terça-feira, 11 de agosto de 2015

Criação da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens

Em substituição da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, o Decreto-lei nº 159/2015 procede à criação da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens e define as respetivas missão, atribuições, tipo de organização interna e funcionamento.

DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA "A INCLUSÃO NA DIVERSIDADE"

Para assinalar o aniversário da Plural&Singular e o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, ambos comemorados a 3 de dezembro de 2015, este órgão de comunicação, em parceria com o Centro Português de Fotografia, está a promover a 2.ª edição do concurso de fotografia intitulado "A Inclusão na Diversidade" para captar através de uma imagem o verdadeiro sentido de inclusão ou que denuncie a falta dela. 
O tema para este concurso - "A Inclusão na Diversidade" – assenta na ideia que a verdadeira inclusão deverá abarcar, em igualdade de direitos, de cidadania e participação ativa na vida pública, aqueles que são tendencialmente excluídos porque são mais débeis ou fogem ao padrão da normalidade e, por isso, são alvo de discriminação, como é o caso das mulheres, dos idosos, das crianças, das pessoas com algum tipo de limitação, dos pobres, dos doentes.
Ao promover esta iniciativa, a Plural&Singular, para além de celebrar o seu 3.º aniversário, pretende estimular o “olhar atento” por parte das pessoas ao verdadeiro sentido de inclusão e à presença ou ausência dela no meio que as rodeia, assim como, fazer com que reflitam sobre o que é uma sociedade caracterizada pela diversidade.
Desmistificar a deficiência junto das pessoas sem deficiência e combater os atos discriminatórios associados às ‘diferenças’ são outros propósitos importantes deste concurso de fotografia promovido em prol de uma sociedade verdadeiramente inclusiva na diversidade.
    
    
1.º Prémio | José Pedro Martins | Alone&…| 2011 | Gondomar
1.º Prémio | Fotografia Solidária | Sê Feliz! | 2014 | Vizela
2.º Prémio | Pedro Fontes| iLimitado 1 | 2013 | Vila do Conde
3.º Prémio | Léo Sombra| Monocular 1 | 2009 | São Paulo, Brasil 

As fotografias são avaliadas com base nos seguintes critérios: adequação ao tema do concurso; originalidade; criatividade; composição e podem concorrer todos os fotógrafos, amadores e profissionais, crianças e adolescentes, jovens, adultos e idosos, a título individual ou em representação de alguma entidade.
A entrega de trabalhos decorre entre os dias 27 de julho e 15 de outubro e os vencedores do concurso são anunciados publicamente com o lançamento da 13.ª edição da Plural&Singular durante a manhã do dia 3 de dezembro e numa cerimónia a realizar na parte da tarde no Centro Português de Fotografia, no Porto. 
Documentos para participar:
Mais informações através do email geral@pluralesingular.pt ou pelo telefone 913077505 

Crianças cegas criam obras de arte em braile

Será possível desenhar através do Braille? Parece que sim!
http://expresso.sapo.pt/…/2015-08-10-Criancas-cegas-criam-o…

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

7 guías de apoyo – Necesidades educativas especiales

Comparto con ustedes estas 7 guías de apoyo, espero y sean de gran ayuda.
Para poder avanzar hacia una cultura escolar más inclusiva, que responda a la diversidad de necesidades educativas de todos y todas sus estudiantes, incluidos los que presentan discapacidad, se precisa, además de potenciar las condiciones que favorecen los procesos educativos en la escuela común, identificar las barreras que existen en el propio sistema educativo para el aprendizaje y participación de todos y de todas.

todos1
7 guías de apoyo – Necesidades educativas especiales 
DESCARGAR MEDIANTE MF 

Ruby in Her Own Time

tactile duckling
Chasity Griffin, a wonderful VI Assistant, created this tactile book.  Her tactile images are beautiful!  She uses “layering” meaning that some pictures have multiple layers of textures.  Example:  The eggs have a “squishy” material (sponge-type texture) under the top texture.  The eggs that are waiting to be hatched not only have the squishy material but there is a hard material in the basic shape of a duck under the squishy material!  On the pictures that show flying ducks, the wings actually move to show how the wings flap.  (The page has a slit.  The wing slides through the slit and is taped on the backside.)  FYI:  The moveable wings will eventually tear and have to be replaced, as they are more fragile than the rest of the tactile pictures.) However, this really teaches the concept of how wings flap!   The young ducks have feathers.  The orange ducks (like the first picture) is made from material that I bought in a fabric store - it feels realistic and is the same material as the physical toy duck that I included in my kit.
 
When creating the ducks with feathers, draw the duck shape on the double sided adhesive page.  Peel off the backing on one side and attach feathers to the sticky side.  Then, cut out the duck shape (cutting through both the feathers and the sticky material).  Peel off the second side of backing and stick the feathered duck shape to the page in the book.
 
FYI:  Most of the duck shapes used in the tactile book were traced from the actual print book.  Sometimes I use the copy machine to enlarge or shrink a picture so that it will work for the tactile picture.
 

Listen to the story of "Ruby in Her Own Time" here:

 
ruby in her own time cover
Ruby in Her Own Time
by Jonathan Emmett & Rebecca Harry
tactile lake
Once upon a time, upon a nest,
beside a lake, there lived two ducks.
a tactile mother duck and father duck
a mother duck and a father duck.
a tactile mother duck and father duck
There were five eggs in the nest. Mother Duck sat upon the nest all day and all night...
tactile eggs with rain
through howling wind... and driving rain. looking after the eggs all five of them.
tactile eggs in the sunlight
Then, one bright morning. The eggs began to hatch. One two three four little beaks poked out. Into the sunlight.
tactile ducklings
Little ducklings shook their feathers in the breeze. 'We'll call them Rufus, Rory, Rosie, and Rebecca" said Father Duck and Mother Duck agreed.
tactile egg
But the fifth egg did nothing.
tactile mother and father ducks
"'Will it EVER hatch?" said Father Duck.  "It will," said Mother Duck "in its own time."
tactile broken egg shell
And - sure enough - it did.
tactile ruby duck
"'She's very small' said Father Duck. 'What shall we call her?' 'We'll call her Ruby" said Mother Duck "because she's small and precious.'"
tactile worms and butterflies
They ate whatever they were given. They ate anything and everything.
tactile mother duck and father duck
"Will she ever eat?" said Father Duck "She will," said Mother Duck "in her own time."
tactile ruby duck
And - sure enough - she did.
tactile mother and father ducksRoofus, Rory, Rose and Rebecca swam off whenever they were able. They swam anywhere and everywhere. But Ruby swam nowhere. "Will she ever swim?" said Father Duck. "She will," said Mother Duck, '"n her own time."
5 tactile ducks
And - sure enough - she did. Roofus, Rory, Rose, and Rebecca grew bigger.
4 tactile ducks
And Ruby grew bigger too. Her feathers grew out and her wings grew broad and beautiful. And when Roofus, Rory, Rosie and Rebecca began to fly...
tactile ruby flying
Ruby flew too!
tactile tree
Roofus, Rory, Rosie and Rebecca flew far and wide. They flew out across the water. They flew up among the trees.
tactile tree and feather
But Ruby flew farther and wider. She flew out beyond the water. She flew up above the trees. She flew anywhere and everywhere.
tactile bird stretched out
She stretched out her beautiful wings... and soared high among the clouds.
tactile mother and father ducks
Mother Duck and Father Duck watched Ruby flying off into the distance. "Will she ever come back?" said Mother Duck. "She will," said Father Duck, "in her own time."
tactile water with ducks
And - sure enough - SHE DID.
 

Enjoy the related activity: Circle Time Braille Kit: Ruby in Her Own Time

ruby in her own time

Circular nº. S-DGE/2015/2555 "Articulação entre o PEI e o PIIP

Articulação entre o Programa Educativo Individual (PEI) e o Plano Individual de Intervenção Precoce (PIIP)
Atenção ao Ponto 10:
10. A transição para a educação pré-escolar ou para o 1.º ciclo do ensino básico, prevista no Decreto-Lei n.º 281/2009, deve ser preparada e planeada atempadamente. Para o efeito, a ELI deverá auscultar a família sobre qual o Estabelecimento que esta pretende que o seu educando frequente e informar o órgão de gestão a que o mesmo pertencer, até ao mês de março, para arealização dos procedimentos relativos à transição.

domingo, 9 de agosto de 2015

Quase 80% dos diabéticos sem rastreio à retinopatia, alguns ficam cegos

fonte: Lusa

Cerca de 80 por cento dos diabéticos não têm acesso ao rastreio anual à visão, acabando muitos deles com retinopatia que, em alguns casos, termina em cegueira, denunciou hoje o diretor do Programa Nacional para a Diabetes (PND). José Manuel Boavida falava à agência Lusa a propósito de um conjunto de recomendações da Assembleia da República com vista ao reforço das medidas de prevenção, controlo e tratamento da diabetes.

Uma das recomendações é "o reforço do rastreio sistemático da diabetes e, em especial, da retinopatia diabética, entre os grupos populacionais que apresentem risco acrescido de desenvolvimento dessa doença, junto dos cuidados primários ou de outras instituições de proximidade".

Segundo José Manuel Boavida, apesar da importância dos rastreios para controlo da retinopatia diabética junto desta população doente, apenas 20 por cento (%) das pessoas com diabetes têm garantido o seu rastreio anual, segundo os últimos dados, que são de 2013.

O especialista lamenta esta fraca cobertura, justificando que "um rastreio é muito mais barato do que a observação médica".

Este rastreio é feito com recurso a aparelhos colocados para o efeito nos centros de saúde e onde os utentes podem ir avaliando anualmente o estado da sua visão e eventuais complicações associadas à diabetes.

Para o diretor do PND, "há claramente aqui uma responsabilidade direta das Administrações Regionais de Saúde (ARS)", que acusa de "inoperância".

José Manuel Boavida garante que os ganhos são imensos, até porque dos 150 mil diabéticos rastreados só cerca de dez por cento precisa de ir a uma consulta de oftalmologia.

"Isto quer dizer que 90 por cento dos doentes ficaram descansados, pois o seu olho não precisava de consulta. E assim evitámos que a situação progredisse", adiantou.

Para José Manuel Boavida, a recomendação do Parlamento é "um puxão de orelhas ao Ministério da Saúde, no sentido em que há um conjunto de medidas absolutamente básicas e necessárias".

O médico recordou que "a retinopatia diabética só dá queixas quando a situação se torna praticamente irreversível. Se as situações forem detetadas precocemente nunca chegarão a existir. Deixará de haver cegueira por causa da diabetes e a diabetes é a principal causa de cegueira na população adulta".

Para o presidente do PND, por causa da "inércia" de quem decide, "muitas pessoas têm perdido a visão".

Além da cegueira, outra das consequências da retinopatia diabética é a subvisão, a qual impede que os doentes consigam "fazer a sua vida com autonomia".

Devido à "falta de rastreio, não só os diabéticos perdem a visão, como têm de fazer mais tratamentos muito mais caros, injeções no olho, operações. Enfim, custos muito maiores do que o próprio rastreio. É tapar o sol com a peneira".