segunda-feira, 13 de julho de 2015

Como descobrir se uma criança e disléxica?

Como descobrir se uma criança e disléxica?

OS 'BLIND BOYS OF ALABAMA'

capa do álbum The Sermon

Os 'Blind Boys of Alabama' são um grupo gospel do Alabama que se formou, em 1939, no Instituto para negros cegos do Alabama, em Talladega. Os três vocalistas principais do grupo e o seu percussionista são cegos.

A banda é actualmente constituída por Tracy Pierce, Bishop Billy Bowers, Jimmy Carter, Ben Moore, Peter Levin, Joey Williams, Eric "Ricky" McKinnie. Clarence Fountain – acompanha o grupo apenas quando a saúde lho permite.
Embora tenham como referência o gospel tradicional, os Blind Boys sempre buscaram a aproximação com a música contemporânea. Nos anos 2000, principalmente depois do disco 'Spirit of the Century', de 2001, o grupo entrou definitivamente para o mainstream da indústria fonográfica, gravando ao lado de grandes astros da música pop internacional. Em 2004 gravaram com Ben Harper.
Os Blind Boys são activistas pela inclusão e têm frases marcantes como quando Ricky McKinnie declara:
«As pessoas já começaram a compreender que a nossa deficiência não tem de ser uma incapacidade. Nunca me subestimei quanto ao que sou nem quanto ao que faço. O que importa não é o que os outros dizem que tu és, mas o que tu sabes que és. Todos temos limitações, mas nós, os Blind Boys mostramos às pessoas que seja qual for a situação, se se tentar, pode-se conseguir. Sonha, trabalha e mantém a fé - e terás sucesso».[“People have come to understand that our disability doesn’t have to be a handicap.”  “I never underestimated myself as to who I am and what I’m about. It’s not who people say you are. It’s who you know you are.” “We all have limitations. We (in the Blind Boys) show people that no matter what your situation is, you can make it if you try. If you can dream the dream, do the work and keep the faith, you’re going to be all right.”]
Ou ainda quando diz:
«O que importa não é o que não se consegue fazer. É o que se faz. E o que nós fazemos é boa música gospel». [“It’s not about what you can’t do. It’s about what you do. And what we do is sing good gospel music.”]
O swing e a batida da sua música encantam multidões em todo o mundo.  Ganharam o Grammy para Melhor Álbum Gospel Tradicional em quatro anos consecutivos, entre 2002 e 2005. Entraram ​​no Gospel Music Hall of Fame em 2007. Em 2009 foram agraciados com o Grammy Lifetime Achievement Award.  

"Too Close to Heaven" (1962) 
  

"Way Down in the Hole" (2001) 

"Oh, Why?", "Jesus Rose With All Power
In His Hands" & "Lord Be Good To Me" (1960s)
 

"Amazing Grace"  (2014)
 

Os 'Blind Boys of Alabama' - num concerto
emocionante - com a Preservation Hall Jazz Band
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Mais info:

Equitação Terapêutica é cada vez mais procurada para tratamentos e terapias

O Centro Hípico de Braga tem sido cada vez mais procurado devido aos tratamentos que se podem encontrar através da equitação terapêutica. Muitas pessoas têm vindo a substituir um consultório pela terapia com cavalos, pois apesar de ser mais divertido o contacto com este animal, os seus resultados têm sido bastante positivos.
Margarida Figueiredo, psicóloga do Centro Hípico de Braga, referiu que ao utilizar o cavalo para as atividades da terapia, este permite dar mais resultados de uma forma diferente dos habituais tratamentos que as pessoas estão acostumadas. “Aqui na equitação terapêutica utilizo o cavalo como meio de atingir objetivos que poderia atingir num consultório ou num gabinete mas com um cavalo torna-se muito mais produtivo e mais engraçado para os meninos ou para os adultos, uma vez que não se torna tão cansativo e por isso faço as mesmas coisas que se faz num gabinete e utilizo atividades, jogos e diversas coisas para atingir os objetivos terapêuticos. “, salientou a psicóloga.
Alexandra Casais, uma das pacientes da Equitação Terapêutica, substituiu os habituais tratamentos pela equitação terapêutica e tem notado muitas melhorias. “Sinto-me muito melhor e sinto-me muito mais segura com os cavalos. Acho que adquiri mais equilíbrio porque tenho um bocado de falta de equilíbrio e os cavalos ajudaram-me muitíssimo. A falta de equilíbrio que eu tenho foi devido a um acidente que eu tive e com os cavalos eu estou a aprender a defender-me dos obstáculos do desequilíbrio.”, frisou.
Alexandra foi atropelada quando tinha apenas 12 anos, onde ficou em coma profundo durante um mês. A sua mãe, Rosa Casais, tem vindo a procurar novos tratamentos ao longo dos anos e confirma que os resultados têm sido notórios com a equitação terapêutica. “A evolução tem sido notória. Ao primeira pensei que fosse impressão minha mas as pessoas que conhecem a Alexandra têm vindo ter comigo e dizer-me ‘A Alexandrinha está melhor!’ A Alexandra tem outra posição e afinal sempre é verdade daquilo que eu penso.”, disse a mãe da Alexandra.
Para além de tratamentos medicinais, a equitação terapêutica também permite ajudar crianças com dificuldades de aprendizagem. Margarida Torres, criança com oito anos, também tem vindo a efetuar esta terapia onde a sua mãe, Cristiana Gonçalves, frisou que esta permite ajudá-la para combater o défice de atenção que dificulta o acompanhamento escolar. “A Margarida é uma menina normal de 8 anos e tem algum défice de atenção que dificulta a aprendizagem na escola e vem para a equitação exatamente para colmatar algumas dificuldades. O que se trabalha aqui são as competências a nível do primeiro ciclo e como tal, acaba por ser um auxiliar para a escola.”, concluiu a mãe.
A equitação terapêutica tem vindo a registar um aumento significativo de pessoas que procuram esta terapia, que melhora o equilíbrio e a coordenação exigindo um empenhamento ativo do cavalo. É uma experiência que promove a auto-disciplina, melhora a auto-imagem e a condição física em geral.


Contribuições da Psicologia Cognitiva para a Educação

Contribuições da Psicologia Cognitiva para a Educação

CURRICULO DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAS PASSA A INCLUIR TREINO VOCACIONAL

As escolas devem incluir programas específicos de treino vocacional nos currículos dos alunos com necessidades educativas especiais, três anos antes de atingirem a idade limite da escolaridade obrigatória, determina uma portaria do Ministério da Educação publicada no domingo.

A medida destina-se às crianças com Currículo Específico Individual (CEI) e visa regular o ensino de alunos com 15 ou mais anos de idade, no sentido de assegurar a transição para a vida pós-escolar.
A escola deve, assim, “incluir programas específicos de transição e treino vocacional que os prepare para, depois de saírem da escola, serem membros independentes e ativos das respetivas comunidades”, lê-se no diploma.
Em comunicado emitido no domingo à noite, o Ministério da Educação explicou que passará a competir à escola definir as cargas curriculares de forma a conseguir adaptá-las à especificidade de cada um destes alunos, bem como “articular com os parceiros da comunidade no sentido de diversificar os apoios e atividades necessários para que os alunos desenvolvam as suas capacidades”.
No decurso da concretização do plano os alunos “poderão ter experiências laborais em instituições da comunidade, empresas, serviços públicos ou outras organizações a identificar pela escola que podem ter o apoio de Centros de Recursos para a Inclusão”.
A organização dos planos individuais de transição (PIT), visa “a consolidação e melhoria das capacidades pessoais, sociais e laborais, na perspetiva de uma vida adulta autónoma e com qualidade”, segundo o documento.
Este plano será elaborado “em colaboração com os encarregados de educação e representantes das organizações da comunidade que vão ser implicados na vida e no percurso do aluno”.
Vai focalizar-se na identificação de atividades ocupacionais “adequadas aos seus interesses e capacidades”, nomeadamente na aprendizagem de tarefas que lhe são atribuídas, na utilização de dispositivos eletrónicos, de serviços públicos da comunidade, entre outros.
Caberá à escola definir os tempos de cada uma das componentes da matriz curricular orientadora.
O ministério adianta que, tendo em conta a especificidade das atividades que os professores devem promover com os alunos, será desenvolvido progressivamente um programa de formação para os docentes “com perfil adequado ao trabalho a desenvolver”.

domingo, 12 de julho de 2015

Como tornar uma sala de aula inclusiva?

fonte:reab

Bebé com problemas de visão vê pais ‘pela primeira vez’

Jessica Verdusco, a mãe de Piper, filmou a reacção da filha quando colocou os óculos e, pela primeira vez, conseguiu ver os pais.
Um vídeo de 30 segundos onde se vê a menina inicialmente a debater-se com os óculos, mas depois a ficar fascinada com o que a rodeia.
Segundo o Daily Mail, o vídeo já teve cerca de 200 mil partilhas. 
Ora veja: