quinta-feira, 12 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
A arte de contar histórias também é terapêutica e chama-se 'contoterapia'
Lisboa, 09 mar (Lusa) - Terapeutas, psicólogos e investigadores encontram-se esta semana em Sintra para debater os benefícios terapêuticos dos contos e da narração de histórias para quem os diz e os ouve, num seminário internacional sobre "contoterapia".
O seminário, que decorrerá de terça a sexta-feira, em Sintra, "tem como objetivo destacar e aprofundar a 'contoterapia', sendo que este método está a ganhar cada vez maior reconhecimento mundial", afirma a organização.
Entre os convidados estão o norte-americano Ken Land, um dos especialistas que desenvolveu um modelo de terapia pela narração de histórias, e que estará em Sintra para falar da experiência do trabalho com pacientes e com terapeutas e para um 'workshop' sobre contoterapia a partir da narração de vários contos de fadas.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/a-arte-de-contar-historias-tambem-e-terapeutica-e-chama-se-contoterapia=f812697#ixzz3U4xj0mB8
segunda-feira, 9 de março de 2015
casting: ator cego para participar num anúncio publicitário
A agência de casting AGNE está a recrutar um ator cego para participar num anúncio publicitário, na Roménia. Os interessados, podem entrar em contacto com a ACAPO através do email rp.dn@acapo.pt, telefone 213244500, ou diretamente para a agência de casting tlm: 915559133.

Os alunos com limitações do domínio cognitivo e as provas a nível de escola
A Norma e Orientações para Aplicação de Condições Especiais na Realização de Provas e Exames vem colocar alguma confusão na interpretação e consequente concretização da condição especial de realização de provas de final de ciclo e de exames nacionais a nível de escola para os alunos com limitações do domínio cognitivo.
Segundo o documento, em casos excecionais, os alunos dos ensinos básico e secundário cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas, ou com perturbações do espetro do autismo, bem como com limitações do domínio cognitivo podem realizar provas finais a nível de escola (ensino básico) ou exames a nível de escola (ensino secundário) se necessitarem de alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e formulação dos itens, relativamente à prova caracterizada na Informação-Prova final ou na Informação-Exame final nacional.
Depreende-se desta proposição que os alunos com limitações do domínio cognitivo, independentemente do nível escolar em causa e se estritamente necessário, podem realizar as provas a nível de escola. No entanto, mais adiante (n.º 22), menciona que estes alunos podem realizar as provas a nível de escola mas no ensino básico.
Este último aspeto está em consonância com ordenamento criado pelo Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário (Anexo II do Despacho normativo n.º 6-A/2015). De facto, este normativo determina que a possibilidade de realização de exames a nível de escola (ensino secundário) se destina aos alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitação motora severa ou com autismo (cf. n.º 1 do art.º 49.º). Do leque de potenciais visados, não surge a referência aos alunos com limitações do domínio cognitivo.
Este cenário configura uma descontinuidade relativamente ao ensino básico e uma discriminação negativa relativamente aos alunos do ensino secundário com limitações do domínio cognitivo. Poderemos ser levados a equacionar alguns cenários. Por um lado, os alunos com limitações do domínio cognitivo, ao concluírem o ensino básico, têm de ser encaminhados para modalidades alternativas, como o ensino profissional e/ou vocacional, não impedindo, porém, a possibilidade de virem a realizar os exames nacionais. Por outro lado, as limitações cognitivas destes alunos, pela simples transição para o ensino secundário, talvez por intervenção divina, deixam de se repercutir futuramente ao nível da atividade e participação.
Não se vislumbra uma justificação plausível para esta dualidade de tratamento em função do nível escolar. Logo, poder-se-á tratar de um lapso castrador que, como tal, deve ser retificado.
Fonte: http://inclusaoaquilino.blogspot.pt/
Nuno Crato. Ensino especial nunca teve tantos psicólogos e professores

Foto: Lusa
O ministro da Educação contraria um estudo do próprio ministério que aponta falta de verbas e técnicos para os alunos com necessidades especiais.
O ministro da Educação, Nuno Crato, insiste que não há qualquer redução de apoios no ensino especial, quando confrontado com um estudo do próprio ministério onde são identificadas várias falhas.
O documento refere que faltam verbas e técnicos para apoiar alunos com necessidades especiais que frequentam as escolas do ensino regular. Mas o ministro da Educação viu outras conclusões no estudo e garante que nos últimos anos os apoios para o ensino especial aumentaram.
"É falso que haja redução de apoios no ensino especial. Temos mais psicólogos do que jamais tivemos, temos mais professores do ensino especial do que jamais tivemos, abrimos mais lugares para o ensino especial e mais recursos para o ensino especial", diz Nuno Crato.
Questionado sobre se discorda das conclusões encontradas no Estudo, Nuno Crato diz que a realidade é outra. "Não é isso que o estudo diz. O estudo fala sobretudo sobre outros aspectos, mas as pessoas acham que o estudo diz o que não diz."
O estudo sobre o impacto da prestação de serviços dos centros de recursos para a inclusão, que apoiam alunos com necessidades educativas especiais, concluiu que o modelo de integração deve continuar, mas com correcções.
O documento refere que faltam verbas e técnicos para apoiar alunos com necessidades especiais que frequentam as escolas do ensino regular. Mas o ministro da Educação viu outras conclusões no estudo e garante que nos últimos anos os apoios para o ensino especial aumentaram.
"É falso que haja redução de apoios no ensino especial. Temos mais psicólogos do que jamais tivemos, temos mais professores do ensino especial do que jamais tivemos, abrimos mais lugares para o ensino especial e mais recursos para o ensino especial", diz Nuno Crato.
Questionado sobre se discorda das conclusões encontradas no Estudo, Nuno Crato diz que a realidade é outra. "Não é isso que o estudo diz. O estudo fala sobretudo sobre outros aspectos, mas as pessoas acham que o estudo diz o que não diz."
O estudo sobre o impacto da prestação de serviços dos centros de recursos para a inclusão, que apoiam alunos com necessidades educativas especiais, concluiu que o modelo de integração deve continuar, mas com correcções.
Coleção de guias para professores que trabalham com alunos/as com Necessidades Educativas Especiais
por Jorge Borges
Disponibilizam-se 11 guias realizados pela Conselharia de Educação da Junta da Andaluzia, pensados especialmente para docentes que trabalham com alunos de ACNEAE (alunos com necessidades específicas de apoio educativo) ou NEE (necessidades educativas especiais).
sábado, 7 de março de 2015
Equipamento desenvolvido por engenheiro britânico substitui rampas
Um dos problemas sérios no Brasil é a acessibilidade arquitetônica. No Reino Unido, um engenheiro criou um sistema inovador que garante o acesso de todas as pessoas num prédio, por exemplo, fornecendo uma solução discreta e esteticamente agradável. O nome desse equipamento é Sesame de Allgood Trio. Esse sistema não ocupa lugar e é mais seguro que uma rampa.
Tecnologicamente avançado, o sistema de Sesame Allgood Trio é adaptado para cada entrada do local. O segredo para o sistema é a maneira que a plataforma do elevador da escada retrátil está instalado debaixo das escadas existentes, utilizando as escadas no processo. Isto significa então que, quando não estiver em uso, o sistema Sesame não pode ser visto e a estética do edifício não é afetada. Uma vez ativado, o sistema retrai as escadas existentes para revelar o elevador que pode ser programado para funcionar automaticamente ou com o toque de um botão. O resultado é um elevador de escada oculta que é fácil de usar, mantém a estética do edifício existente, enquanto não ocupa espaço, quando não estiver em uso.
Assista o vídeo:
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