradas em CAO e que poderão ser estimuladas para outro tipo de atividade", avançou.
Face à possibilidade de encaminhar alguns desses utentes para "candidaturas a atividades socialmente úteis" ou para o mercado de trabalho, através dos incentivos à contratação de pessoas com deficiência, será possível "flexibilizar algumas vagas" nos centros de ocupação para casos mais profundos "que eventualmente possam ainda estar sem resposta", notou.
O CAO do Centro de Apoio a Deficientes Profundos João Paulo II custou cerca de "650 mil euros", sendo "fundamental para algumas das pessoas com deficiência" que estão naquele espaço, sublinhou o presidente da União das Misericórdias de Portugal (UMP), Manuel de Lemos.
O centro de atividades ocupacionais conta com 60 vagas, num espaço com salas de relaxamento, ludoteca, fisioterapia, ginásio e outros espaços para terapia ocupacional.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Projeto dá som a emojis para Deficientes Visuais
Uma nova associação cognitiva para pessoas com deficiência visual. É este o benefício do novo projeto batizado de Emoti Sounds. Por meio de um plugin que torna a leitura dos emoticons mais emotiva para quem usa o leitor de tela livre NVDA (NonVisual Desktop Access) em desktop, a iniciativa traz uma sensibilidade maior à interpretação das imagens que até então eram lidas de maneira fria, por meio de uma gravação de voz que descreve a imagem.
Ao instalar o plugin associado ao leitor NVDA, a ferramenta permite que as pessoas com Deficiência Visual tenham uma experiência equiparada a qualquer outro leitor na utilização de uma linguagem tão usada hoje. Como exemplo prático, o leitor de tela reproduzirá o som de um beijo, em vez de dizer “Emoticon Beijo”, por exemplo, e assim sucessivamente com as 68 imagens ‘traduzidas’ pelo plugin. A concepção dos sons contou com a colaboração da equipe do Instituto Benjamin Constant, centro de referência nacional para questões da Deficiência Visual.
O projeto é pioneiro no segmento e compreende todas as diretrizes que o Instituto valoriza, dentro do tripé que trabalhamos. Alinhando Acessibilidade, Inclusão e Cidadania. Participamos da iniciativa testando os sons e sugerindo algumas modificações. Os jovens com deficiência visual, que hoje já se comunicam através de muitos instrumentos, vão se sentir igualados ao irmão, a um amigo ou a qualquer outra pessoa, por meio desta nova leitura com os emoticons sonoros. Para quem não tem deficiência visual, este parece um projeto simples. Mas ele humaniza uma ideia. Afinal, a emoção não afeta apenas a determinados grupos de pessoas, atinge a todos os homens, comenta Maria da Gloria Almeida, Assessora da Direção Geral do Instituto Benjamin Constant.
O projeto faz parte de uma iniciativa maior que permeou toda a comunicação da TIM Live. Foi idealizado pela agência Artplan e desenvolvido com colaboração do Instituto Benjamin Constant.
Acreditamos que estamos inaugurando uma nova forma de comunicação, socialmente relevante e acessível e que promove uma mudança na vida das pessoas. Nesse projeto, a qualidade do trabalho foi artesanal, e contamos com a colaboração de um instituto que é referência para a inclusão de pessoas com deficiência visual, que foi a equipe do Benjamin Constant. Esta colaboração foi indispensável para colocar o projeto Emoti Sounds para funcionar, conta Rodolfo Medina, presidente da Artplan.
O plugin Emoti Sounds é gratuito, e está disponível para leitura em português e inglês, podendo ser utilizado por qualquer pessoa que utilize o NVDA em seu desktop. Basta instalar o plugin através da área de Add On do NVDA ou através dosite do projeto Emoti Sounds.
Gosto popular
Os emoticons têm se popularizado em todo o mundo como uma das diversas formas de comunicação na grande rede. No final do ano passado, o dicionário Oxford elegeu a figura “chorando de rir” como a palavra mais “falada” de 2015. Foi a primeira vez na história que uma imagem que representa uma ideia foi vencedora da categoria. O Oxford elege a palavra do ano considerando países que falam inglês como a primeira língua. A escolha é feita a partir de termos mais abordados no último ano, que definam um retrato da sociedade a partir das ideias e palavras mais usadas.
domingo, 8 de maio de 2016
Avaliar problemas de visão custa 28 euros por criança. Pais não pagam porque é no SNS
Ao Estado fica por cerca de 28 euros por criança o rastreio da saúde visual de mais de cinco mil bebés em centros de saúde, que acaba de arrancar nos centros de saúde do Porto e arredores. Os pais não pagam nada. Mas este é apenas o início do alargamento da oferta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em duas das áreas mais carenciadas em Portugal (oftalmologia e saúde oral). Áreas tão carenciadas que obrigam a maior parte das pessoas a recorrer ao sector privado e por isso foram eleitas como prioritárias pelo Governo.
“Hoje é um dia bom para o SNS. Foi alargado o leque de competências”, sublinhou o secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, esta sexta-feira, no centro de saúde de Rio Tinto, em Gondomar, na apresentação pública do projecto-piloto de rastreio da saúde visual, que arrancou em Abril. O projecto já permitiu fazer exames a quase meia centena de crianças (31 deram positivo e foram encaminhadas para consulta hospitalar).
Ao longo deste ano vão ser abrangidas as crianças dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) do Porto Ocidental, Porto Oriental, de Gondomar, Maia e Valongo. A verba destinada ao projecto é de 150 mil euros no primeiro ano, mas o objectivo é bem mais ambicioso: ir alargando o rastreio de base populacional a todo o país, de forma a que todas as crianças passem a ser chamadas para avaliações da sua saúde visual, pelos centros de saúde, pelo menos duas vezes até completarem cinco anos.
Como as crianças são sujeitas a uma primeira avaliação até aos dois anos, no projecto-piloto estão a ser convocados todos os bebés nascidos em 2014. O fotorrastreio permite detectar a ambliopia, designação para o chamado “olho preguiçoso”, que ocorre quando a visão num olho não se desenvolve de forma adequada, o estrabismo, a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo.
Se for detectado algum destes problemas, a criança é encaminhada para uma consulta de oftalmologia num dos dois hospitais públicos (o São João, no Porto, e o Santo António, em Lisboa) incluídos no projecto. Não será necessário esperar meses a fio, como ainda acontece em muitos hospitais, porque está é uma das especialidades mais carenciadas no SNS.
O rastreio visual precoce é fulcral, porque, se detectada a tempo, a ambliopia pode ser revertida e evitada uma eventual cegueira. O que é habitual acontecer? Muitos pais só se apercebem de que os filhos têm problemas de visão quando estes chegam à escola e se queixam.
Nas escolas, por vezes também são feitos rastreios visuais, mas a maior parte das vezes estes são promovidos por empresas de ópticas que têm intuitos comerciais, explica Rosário Varandas, do colégio da especialidade de oftalmologia da Ordem dos Médicos.
Como uma tecnologia inovadora, o rastreio é feito com a prata da casa e com uma espécie de máquina fotográfica gigante portátil, um auto-refractómetro. São enfermeiros dos centros de saúde (treinados para o efeito) que fazem o exame aos olhos das crianças. Gravados numa base de dados, os resultados são enviados para centros de leitura nos dois hospitais públicos.
Em simultâneo, avança também um projecto-piloto para a detecção precoce da degenerescência macular da idade (DMI), que é a causa mais frequente de cegueira acima dos 55 anos nos países mais evoluídos, como lembrou Maria João Quadrado, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. Estes exames vão ser associados ao rastreios, que já são efectuados há vários anos nos centros de saúde, da retinopatia diabética. O equipamento também é simples, uma câmara móvel, e, em quatro semanas, os doentes com diagnóstico positivo devem ser enviados para consulta hospitalar.
A periodicidade do exame é anual e não representa custos adicionais. Calcula-se que, a partir de 1 de Julho, sejam rastreados 37.412 diabéticos com mais de 55 anos dos quatro ACES do Porto, Maia, Valongo e Gondomar.
Até ao final de Junho, como tinha sido prometido, avançam também os primeiros projectos-piloto de saúde oral. Nesta primeira fase, serão contratados médicos dentistas para dois centros de saúde alentejanos (Portel e Montemor-o-Novo) e mais 11 da região de Lisboa e Vale do Tejo (Monte de Caparica, Moita, Fátima, Salvaterra de Magos, Cartaxo, Rio Maior, Azambuja, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Lourinhã, Mafra, Ericeira). Foram escolhidos por já terem equipamentos e higienistas orais, mas os edifícios ainda estão a ser adaptados para o efeito, explicou o secretário de Estado.
“Hoje é um dia bom para o SNS. Foi alargado o leque de competências”, sublinhou o secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, esta sexta-feira, no centro de saúde de Rio Tinto, em Gondomar, na apresentação pública do projecto-piloto de rastreio da saúde visual, que arrancou em Abril. O projecto já permitiu fazer exames a quase meia centena de crianças (31 deram positivo e foram encaminhadas para consulta hospitalar).
Ao longo deste ano vão ser abrangidas as crianças dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) do Porto Ocidental, Porto Oriental, de Gondomar, Maia e Valongo. A verba destinada ao projecto é de 150 mil euros no primeiro ano, mas o objectivo é bem mais ambicioso: ir alargando o rastreio de base populacional a todo o país, de forma a que todas as crianças passem a ser chamadas para avaliações da sua saúde visual, pelos centros de saúde, pelo menos duas vezes até completarem cinco anos.
Como as crianças são sujeitas a uma primeira avaliação até aos dois anos, no projecto-piloto estão a ser convocados todos os bebés nascidos em 2014. O fotorrastreio permite detectar a ambliopia, designação para o chamado “olho preguiçoso”, que ocorre quando a visão num olho não se desenvolve de forma adequada, o estrabismo, a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo.
Se for detectado algum destes problemas, a criança é encaminhada para uma consulta de oftalmologia num dos dois hospitais públicos (o São João, no Porto, e o Santo António, em Lisboa) incluídos no projecto. Não será necessário esperar meses a fio, como ainda acontece em muitos hospitais, porque está é uma das especialidades mais carenciadas no SNS.
O rastreio visual precoce é fulcral, porque, se detectada a tempo, a ambliopia pode ser revertida e evitada uma eventual cegueira. O que é habitual acontecer? Muitos pais só se apercebem de que os filhos têm problemas de visão quando estes chegam à escola e se queixam.
Nas escolas, por vezes também são feitos rastreios visuais, mas a maior parte das vezes estes são promovidos por empresas de ópticas que têm intuitos comerciais, explica Rosário Varandas, do colégio da especialidade de oftalmologia da Ordem dos Médicos.
Como uma tecnologia inovadora, o rastreio é feito com a prata da casa e com uma espécie de máquina fotográfica gigante portátil, um auto-refractómetro. São enfermeiros dos centros de saúde (treinados para o efeito) que fazem o exame aos olhos das crianças. Gravados numa base de dados, os resultados são enviados para centros de leitura nos dois hospitais públicos.
Em simultâneo, avança também um projecto-piloto para a detecção precoce da degenerescência macular da idade (DMI), que é a causa mais frequente de cegueira acima dos 55 anos nos países mais evoluídos, como lembrou Maria João Quadrado, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. Estes exames vão ser associados ao rastreios, que já são efectuados há vários anos nos centros de saúde, da retinopatia diabética. O equipamento também é simples, uma câmara móvel, e, em quatro semanas, os doentes com diagnóstico positivo devem ser enviados para consulta hospitalar.
A periodicidade do exame é anual e não representa custos adicionais. Calcula-se que, a partir de 1 de Julho, sejam rastreados 37.412 diabéticos com mais de 55 anos dos quatro ACES do Porto, Maia, Valongo e Gondomar.
Até ao final de Junho, como tinha sido prometido, avançam também os primeiros projectos-piloto de saúde oral. Nesta primeira fase, serão contratados médicos dentistas para dois centros de saúde alentejanos (Portel e Montemor-o-Novo) e mais 11 da região de Lisboa e Vale do Tejo (Monte de Caparica, Moita, Fátima, Salvaterra de Magos, Cartaxo, Rio Maior, Azambuja, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Lourinhã, Mafra, Ericeira). Foram escolhidos por já terem equipamentos e higienistas orais, mas os edifícios ainda estão a ser adaptados para o efeito, explicou o secretário de Estado.
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