segunda-feira, 4 de abril de 2016

Programador cego desenvolve app para ajudar invisuais



Saqib Shaikh, programador da Microsoft, é cego desde os sete anos. Agora, usou as suas competências para criar uma aplicação que ajuda pessoas com o mesmo problema de visão a interpretar o ambiente em seu redor.

Saqib, que reside em Londres e trabalha na Microsoft há 10 anos, é o mentor da Seeing AI, uma aplicação para smartphones e óculos inteligentes capaz de narrar ao utilizador aquilo que se passa à sua volta.

Através da Seeing AI, o utilizador pode identificar as pessoas com quem está a conversar, com a aplicação a revelar o sexo do interlocutor, sendo que a app também consegue ler as expressões faciais indicando o estado emocional das pessoas (se estão a sorrir ou se estão tristes, por exemplo).

A aplicação, que ainda não está disponível ao público, também guia, por exemplo, o utilizador na hora de fotografar o menu de um restaurante para, de seguida, ler em voz alta as opções disponíveis.
"Adoro fazer coisas que melhorem a vida das pessoas e sempre sonhei desenvolver uma aplicação que nos dissesse o que se passa à nossa volta", conta Saqib no vídeo divulgado pela Microsoft.

"Sei que esta solução parece ficção científica, eu nunca pensei que isto fosse possível, mas a inteligência artificial está cada vez mais evoluída e penso que isto é apenas o princípio", garante.

A aplicação foi desenvolvida com as ferramentas de inteligência artificial da Microsoft Cognitive Services, uma divisão da empresa que desenvolve "aplicações com algoritmos poderosos utilizando apenas algumas linhas de código. As aplicações são compatíveis com vários dispositivos e plataformas como iOS, Android e Windows", explica a empresa. E são mais fáceis de configurar.

domingo, 3 de abril de 2016

Estudantes criam aplicação para invisuais andarem de autocarro | P3

Estudantes criam aplicação para invisuais andarem de autocarro | P3: O objectivo é auxiliar as pessoas cegas e amblíopes na utilização nos vários percursos disponibilizados pelos autocarros urbanos no centro histórico de Viana do Castelo

sábado, 2 de abril de 2016


Hoje, dia da consciencialização para o autismo, é dia de vestir roupa azul. E azul porquê? Porque a maioria dos autistas são do sexo masculino, daí o azul.


A constituição de turmas e os alunos com necessidades educativas especiais

O Conselho Nacional de Educação publicou o relatório "Organização escolar: as turmas" onde, pelo meio de muita informação, se destaca o seguinte trecho sobre a problemática da constituição de turmas e da contingência do número de alunos com necessidades educativas especiais (NEE).

Estudantes criam aplicação para invisuais andarem de autocarro | P3

Estudantes criam aplicação para invisuais andarem de autocarro | P3: O objectivo é auxiliar as pessoas cegas e amblíopes na utilização nos vários percursos disponibilizados pelos autocarros urbanos no centro histórico de Viana do Castelo

quarta-feira, 30 de março de 2016

Ver com o telemóvel - FUTURO HOJE

Os telemóveis de hoje centram-se sobretudo a força da imagem mas alguns estão preparados para serem utilizados por invisuais, como se demonstra no Futuro Hoje. Este tipo de aparelhos pode mudar a vida de uma pessoa que não vê. Com algum treino, os cegos conseguem escrever, ouvir textos em alta voz e identificar objetos e cores.



quinta-feira, 24 de março de 2016

CRID/IPLeiria faz adaptação de livros para braille em iniciativa pioneira no País

Centro de Recursos para a Inclusão Digital do Instituto Politécnico de Leiria (CRID/IPLeiria) lança em Leiria uma iniciativa pioneira no País, em parceria com a Câmara Municipal, que visa adaptar para braille, mensalmente, uma obra literária que integrará o acervo da Biblioteca Afonso Lopes Vieira, e aí ficará disponível permitindo que a população cega a requisite. O projeto integra a iniciativa mensal da Câmara Municipal de Leiria “Leiria Convida”, que recebe um escritor para apresentar a sua obra.

“Desnorte” de Inês Pedrosa é o primeiro livro a integrar esta coleção, (...), que decorre excecionalmente na Feira do Livro do município. Célia Sousa, coordenadora do CRID/IPLeiria garante que esta é «uma iniciativa única e pioneira a nível nacional, que terá uma periodicidade regular e permitirá que obras que todos conhecemos possam chegar a públicos diferentes, recorrentemente privados de as lerem».