quarta-feira, 21 de abril de 2010

7º Sábado Especial - 'per'cursos e 're'cursos na comunicação - 8 de Maio de 2010

Para responder às necessidades especiais de encontro, partilha e reflexão de todos os que se envolvem na Educação Especial, ‘Sábados Especiais’ é um programa de (auto)formação organizado pelo Gabinete de Acompanhamento à Educação Especial da DREN, com a colaboração das Escolas e outras instituições.
O 7º Sábado Especial, que agora apresentamos, tem por título Histórias Multissensoriais, ‘Per’cursos e ‘re’cursos na comunicação e realiza-se no dia 8 de Maio de 2010, no Centro Cultural de Vila das Aves (Santo Tirso). Horário 10:00 às 13.00 e 14:30 às 16:30
A Formação A hora do conto, o tempo da história constituem, não raras vezes, momentos de «palavra vazia» que, quando repetidos, se transformam em momentos de «tempo perdido». Comunicar é um processo de partilha e de aceitação de um modo particular de apreender o Mundo que, para o ser, assim por ambos tem de ser entendido. Palavras com gestos, impregnadas de objectos com sons, tocáveis, com gostos e aromas, constituem o núcleo das «histórias multissensoriais», tema deste Sábado Especial.
Os Formadores Mestre e docente especializada da APPACDM de Vila Real – Sabrosa, Paula Proença desenvolve investigação na metodologia das Histórias Multissensoriais e criou um «Guia para Docentes», para a realização de projectos de HM, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Catarina Santos e Artur Pereira, docentes do Centro de Recursos TIC para a Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Cinfães, e Francisco Borges, dinamizador da Oficina do Brinquedo Adaptado, num trabalho articulado, desenvolvem acções sistemáticas no âmbito da avaliação dos alunos e da usabilidade dos produtos e tecnologias de apoio, de acordo com as suas necessidades específicas, na informação e formação dos docentes, profissionais, auxiliares de educação e famílias sobre as problemáticas associadas aos diferentes domínios de deficiência ou incapacidade.
As inscrições estão abertas até 2 de Maio, sujeitas ao número limite de 200 participantes e aos critérios de selecção divulgados.A formação é especialmente dirigida a docentes e técnicos de educação especial, educadores e docentes do 1º ciclo. Para participar, envie mensagem de correio electrónico para gaee@dren.min-edu.pt, com o assunto «Inscrição Sábados Especiais – ‘Per’cursos e ‘re’cursos na comunicação – 8 de Maio» e os seguintes dados: nome completo, e-mail pessoal, Agrupamento/Escola, funções e nível de ensino onde exerce. Receberá uma mensagem de confirmação no dia 3 de Maio.
Contacto Eduardo Cabral DREN / Gabinete de Acompanhamento à Educação Especial Tel.: 225 191 900 / Fax.: 225 191 999

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Acção de sensibilização Deficiência Visual - Gratuita




Orientada por:
Dr. Serafim Queirós (DREN)

Local:
Auditório Escola Camilo Castelo Branco

Data:
28 de Abril de 2010

Horário:
das 14h às 16:30


Objectivo da acção:
Fornecer aos professores conhecimentos e competências básicas facilitadoras da relação com os alunos cegos ou com baixa visão, para que esta relação possa desenrolar-se de um modo natural e sem qualquer insegurança.


Programa
14h - Acolhimento dos participantes
14h10 – Breve caracterização da Deficiência visual
Como ajudar o aluno com DV
i. Orientação e Mobilidade
ii. Intervenção na sala de aula
iii. Ajudas para a vida diária
iv. Desporto
16h00 - Respostas a eventuais questões
16h30 - Encerramento da sessão


Inscrição
Para se inscrever use o endereço claracrismonteiro@gmail.com e escreva no assunto Acção de sensibilização Deficiência Visual. No texto escreva o seu nome, a Escola a que pertence e função.
Inscrições até 19 de Abril

segunda-feira, 12 de abril de 2010

15 a 18 de Abril - Educação Especial na Qualific@ 2010 - EXPONOR



Por solicitação da Direcção de Serviços de Educação Especial da DGIDC, somos deste modo a dar conhecimento do Programa da Qualific@ 2010, que decorre na EXPONOR, Matosinhos neste fim-de-semana, chamando atenção para os eventos relacionados com a Educação Especial.



Assim, poderá visitar na Apresentação Permanente:




  • Tecnologias de Apoio para Alunos com Necessidades Educativas Especiais CANTIC – Centro de Recursos TIC Amadora, Lisboa - EB 2/3 José Cardoso Pires


  • Exposição de Materiais de Educação Especial Equipa DGIDC


  • Livros Infantis em Desenho Universal CERCICA – Cerci Cascais




E nas Mostras, poderá participar nosWorkshops de Língua Gestual Portuguesa (dias 15 e 17: das 16:30 h às 17:00 h / dia 16: das 17:30 h às 18:00 h) Escola Secundária Alexandre Herculano, Porto – Escola de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ecrã em Braille totalmente actualizável está a ser desenvolvido nos EUA


Ler um e-mail ou aceder a uma página de internet são tarefas que, ainda hoje, implicam um grande nível de dificuldade para utilizadores invisuais, na medida em que os sistemas capazes de converter textos ou páginas da internet em Braille só possibilitam a leitura de linha a linha, para além de serem muito caros.
Contudo, uma equipa de investigadores liderada por Neil Di Spigna, da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, está a desenvolver um ecrã em Braille totalmente actualizável que permite às pessoas invisuais tirarem proveito total da Web ou de qualquer outro aplicativo de computador.Esta nova tecnologia poderá também traduzir imagens em relevos tácteis, através do mapeamento dos pixéis de cada imagem na forma de pontos salientes, tal como já é utilizado no alfabeto Braille.
Para construir o protótipo, os investigadores vão utilizar um polímero eletro-activo – músculo artificial -, que é muito resiste e mais barato do que os actuais sistemas mecânicos das impressoras Braille.De acordo com Peichun Yang, co-autor deste projecto, este material permite elevar os pontos na altura correcta para que possam ser lidos. Uma vez levantados, um sistema hidráulico de travamento suporta o peso aplicado pelos dedos das pessoas, conforme os pontos são lidos.
Uma vez demonstrado que o componente de travamento do mecanismo é uma tecnologia viável, os investigadores vão proceder à criação do protótipo do ecrã em Braille, esperando que esteja pronto dentro de um ano.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Uma santa Páscoa para todos!




A todos desejo uma santa Páscoa!
Beijinhos!
Clara


Olho biónico


O Governo australiano apresentou ontem um protótipo de olho biónico, cujos responsáveis esperam que seja capaz de devolver a visão a muitos cegos.


Os cientistas afirmam que este é o maior marco desde o desenvolvimento do Braille. O primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd garante que este “pode ser um dos avanços científicos mais importantes da nossa geração”.


Segundo os cientistas australianos, o aparelho implanta-se parcialmente no globo ocular e está desenhado para pacientes que sofrem uma perda de visão degenerativa e hereditária, causada por uma condição genética conhecida como rinite pigmentosa.


O olho biónico dispõe de uma pequena câmara, colocada sobre uma lente, que captura imagens e envia-as para um processador que pode guardar-se num bolso.


O dispositivo transmite um sinal à unidade dentro da retina que estimula os neurónios vivos dentro desta, que por sua vez envia as imagens ao cérebro.


É importante alertar que os utilizadores do olho biónico não voltarão a ter a visão perfeita, mas espera-se possam ser capazes de distinguir pontos de luz e que o cérebro poderá reconstruir imagens.


“O projecto do olho biónico permitira à Austrália manter-se na vanguarda desta linha de investigação e comercialização, devolvendo a visão a milhares de pessoas em todo o mundo”, afirmou o Rudd.

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terça-feira, 30 de março de 2010

Esclarecimento sobre a aplicação do Despacho Normativo n.º 6/2010, de 19 de Fevereiro

Que razões determinaram a publicação de normas legais para a avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais?
A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa tendo como finalidade, entre outras, o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção de metodologias e recursos em função das necessidades educativas dos alunos. Sendo um suporte à tomada de decisões para a qualidade das aprendizagens, a avaliação constitui um direito fundamental que deve ser garantido a todos os alunos.
A necessidade de publicação de disposições legais que regulamentassem a avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais decorreu da identificação de lacunas nos processos desenvolvidos por alguns agrupamentos de escolas. Com efeito, ainda que a avaliação destes alunos se encontrasse prevista no Decreto-Lei n.º3/2008, de 7 de Janeiro, a existência de informação lacunar quanto a procedimentos a observar, originou a adopção de diferentes práticas neste domínio, algumas das quais com consequências lesivas para os alunos.
O Despacho Normativo n.º 6/2010, de 19 de Fevereiro, veio regular o processo de avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais, clarificando e prestando informação adicional relativa ao processo de avaliação estabelecido no Decreto-Lei nº3/2008 e, deste modo, garantindo o direito de todos os alunos à avaliação.
Em que situações a informação resultante da avaliação sumativa é expressa de forma descritiva, de forma qualitativa e de forma quantitativa?
O direito à igualdade e à diferença traduz-se, quando se trata da inclusão de alunos com necessidades educativas especais, na necessidade de uma clara consciência do que pode e deve ser diferenciado e do que pode e deve ser uniformizado. A diferenciação constitui um mecanismo de equidade e deve ser utilizada relativamente a todas as áreas do acto educativo que contribuem para a qualidade do ensino prestado e que determinam o sucesso educativo dos alunos. A uniformização deve ocorrer sempre que a diferenciação conduz ao estigma e desde que não interfira com a qualidade da educação e com o sucesso educativo.
A expressão da informação resultante da avaliação insere-se claramente neste segundo domínio, pelo que o Despacho Normativo n.º 6/2010 determina que para a avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais sejam utilizadas as mesmas formas de expressão que para os restantes alunos.
Assim, a expressão do resultado da avaliação dos alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º3, incluindo aqueles que têm um currículo específico individual, é idêntica à utilizada para os seus pares: no 1º ciclo do ensino básico assume uma forma descritiva em todas as áreas curriculares e nos 2º e 3º ciclos uma classificação de 1 a 5 em todas as disciplinas e uma menção qualitativa de Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem nas áreas curriculares não disciplinares. A única diferença diz respeito à avaliação das áreas curriculares que integram o currículo específico dos alunos que beneficiam dessa medida educativa e que não fazem parte da estrutura curricular comum, áreas essas avaliadas com as menções qualitativas de Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem.
Por “áreas curriculares que não fazem parte da estrutura curricular comum” entendem-se todas aquelas que não obedecem a um programa definido a nível nacional. São áreas com conteúdos programáticos e objectivos desenhados especificamente para um determinado aluno, independentemente do contexto onde são desenvolvidas. A diferença entre estas áreas curriculares e as disciplinas que compõem o plano curricular de um determinado ano de escolaridade não se prende com a designação que lhes é atribuída (por exemplo Português ou Matemática) nem com os contextos onde são desenvolvidas (por exemplo, com a turma em contexto de sala de aula), mas sim com o facto dos conteúdos e objectivos estabelecidos se afastarem substancialmente dos definidos a nível nacional.

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