sábado, 30 de janeiro de 2010
Despacho n.º 2027/2010, de 29 de Janeiro
O Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P., emitiu o Despacho n.º 2027/2010, de 29 de Janeiro, que define os procedimentos das entidades prescritoras e financiadoras de ajudas técnicas/produtos de apoio.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Criança surda e cega sem apoio na escola
DREN diz que técnicas no Porto devem ir dar formação às que acompanham o menino.
A mãe de um menino de oito anos, que sofre de surdocegueira, queixa-se de que o filho não está a ser acompanhado com medidas educacionais especiais, adequadas às crianças que não vêem nem ouvem.
Pedro está a ser acompanhado num centro de multideficiência da vila duriense de Cinfães, onde as técnicas não têm formação específica para tratar de um aluno com as deficiências do jovem.
"Quando vivia em Saragoça, Espanha, o meu filho estava acompanhado por uma professora especializada em surdocegueira. Também tínhamos o apoio de uma associação de pais especializada nessa doença. Em Portugal, julgo que apenas existe um centro em Lisboa e no Porto. No interior do País não há nada", explicou Clara Pereira, de 31 anos, ao Correio da Manhã.
Com o marido à beira de ficar no desemprego em Espanha, esta família regressou, há dois anos, à terra natal, em Cinfães. Desde então, Clara Pereira escreve todos os anos para a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN). "No centro de Cinfães tentam fazer o máximo, mas a verdade é que Pedro está a regredir, enquanto, em Espanha, aprendeu a comunicar em língua gestual", assegura Clara Pereira.
Contactada ontem pelo Correio da Manhã, fonte oficial da DREN explicou que "existem técnicas especializadas numa escola da cidade do Porto, onde estudam dois alunos com surdocegueira, que deverão fazer deslocações a Cinfães para dar indicações às técnicas do Centro de multideficiência local, no sentido de ajudar no acompanhamento deste aluno".
16 MIL ALUNOS FICAM DE FORA
As mudanças implementadas pelo anterior Governo levaram a que no último ano e meio cerca de 16 mil alunos tenham ficado afastados da educação especial, de acordo com o documento ‘Escola Inclusiva’, revelado este mês pelo Ministério da Educação. Em Junho de 2008, eram quase 50 mil e, em 2009, cerca de 34 mil. A explicação estará no facto de a sinalização dos alunos ter passado a ser feita com base na Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), o que terá deixado muitos de fora.
PORMENORES
DISLÉXICOS
A sinalização de deficiências com recurso à Classificação Internacional de Funcionalidade tem deixado de fora os alunos com dislexia.
ESCOLAS PÚBLICAS
Segundo o Ministério da Educação, em 2009 havia 2115 alunos apoiados em unidades especializadas em escolas públicas de ensino regular.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Já em escolas de Educação Especial havia 2392 alunos em 2009, segundo o Governo.
A mãe de um menino de oito anos, que sofre de surdocegueira, queixa-se de que o filho não está a ser acompanhado com medidas educacionais especiais, adequadas às crianças que não vêem nem ouvem.
Pedro está a ser acompanhado num centro de multideficiência da vila duriense de Cinfães, onde as técnicas não têm formação específica para tratar de um aluno com as deficiências do jovem.
"Quando vivia em Saragoça, Espanha, o meu filho estava acompanhado por uma professora especializada em surdocegueira. Também tínhamos o apoio de uma associação de pais especializada nessa doença. Em Portugal, julgo que apenas existe um centro em Lisboa e no Porto. No interior do País não há nada", explicou Clara Pereira, de 31 anos, ao Correio da Manhã.
Com o marido à beira de ficar no desemprego em Espanha, esta família regressou, há dois anos, à terra natal, em Cinfães. Desde então, Clara Pereira escreve todos os anos para a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN). "No centro de Cinfães tentam fazer o máximo, mas a verdade é que Pedro está a regredir, enquanto, em Espanha, aprendeu a comunicar em língua gestual", assegura Clara Pereira.
Contactada ontem pelo Correio da Manhã, fonte oficial da DREN explicou que "existem técnicas especializadas numa escola da cidade do Porto, onde estudam dois alunos com surdocegueira, que deverão fazer deslocações a Cinfães para dar indicações às técnicas do Centro de multideficiência local, no sentido de ajudar no acompanhamento deste aluno".
16 MIL ALUNOS FICAM DE FORA
As mudanças implementadas pelo anterior Governo levaram a que no último ano e meio cerca de 16 mil alunos tenham ficado afastados da educação especial, de acordo com o documento ‘Escola Inclusiva’, revelado este mês pelo Ministério da Educação. Em Junho de 2008, eram quase 50 mil e, em 2009, cerca de 34 mil. A explicação estará no facto de a sinalização dos alunos ter passado a ser feita com base na Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), o que terá deixado muitos de fora.
PORMENORES
DISLÉXICOS
A sinalização de deficiências com recurso à Classificação Internacional de Funcionalidade tem deixado de fora os alunos com dislexia.
ESCOLAS PÚBLICAS
Segundo o Ministério da Educação, em 2009 havia 2115 alunos apoiados em unidades especializadas em escolas públicas de ensino regular.
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Já em escolas de Educação Especial havia 2392 alunos em 2009, segundo o Governo.
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fonte Correio da manhã
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Encontro - características e especificidades da baixa visão
A DREL através da Equipa Multidisciplinar para a Inclusão e Sucesso Educativo, propõe-se realizar um encontro sobre as características e especificidades da baixa visão, que complemente as Acções já realizadas sobre Ajudas Técnicas para Alunos com Deficiência Visual para os Docentes em funções nos CRTIC da DRELVT .
O encontro será na Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, Praça de Alvalade nº 12, Lisboa, no dia 28 de Janeiro, das 15 às 19 horas
Dinamizado pela Dr.ª Conceição Neves, Chefe da Consulta de Subvisão do hospital de Santa Maria, Lisboa, e a Dr.ª Dulce Bonifácio, Docente de Ensino Especial em funções na mesma consulta.
Dinamizado pela Dr.ª Conceição Neves, Chefe da Consulta de Subvisão do hospital de Santa Maria, Lisboa, e a Dr.ª Dulce Bonifácio, Docente de Ensino Especial em funções na mesma consulta.
Congresso Internacional: Intervenções Integrais.

O ABA - Centro de Terapias Comportamentais irá promover nos dia 6 e 7 de Março de 2010, no auditório do Glaxo SmithKline em Miraflores, o Congresso Internacional: Intervenções Integrais - Modelo Biomédico, Educacional e Comportamental .
Como objectivo de apresentar intervenções para indivíduos com perturbações de desenvolvimento, tal como: autismo, défice de atenção e hiperactividade, ...
Para divulgar cada área foram convidados especialistas de renome internacional e terá tradução simultânea.
Para divulgar cada área foram convidados especialistas de renome internacional e terá tradução simultânea.
Local: auditório do Glaxo SmithKline – R. Dr. António Loureiro Borges, nº3 Arquiparque – Miraflores 1495-131 Algés
Informações e inscrições: www.centroaba.com http://www.greatplainslaboratory.com/
e-mail: geral@centroaba.com wcastillo@gpl4u.com
Telef: +351 214 839 313
Informações e inscrições: www.centroaba.com http://www.greatplainslaboratory.com/
e-mail: geral@centroaba.com wcastillo@gpl4u.com
Telef: +351 214 839 313
Inscrição: 80€
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
II Seminário do GTAEDES - Grupo de Trabalho para o Apoio a Estudantes com Deficiências no Ensino Superior

O GTAEDES organiza, no próximo dia 21 de Janeiro, quinta-feira, o II Seminário: “As Acessibilidades e os Desafios para a Promoção do Ensino Superior Inclusivo”, com o qual se pretende dar continuidade ao intercâmbio e difusão de informação sobre o amplo tema da inclusão dos estudantes com deficiência ou necessidades especiais no Ensino Superior.
O Seminário será no Anfiteatro B1, Complexo Pedagógico II, Campus de Gualtar, Braga.
Neste II Seminário privilegia-se o tema das acessibilidades, nas suas várias vertentes, e os desafios que se levantam quando o objectivo é promover a inclusão.
Constitui-se como oportunidade de partilha e de debate, quer para técnicos, professores e estudantes do Ensino Superior, quer para os potenciais candidatos a este nível de ensino, para os seus pais, professores e outros profissionais que lidam de perto com o tema em foco.
Este evento marca ainda um momento importante no trabalho desenvolvido pelo GTAEDES: a assinatura de um acordo de colaboração com o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR, I.P.) GTAEDES - Grupo de Trabalho para o Apoio a Estudantes com Deficiências no Ensino SuperiorO GTAEDES foi formalizado em Julho de 2004 e conta com a participação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Universidade do Porto, da Universidade do Minho, da Universidade de Aveiro, da Universidade de Coimbra, da Universidade de Lisboa (Reitoria, FCUL e FLUL), da Universidade Técnica de Lisboa, da Universidade de Évora e da Universidade dos Açores, bem como, de um representante da DGES e da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, e como observadores, a Universidade Nova de Lisboa e o Instituto Politécnico de Leiria. O Instituto Nacional para a Reabilitação tem vindo a participar igualmente como membro observador, sendo que o II Seminário do GTAEDES assinala um momento importante da colaboração com o GTAEDES, formalizada pela assinatura de um acordo para potencializar projectos em parceria.
Neste II Seminário privilegia-se o tema das acessibilidades, nas suas várias vertentes, e os desafios que se levantam quando o objectivo é promover a inclusão.
Constitui-se como oportunidade de partilha e de debate, quer para técnicos, professores e estudantes do Ensino Superior, quer para os potenciais candidatos a este nível de ensino, para os seus pais, professores e outros profissionais que lidam de perto com o tema em foco.
Este evento marca ainda um momento importante no trabalho desenvolvido pelo GTAEDES: a assinatura de um acordo de colaboração com o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR, I.P.) GTAEDES - Grupo de Trabalho para o Apoio a Estudantes com Deficiências no Ensino SuperiorO GTAEDES foi formalizado em Julho de 2004 e conta com a participação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Universidade do Porto, da Universidade do Minho, da Universidade de Aveiro, da Universidade de Coimbra, da Universidade de Lisboa (Reitoria, FCUL e FLUL), da Universidade Técnica de Lisboa, da Universidade de Évora e da Universidade dos Açores, bem como, de um representante da DGES e da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, e como observadores, a Universidade Nova de Lisboa e o Instituto Politécnico de Leiria. O Instituto Nacional para a Reabilitação tem vindo a participar igualmente como membro observador, sendo que o II Seminário do GTAEDES assinala um momento importante da colaboração com o GTAEDES, formalizada pela assinatura de um acordo para potencializar projectos em parceria.
O GTAEDES tem como objectivos, entre outros, a partilha de experiências profissionais e difusão de informações inter-serviços relevantes para a melhoria do seu funcionamento; a definição de orientações que estabeleçam uma política de acção comum, bem como o desenvolvimento de normas para os serviços que apoiam estudantes com deficiência, com vista ao desenvolvimento, valorização, reconhecimento, consolidação e reforço da qualidade dos serviços prestados.
mais informações em: http://gtaedes.fl.ul.pt/
mais informações em: http://gtaedes.fl.ul.pt/
contactos
Universidade do Minho Gabinete de Apoio ao Estudante com DeficiênciaTelef.: 253 60 41 17E-mail: gaed@reitoria.uminho.pt
Universidade do Minho Gabinete de Apoio ao Estudante com DeficiênciaTelef.: 253 60 41 17E-mail: gaed@reitoria.uminho.pt
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
DEFICIÊNCIAS - Mário Quintana

'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui .
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquela que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
A amizade é um amor que nunca morre.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
3º Sábados Especiais- Histórias multissensoriais, histórias com sentidos dentro

Os próximos Sábados Especiais são dedicados ao domínio da multideficiência, sob o tema «Histórias Multissensoriais», nas seguintes datas e locais:
23 de Janeiro - Escola Básica do Viso, Porto
6 de Fevereiro - Escola Básica Diogo Cão, Vila Real
Horário 10:00 às 13.00 e 14:30 às 16:30
23 de Janeiro - Escola Básica do Viso, Porto
6 de Fevereiro - Escola Básica Diogo Cão, Vila Real
Horário 10:00 às 13.00 e 14:30 às 16:30
A Formação
Como se empreende um projecto de histórias multissensoriais? Serão as histórias multissensoriais estratégias inovadoras para se contar histórias a pessoas com défices cognitivos e baixa compreensão da língua materna? De que forma as histórias enriquecidas de aspectos multissensoriais se podem mostrar pólo de novas aquisições na procura de dar forma às palavras através dos sentidos? O que facilita o trabalho com cada história multissensorial e como esta se constitui ela como aglutinadora e promotora de diferentes inteligências, numa multiplicidade de experiências sensoriais enriquecidas pela língua materna e jogadas ao sabor das palavras?
«Histórias Multissensoriais, histórias com sentidos dentro» apresenta uma metodologia assente no enriquecimento das histórias através de estímulos sensoriais (sons, imagens/cores, odores, objectos), envoltas numa relação potenciadora de novas aquisições. Esta acção visa uma disseminação mais consistente da metodologia das histórias multissensoriais (HM) junto de docentes e técnicos interessados na magia das histórias como meio de educar pela arte. A partilha do Guião, instrumento que estrutura esta formação, possibilita o trabalho com esta metodologia e pretende facilitar a existência de novas experiências nesta área.
Como se empreende um projecto de histórias multissensoriais? Serão as histórias multissensoriais estratégias inovadoras para se contar histórias a pessoas com défices cognitivos e baixa compreensão da língua materna? De que forma as histórias enriquecidas de aspectos multissensoriais se podem mostrar pólo de novas aquisições na procura de dar forma às palavras através dos sentidos? O que facilita o trabalho com cada história multissensorial e como esta se constitui ela como aglutinadora e promotora de diferentes inteligências, numa multiplicidade de experiências sensoriais enriquecidas pela língua materna e jogadas ao sabor das palavras?
«Histórias Multissensoriais, histórias com sentidos dentro» apresenta uma metodologia assente no enriquecimento das histórias através de estímulos sensoriais (sons, imagens/cores, odores, objectos), envoltas numa relação potenciadora de novas aquisições. Esta acção visa uma disseminação mais consistente da metodologia das histórias multissensoriais (HM) junto de docentes e técnicos interessados na magia das histórias como meio de educar pela arte. A partilha do Guião, instrumento que estrutura esta formação, possibilita o trabalho com esta metodologia e pretende facilitar a existência de novas experiências nesta área.
A Formadora
Docente especializada em exercício na APPACDM de Vila Real – Sabrosa, Paula Proença desenvolve investigação na metodologia das HM e criou um «Guia para Docentes», para a realização de projectos de HM, na UTAD, onde finaliza tese de mestrado sob o mesmo tema. Promoveu acções de sensibilização para as HM em Portugal e Espanha, participou em colóquios e dinamizou módulos de formação, como este, e pertence à equipa de instalação da primeira biblioteca acessível na APPACDM, constituída com base no trabalho com HM.
Docente especializada em exercício na APPACDM de Vila Real – Sabrosa, Paula Proença desenvolve investigação na metodologia das HM e criou um «Guia para Docentes», para a realização de projectos de HM, na UTAD, onde finaliza tese de mestrado sob o mesmo tema. Promoveu acções de sensibilização para as HM em Portugal e Espanha, participou em colóquios e dinamizou módulos de formação, como este, e pertence à equipa de instalação da primeira biblioteca acessível na APPACDM, constituída com base no trabalho com HM.
Participação
As inscrições estão abertas até dia 18 de Janeiro, limitadas a 30 participantes em cada local, de acordo com as seguintes prioridades:
Docentes das unidades de apoio especializado para a multideficiência e surdocegueira congénita;
Docentes do grupo de recrutamento 910, em exercício em jardins-de-infância e escolas do 1º ciclo;
Educadores de infância, docentes do 1º ciclo, docentes de língua portuguesa
Para participar, envie mensagem de correio electrónico para gaee@dren.min-edu.pt, com o assunto«Inscrição Sábados Especiais – Histórias Multissensoriais – Porto, 23 de Janeiro» ou
«Inscrição Sábados Especiais – Histórias Multissensoriais – Vila Real, 6 de Fevereiro»
e os seguintes dados: nome completo, escola, funções e nível de ensino onde exerce. Receberá uma mensagem de confirmação no dia 19 de Janeiro.
As inscrições estão abertas até dia 18 de Janeiro, limitadas a 30 participantes em cada local, de acordo com as seguintes prioridades:
Docentes das unidades de apoio especializado para a multideficiência e surdocegueira congénita;
Docentes do grupo de recrutamento 910, em exercício em jardins-de-infância e escolas do 1º ciclo;
Educadores de infância, docentes do 1º ciclo, docentes de língua portuguesa
Para participar, envie mensagem de correio electrónico para gaee@dren.min-edu.pt, com o assunto«Inscrição Sábados Especiais – Histórias Multissensoriais – Porto, 23 de Janeiro» ou
«Inscrição Sábados Especiais – Histórias Multissensoriais – Vila Real, 6 de Fevereiro»
e os seguintes dados: nome completo, escola, funções e nível de ensino onde exerce. Receberá uma mensagem de confirmação no dia 19 de Janeiro.
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